Contos eróticos: explicito
Só um filme
A Manuela beijou a Sofia na saída do bar e foi embora sem dizer nada. Sete dias depois, chamou pra ver um filme. Só um filme.
por Marina L.
Olhar novo
Amanda cansou de ser tratada como cristal. O Vitor perguntou se ela queria que ele mandasse. Hoje ele espera com a venda na mão.
por Dani Vasconcelos
A campainha certa
O Daniel abaixa os olhos quando a Raquel fala e pediu, com a voz tremendo, pra ela mandar de verdade. Hoje ele toca a campainha na hora marcada.
por Dani Vasconcelos
Recaída no asfalto
Dois anos depois, o Théo de terno no casamento de amigos. Uma dança lenta, dois pedidos de desculpa e a Helena no estacionamento vazio.
por Marina L.
Toalha na cozinha
Renata finge que não olha quando o Diego, amigo do marido, passa de toalha pela cozinha. Na quinta o Fábio viaja e a casa fica só pros dois.
por Carol Tavares
Mirante de madrugada
Três da manhã, voltando da balada, a Gabriela pediu pro Matheus, o motorista, desviar pra um mirante. O carro parou, e ninguém quer ir embora.
por Manu R.
Noite de estranha
Uma vez por mês, Natália e Eduardo fingem que não se conhecem. Hoje ela é a Lorena, ruiva no bar, e ele é o estranho que puxou papo.
por Cris Andrade
Janela aberta
Faz um mês que a Adriana deixa a cortina meio aberta quando sai do banho. Ontem o homem do prédio da frente não desviou o olhar. Nem ela.
por Cris Andrade
Checagem do extintor
Verônica sempre teve a fantasia do homem de farda. O sargento Wesley, do curso na empresa, passou na casa dela pra checar o extintor.
por Marina L.
Dobra da coxa
História real: a Simone começou a ir ao treino do marido por causa do personal Márcio. Ele percebeu e ofereceu uma avaliação física só pra ela.
por Tati Fontes
Última caixa
História real: o dia em que o Anderson foi buscar as últimas caixas na casa da Kelly. Uma briga por causa de uma frigideira, e a mão dele no pulso dela.
por Tati Fontes
Mãos que demoram
Patrícia está casada e no piloto automático. Na quarta sessão, as mãos do massagista Rafael demoram onde não deviam, e ela não pede pra parar.
por Carol Tavares

