Tava suada no sofá quando ouvi as batidas na porta.
O calor do Rio não dava trégua mesmo depois do pôr do sol, e o ventilador quebrado só fazia vento quente. Acordei assim, corpo inquieto, e passei o dia inteiro tentando não pensar no que ouvi na noite anterior do outro lado da parede fina. A vela que acendi na mesinha soltava um cheiro doce que misturava com o suor na pele.
Sentei com o short colado nas coxas, abanando o rosto com a mão aberta. O ar parava sem o ventilador, um calor úmido que grudava em tudo. Três batidas firmes na porta me fizeram parar no meio do gesto.
Meu coração deu um pulo. Sabia que era ele, que morava do lado e devia estar escuro também depois do apagão. Ainda assim, fiquei parada uns segundos antes de me levantar.
A porta rangeu quando abri, deixando entrar só a luz do corredor. Caio estava lá, ombros largos preenchendo o vão.
— Oi, Caio, também tá tudo escuro aí no 301? — perguntei baixo, com a voz rouca do calor.
— Tá sim — ele respondeu curto, com a voz grave. O sorriso apareceu de canto, quase tímido.
Ele ficou ali parado, preenchendo o vão da porta. Os ombros largos bloqueavam quase toda a luz da escada de emergência que piscava no fim do corredor.
— Vim ver se você tava bem, Bianca. Esse short de ontem ainda tá me distraindo — ele falou, a voz grave parecendo mais baixa no escuro.
Achei graça sem querer, e senti o sorriso subir antes de controlar. Abaixei a mão que segurava o abano e cruzei os braços, tentando não dar mole.
— Entra então, aqui tá mais quente que o inferno, vamos esperar juntos — respondi, dando um passo pro lado pra deixar ele passar.
Ele entrou, fechando a porta atrás. O cheiro da vela doce ficou mais forte quando ele passou por perto, misturado com o suor dele. A gente ficou um tempo sem falar, só ouvindo o gerador ligando distante no prédio.
— Tá um calor de matar — comentei, voltando pro sofá.
Ele sentou na poltrona em frente, as mãos apoiadas nos joelhos. Reparei como os dedos dele pareciam calejados, até no escuro. Ele olhou pro meu short de algodão fino, os olhos parando nas minhas pernas um segundo a mais.
— Você tava dormindo quando apagou? — perguntei, puxando uma perna pro sofá.
— Tava vendo TV. Daí sumiu tudo — ele respondeu, o sorriso de canto voltando.
A gente ficou quieto de novo. O ar não circulava, grudando na pele. Eu sentia ele me olhando ainda, demorada, como quem tenta não encarar. A vela tremulou na mesinha entre a gente, lançando sombra no queixo dele.
Olhei pro celular de novo, a tela iluminando só o suficiente pra mostrar que ainda não tinha nada da operadora. Girei o aparelho na mão, sentindo o calor da bateria contra a palma, e me perguntei até quando a gente ia ficar ali esperando sem saber.
— O sinal tá ruim pra caramba, mas pelo menos o 4G ainda funciona — comentei, abrindo o aplicativo e vendo só postagens antigas.
Caio inclinou o corpo pra frente na poltrona, os cotovelos apoiados nos joelhos. A luz da vela batia no antebraço dele, marcando as veias que subiam dos punhos.
— Eu tava tentando achar alguma notícia sobre o apagão mais cedo, mas só aparecia meme — ele falou, rindo baixo. O som saiu rouco, quase um sussurro no meio do silêncio do prédio.
Dei uma risadinha e apoiei o celular no colo. Ele olhou pro movimento da minha mão, depois subiu o olhar, parando um segundo a mais no decote do meu top fino de algodão.
— Teve um apagão igual ano passado e demorou quase três horas pra voltar — falei, cruzando as pernas no sofá. — Eu lembro que tava no meio do banho quando aconteceu.
Ele mudou de posição, a mão coçando a nuca. A barba por fazer marcava uma sombra na pele, e reparei como ele desviou o olhar quando a gente cruzou os olhos.
— Eu moro aqui há dois anos e nunca fiquei sem energia tanto tempo assim — ele comentou, encostando as costas na poltrona. — Ontem tava tentando dormir e só conseguia pensar em barulho vindo do seu lado.
A vela soltou um estalo pequeno quando a cera escorreu. Olhei pro lado, vendo a chama tremular, e quando virei de novo ele já tava me encarando diferente, mais direto.
— Eu também não dormi direito — respondi, a voz mais baixa do que planejava.
O gerador longe voltou a dar sinal, um zumbido baixo que a gente só percebia quando parava pra ouvir. Caio abriu a boca como se fosse falar, mas fechou de novo, só sorrindo de canto.
O gerador parou de novo lá fora e o silêncio voltou, mais denso. Cruzei o olhar com ele e ele ainda sorria de canto, como se quisesse dizer algo que não saía.
— Eu tava olhando pra você desde que entrei e não conseguia parar — ele falou, a voz mais baixa agora.
Segurei o celular no colo e apertei, só pra ter alguma coisa pra fazer com a mão. Meu joelho encostou no dele e não tirei. O calor úmido do ar ficou mais pesado, grudando na nuca. Senti o cheiro da vela doce misturado com o suor dele, algo mais forte agora.
Ele inclinou o corpo um pouco mais pra frente, o cotovelo apoiado no encosto do sofá. Meu rosto ficou perto do dele. Vi o brilho da barba por fazer no queixo, senti a respiração dele mais curta, quente. O coração batia forte contra as costelas e fiquei parada, sem saber se dava pra aguentar mais um segundo sem encostar.
— Não sei se a gente deve… — comecei, a voz falhando.
— Então talvez a gente não precise mais só escutar — ele respondeu, o sorriso de canto sumindo.
Aí ele beijou. A boca dele entrou quente na minha, a barba por fazer raspando meu queixo. Abri a mão no peito dele, sentindo o tecido áspero da camisa do uniforme. Ele colocou a mão na minha cintura, o polegar apertando por cima do top fino, e puxei o ar pelo nariz sem conseguir parar.
A gente ficou assim, boca na boca, sem pressa. Sentia o peso da mão dele subindo um pouco, ainda por cima da roupa. Meu short colado na coxa esquentava mais a cada segundo que a mão dele demorava. Abri o joelho sem pensar, a coxa roçando na dele.
Ele apertou minha coxa por cima do short, os dedos calejados marcando a pele através do algodão fino. A respiração dele ficou presa contra minha boca e segurei o ombro dele, puxando mais perto. O sofá rangeu baixo quando ele mudou de posição, o corpo dele mais perto agora, a mão descendo pela minha perna.
Ele me puxou do sofá e encostou minhas costas na parede e a mão subiu, apertando meu peito por cima do top. A respiração dele ficou presa contra meu pescoço, e fiquei ali, sentindo o short começar a descer.
Ele deslizou o short pelas minhas pernas devagar. A calça de moletom dele roçava meu joelho, o tecido quente e cheio de cheiro de suor misturado com o dele. Eu senti a mão grande subindo pela coxa nua, os dedos calejados deixando um rastro que ardia mesmo no escuro.
— Caio, me toca logo, tô molhada pra caralho — falei contra a boca dele.
A mão dele parou mais acima, apertando a parte interna da coxa. Eu puxei a barra da camisa dele pra cima, sentindo o abdômen dele contra meus dedos antes de subir mais. Quando tirei a camisa por cima da cabeça, ele respirou pesado contra meu pescoço. O peito dele era quente e largo, grudando nos meus seios por cima do top fino, a pele dele queimando contra a minha.
— Porra, Bianca, sua boceta tá pingando na minha mão — ele falou, a voz grave quase um rosnado.
Dois dedos dele entraram na minha boceta sem aviso, grossos e fundos. Eu abri mais as pernas, sentindo o polegar dele esfregando meu clitóris devagar, no mesmo ritmo que os dedos iam entrando e saindo. O som molhado era alto no silêncio do apartamento, misturado com a respiração dele no meu ouvido.
Ele baixou a boca pro meu peito, tirando o top com a mão livre. A língua quente dele pegou o bico, chupando devagar, depois mordendo de leve e soprando. Eu me arrepiei inteira, o bico endurecendo contra os lábios dele, e gemi baixo, a cabeça batendo na parede.
A gente parou um segundo, a respiração dele ainda quente contra meu peito. Depois ele desceu devagar, joelhos no chão, mãos grandes abrindo minhas coxas. A língua dele veio quente e larga, entrando fundo antes de sair devagar, molhada e firme.
Eu me segurei na parede, sentindo a aspereza do reboco nas costas das pernas. Ele lambeu devagar, um movimento longo que ia do fundo até o clitóris, depois repetiu, só a língua entrando e saindo, me abrindo.
— Caio… — minha voz saiu rouca, quase falhando.
Ele continuou, o barulho molhado da boca contra minha pele enchendo o quarto escuro. Cada vez que a língua dele entrava mais fundo, eu sentia a boca dele colando, sugando, depois soltando.
— Me come logo — pedi, a voz rouca de tanto querer. — Porra, Caio, mete logo.
Ele levantou a cabeça, o queixo brilhando. De pé, abriu o botão da calça devagar, o zíper descendo com um ruído baixo. A calça caiu um pouco nas coxas, o pau dele aparecendo duro, a mão grande segurando a base enquanto ele se tocava devagar, subindo e descendo uma vez só, me olhando.
— Caio, põe logo — eu falei, sem tirar os olhos da mão dele em volta do pau.
Ele sorriu de canto, se aproximando. Só a ponta encostou na minha entrada, quente e latejando, abrindo devagar sem entrar de verdade. Ele parou ali, roçando, deixando eu sentir o tamanho, sem dar mais.
— Pede direito — ele falou baixo, a voz grave roçando meu ouvido.
— Mete — eu disse, quase sem ar. — Mete tudo, Caio, agora.
Ele empurrou só mais um pouco, entrou um centímetro e parou de novo, saindo devagar, voltando com a ponta, me fazendo esperar, a mão ainda segurando o pau e me provocando.
O corredor lá fora parecia mais perto, os passos arrastando no piso frio do prédio. Eu segurei a respiração, sentindo o pau dele latejando. O coração batia tão forte que parecia que o vizinho ia escutar. Caio ficou imóvel, a mão grande na minha cintura, os dois esperando o som sumir.
— Porra — ele murmurou no meu ouvido, quase uma risada rouca.
Os passos passaram direto. A porta do 304 abriu e fechou. Ele soltou o ar quente no meu pescoço, e a mão dele desceu, apertando minha bunda enquanto ele voltava a empurrar, mais fundo, mais forte, o quadril batendo no meu.
— Vira — ele falou, me puxando pela cintura. Eu me virei de frente pra parede, as mãos abertas no reboco frio, o peito encostando, a pele dele grudando nas minhas costas. Ele entrou de novo, um golpe só, fundo, e eu gemi contra a parede, sentindo a parede áspera nas coxas.
Ele saiu devagar, o pau quente e molhado roçando a entrada da minha boceta. Eu fechei os olhos, sentindo ele esfregar devagar, a cabeça grossa subindo e descendo, molhando meu clitóris, voltando pra baixo, me provocando. Eu tentei empurrar o quadril pra trás, querendo ele de novo dentro, mas ele riu baixo e saiu mais um pouco.
Quer essa cena com o seu jeito?
Escrever minha versão— Caio… — minha voz saiu falhando.
Ele desceu de novo, ajoelhado agora, a boca quente abrindo minha boceta, a língua larga lambendo de baixo pra cima, devagar, demorando no clitóris, sugando, depois soltando. Eu me agarrei na parede, o gemido saindo rouco, o calor da língua dele me deixando mole nas pernas.
— Porra, me come — pedi, quase sem ar. — Volta, mete.
Ele levantou, a mão grande segurando o pau, esfregando mais uma vez, e entrou. Um golpe só, fundo, me prendendo na parede, o ritmo voltando forte, o som molhado da pele batendo na pele enchendo o quarto escuro. Ele segurou meu quadril com as duas mãos, puxando pra trás enquanto metia, a respiração grave no meu ouvido.
— Sua safada — ele falou, a voz rouca, quase um rosnado. — Tá apertando meu pau todinho.
Eu gemi, a boca encostada na parede, sentindo ele entrar e sair, cada vez mais rápido, a mão dele descendo entre minhas pernas, o dedo grande esfregando meu clitóris no mesmo ritmo que ele metia. O barulho molhado dos dedos, do pau, da boca dele roçando meu ombro.
— Assim, Caio — falei, quase chorando. — Não para.
Ele mordeu meu ombro de leve, o pau latejando dentro de mim, e continuou, mais fundo, mais devagar, depois mais rápido de novo, a mão apertando minha cintura, a outra apertando meu peito, o polegar roçando o bico, puxando. Eu gemi mais alto, a parede fria na minha cara, o corpo dele quente e suado grudando nas minhas costas.
— Vou gozar — avisei, a voz falhando. — Porra, Caio, eu vou gozar.
Ele meteu mais fundo, o dedo apertando meu clitóris, e eu gozei apertando ele, as pernas tremendo, a boceta apertando o pau dele, o gemido saindo rouco e longo contra a parede. Ele continuou metendo devagar enquanto eu gozava, a respiração dele quente no meu pescoço, a mão ainda apertando meu peito.
— Porra, Bianca — ele falou, a voz baixa, quase um sussurro. — Tá quente pra caralho.
Eu ainda tremia, o corpo mole, o pau dele ainda duro dentro de mim, pulsando. Ele não saiu. Ficou ali, respirando pesado, a mão grande descendo devagar pela minha barriga, os dedos molhados de mim.
Ele rolou no sofá, me puxando junto, e eu subi nele sem pressa. O couro frio roçou minhas coxas, mas o corpo dele era quente por baixo. Eu segurei o pau dele com a mão, já molhado de mim, e encaixei na entrada devagar, sentindo ele abrir de novo. Desci sentando devagar, sentindo cada centímetro entrando, até sentar por completo e sentir ele fundo.
— Assim — ele falou, a voz grave cortada, mãos grandes apertando meus quadris.
Eu comecei a subir devagar, parando no meio, descendo mais firme, testando o ritmo. Ele gemia baixo a cada descida, os dedos cavando na minha pele, os ombros largos tensos contra o sofá. Eu me apoiei no peito dele, rebolando devagar, sentindo ele latejar dentro.
Ele segurou meu quadril e empurrou de baixo, metendo fundo de uma vez, o pau grosso abrindo tudo. Eu gemi contra o ombro dele, o suor escorrendo entre a gente, o cheiro dele misturado com o meu preenchendo o ar.
— Vou gozar dentro — ele prometeu, a voz rouca, os quadris batendo contra os meus. — Vou te encher todinha, porra.
Eu subi de novo, desci mais forte, ditando o ritmo enquanto ele tentava acompanhar. Cada vez que eu descia, ele subia pra me encontrar, o som molhado da pele contra pele ecoando no quarto escuro.
A gente trocou de novo, ele virando a gente de lado no sofá sem sair de mim, a perna dele prendendo a minha, o pau batendo mais fundo nesse ângulo. Eu gemi contra o travesseiro, apertando ele sem querer, sentindo ele pulsar forte.
— Porra, Bianca — ele rosnou, a mão apertando meu peito, o polegar apertando meu bico. — Goza comigo.
Eu gozei primeiro, a boceta apertando ele em ondas, as pernas tremendo enquanto ele continuava metendo devagar, prolongando. Ele segurou firme, respirando pesado no meu pescoço, e gozou logo depois, o pau latejando dentro, jorrando quente e grosso, me enchendo enquanto eu ainda tremia.
Ficamos ali, largados no sofá, corpos suados grudados, a respiração dele quente na minha nuca, o pau ainda dentro, pulsando devagar enquanto a porra escorria entre a gente.
Ainda ofegante, ele me puxou pro colo dele no sofá, as mãos descendo pelas minhas costas. Tava o suor grudando a gente, o calor dele por baixo de mim. O ventilador voltou a girar num zumbido baixo, espalhando o cheiro da vela quase apagada.
— Ainda tá quente aqui dentro — ele falou, a voz grave roçando meu ouvido.
Beijei o pescoço dele, pegando o gosto salgado da pele. O pau dele encostou na minha coxa, meio mole ainda, mas já dando um pulso contra mim. Mexi de leve no colo dele e ele cresceu entre as minhas pernas abertas.
Ele me deitou de lado no sofá, levantando minha perna com uma mão só. Fiquei exposta pra ele, a boceta latejando ainda de ter gozado. Desceu, ajoelhando no chão ao lado do sofá, e a língua larga lambeu de baixo pra cima, pegando tudo que escorria.
O gemido saiu rouco quando ele ficou ali, sugando. A boca dele quente, a língua entrando um pouco, depois voltando pro clitóris e chupando com calma, como se tivesse tempo. Agarrei o cabelo dele, o quadril empurrando contra a cara dele sem querer.
— Assim, vai — falei, a voz falhando.
Ele lambeu mais fundo, a língua grossa abrindo tudo de novo, depois sugando o clitóris com os lábios. O som molhado preenchia o quarto escuro junto com a respiração dele. Senti o pau dele roçando minha perna, duro de novo, latejando contra a pele.
— Vem aqui — pedi, puxando ele de volta pro sofá.
Ele apertou meu peito com uma mão só, o polegar roçando o mamilo enquanto abria as pernas pra ele ficar mais perto. Desci a mão entre nós, os dedos molhados encontrando o clitóris inchado, e comecei a esfregar em círculos. Gemeu baixo, os lábios descendo pra chupar meu peito direito, a língua rolando em volta do bico antes de puxar com força.
— Porra — ele falou contra a pele, a voz abafada. — Tô sentindo você se tocando.
Gemi quando ele mordeu de leve, os dentes apertando só o suficiente pra doer gostoso. Meu dedo deslizava mais rápido agora, a pressão subindo enquanto ele passava pro outro peito, chupando com fome. Senti o pau dele duro contra minha barriga, pulsando cada vez que apertava o clitóris.
— Entra logo — falei, a voz falhando.
Ele parou de chupar, levantando a cabeça pra me olhar. O sorriso de canto apareceu de novo.
— Pede direito.
Senti a cabeça do pau dele encostando na entrada, só a ponta pressionando, abrindo um pouco e parando. Ficou ali, roçando, me deixando louca.
— Mete — pedi, o quadril tentando puxar ele pra dentro. — Por favor.
— Assim? — ele empurrou só um centímetro e saiu. — Ou quer mais?
— Para de brincar.
Ele sorriu de novo, mas dessa vez empurrou, a grossura abrindo tudo de uma vez, até o fundo. Soltei o ar preso, as unhas cravando no braço dele. Ficou parado por um segundo, sentindo a boceta apertar em volta do pau.
Depois virou a gente de lado no sofá, meu corpo encaixado contra o peito dele, as costas coladas no dele. Levantou minha perna com a mão, e entrou de novo por trás, fundo, o pau inteiro me preenchendo. O ritmo era lento, cada vez que ele saía e voltava até bater no fundo.
— Tão apertada — ele murmurou, os lábios na minha nuca. — Ainda latejando de gozar.
Gemi quando ele meteu mais fundo, a mão dele descendo pra segurar meu peito enquanto empurrava. O ventilador zumbia baixo, misturando com o som molhado da gente. Aumentou um pouco o ritmo, mas ainda controlado.
— Mais rápido — pedi, empurrando o quadril contra ele.
Ele mordeu meu ombro de leve, o pau saindo e voltando com força. O sofá rangia de leve com cada estocada, o cheiro de vela queimada misturando com o cheiro da gente. Segurei o braço dele, sentindo os músculos tensos enquanto ele me comia, fundo, como se tivesse a noite toda.
Soltou minha perna, a mão deslizando pelo meu quadril, e virei de frente pra ele no sofá, as pernas tremendo um pouco. Meu corpo encostado no dele, a respiração dele ainda pesada contra meu rosto. Empurrei o peito dele de leve, saindo de cima, e desci até ficar de joelho no chão do apartamento escuro.
Segurei o pau dele com uma mão só, a pele quente e latejando nos meus dedos, e baixei a boca. A cabeça escorregou entre meus lábios, o gosto salgado dele misturando com o meu, e desci mais fundo, sentindo ele crescer contra minha língua. Gemeu baixo, a mão na minha nuca, sem apertar, só descansando ali enquanto subia e descia, sugando com calma.
— Assim — ele falou, a voz rouca.
Levantei os olhos, vendo ele jogar a cabeça pra trás contra o encosto do sofá, os ombros largos tensos. Chupei mais firme, a língua rolando em volta, descendo até onde minha mão segurava a base. Pulsava na minha boca, quente, e sentia o quadril dele querer empurrar, mas ele segurava.
Puxou meu cabelo de leve, me fazendo parar, e me levantou de novo pro sofá. Caí de costas, as pernas abertas, e ele veio por cima, o corpo grande cobrindo o meu. A cabeça do pau encostou na entrada molhada, empurrando só um pouco, abrindo, e parou. Tentei puxar ele com as coxas, mas ficou ali, roçando a ponta.
— Entra — falei, a voz baixa.
Ele empurrou um pouco mais, só a cabeça dentro, e saiu de novo. Meu clitóris latejava, as mãos dele descendo pra segurar meus quadris enquanto provocava.
— Quer assim? — ele falou, a voz grave. — Ou quer tudo?
— Tudo — respondi, o quadril subindo pra encontrar ele. — Mete tudo.
Desceu de uma vez, grosso, abrindo tudo, até bater no fundo. Soltei o ar, as unhas cravando nos ombros dele. Ficou parado um segundo, sentindo a boceta apertar em volta, depois começou a mexer, saindo e voltando com força controlada. A mão dele desceu entre nós, os dedos grossos encontrando o clitóris inchado, esfregando em círculos enquanto metia.
O som molhado preenchia o quarto escuro, misturando com a respiração pesada dele contra meu pescoço. Gemi quando os dedos apertaram mais, o clitóris latejando sob o toque dele, enquanto o pau batia fundo, ritmado. Aumentou a velocidade, os quadris batendo contra os meus, a mão apertando meu peito enquanto metia.
Aumentou a velocidade, os quadris batendo contra os meus, a mão apertando meu peito enquanto metia. Sentia o sofá rangendo de leve, o corpo dele quente em cima do meu, a respiração pesada contra meu pescoço. O pau dele saía e voltava com força, a grossura abrindo tudo de novo, cada estocada me fazendo apertar ao redor dele.
Parou de repente, saindo, a cabeça escorregando pra fora. Gemi de frustração, mas ele já estava descendo, a boca indo direto pra boceta latejando. A língua grossa lambeu de uma vez, pegando o gosto do meu gozo misturado com ele, sugando o clitóris inchado com força. Agarrei o cabelo dele, o quadril empurrando contra a cara dele.
— Volta — falei, rouca.
Lambeu mais uma vez, a língua entrando um pouco antes de subir pro clitóris e chupar firme. Meu corpo tremia, latejando, pedindo ele de volta. Subiu de novo, o corpo grande cobrindo o meu, e a cabeça do pau pressionou a entrada molhada.
Empurrou só a ponta, abrindo, e ficou ali, roçando. Tentei puxar ele com as coxas, mas ele não entrava. Ficou roçando a cabeça na entrada, me deixando louca, até eu falar, ofegante:
— Mete, porra. Entra.
Sorriu de canto e desceu de uma vez, grosso, até o fundo. Soltei o ar preso, as unhas cravando nos ombros dele. Começou, ritmo controlado, sentindo cada centímetro. Depois aumentou, o quadril batendo contra o meu, a mão apertando meu peito enquanto metia mais rápido.
Parou tudo de repente, só o pau dentro, latejando. Ficou ali, respirando pesado, me olhando. O corpo dele tremia um pouco, controlando. Apertei ao redor dele, implorando com o quadril, mas ele não se mexia.
— Por favor — falei, a voz falhando.
Sorriu de novo, de canto, e começou a se mover bem devagar. Saiu e voltou com força, uma vez, duas, o ritmo mudando de repente. Voltou rápido, o pau batendo fundo, os quadris batendo contra os meus. Gemi alto, sem controle, o clitóris latejando cada vez que ele batia.
O ventilador voltou de repente, o zumbido baixo enchendo o quarto escuro. Não parei, empurrando o quadril contra ele, pedindo mais. Meteu mais rápido, a mão segurando meu peito, os dedos apertando o mamilo. Sentia o pau dele latejando dentro, mais grosso, batendo no fundo a cada estocada.
Saiu de dentro, a mão descendo, os dedos grossos encontrando o clitóris inchado. Esfregou rápido em círculos, a outra mão segurando meu quadril. Gemi alto, o corpo inteiro tremendo, o gozo subindo rápido demais. Desceu de novo, a boca indo pra boceta latejando, a língua grossa chupando o clitóris com força. Apertei as coxas ao redor da cabeça dele, o quadril empurrando contra a cara dele.
Subiu de novo, o pau duro pressionando a entrada. Entrou de uma vez, grosso, me preenchendo até o fundo. Começou a meter rápido, o quadril batendo contra o meu, o som molhado enchendo o quarto. Gemi sem parar, o corpo inteiro apertando ao redor dele.
— Sua boceta apertando meu pau — ele falou, a voz rouca.
Gemi quando ele meteu mais fundo, o pau latejando dentro de mim. Saiu de repente, a mão descendo pra segurar o pau, e gozou na minha coxa. Senti o jato grosso, escorrendo pela pele, pingando devagar. Continuou segurando o pau, o corpo tremendo, o gozo escorrendo pela minha coxa, pegajoso.
Ficamos largados no sofá, respiração pesada, corpos molhados de suor e porra. O ventilador zumbia baixo, espalhando o cheiro da vela quase apagada. Puxou meu corpo contra o dele, o peito largo contra minhas costas, o braço me segurando. O calor residual da pele dele contra a minha, o som baixo do coração dele batendo perto do meu ouvido.
Ficamos quietos, corpos largados no sofá, respiração sincronizada no escuro até a luz voltar.

