Quer um conto assim, do seu jeito? Escreva o seu

A lanterna do porteiro demorou no meu decote e eu deixei

por Bia do 302 · 28 de set. de 2026

Cheguei do plantão exausta, com os pés latejando e a blusa toda molhada da chuva, mas ainda assim levei o café quente pra ele na guarita.

O carro parou sob o toldo da entrada. Eu desliguei o motor e fiquei um segundo olhando pro copo de isopor no porta-copos, sentindo o calor subir pela palma da mão. A chuva fina caía no para-brisa e descia devagar pelo pescoço quando eu abri a porta.

Pisei na poça que se formou embaixo do carro. A água fria entrou pelo sapato, enfiou nos dedos, mas eu continuei andando. O copo queimava um pouco, o café cheirava forte misturado com o barro que o portão batia na grama.

A porta da guarita rangeu quando empurrei. Lá dentro estava escuro por causa da lâmpada amarelada que mal dava conta de iluminar. Everton estava sentado no banquinho de madeira, a lanterna desligada ao lado do quadril. A barba por fazer tinha fios grisalhos que apareciam na luz fraca.

Ele ergueu o olhar devagar. Os olhos escuros ficaram em mim só o tempo de registrar, depois baixaram de novo pro chão. Eu parei na entrada, sentindo o cheiro de terra molhada subir do sapato.

— Trouxe um café pra você, pra agradecer por sempre me acompanhar até a porta com a lanterna.

A voz saiu um pouco mais baixa que o normal. Everton estendeu a mão grande, os dedos calejados fechando em volta do copo. A madeira do banquinho rangeu quando ele mudou o peso.

— Obrigado.

O café fumegava entre a gente. A chuva batia mais forte no telhado de zinco agora, e eu fiquei ali parada, com o pescoço ainda úmido e a blusa grudada nas costas.

A madeira do banquinho rangeu de novo quando ele mudou de posição. O copo de isopor ficou entre as mãos grandes dele, o vapor subindo e misturando com o cheiro de terra molhada.

— Não precisava, mas obrigado. Tá uma noite fria pra caralho hoje.

Ele falou baixo, a voz saindo rouca como sempre. Os olhos escuros se fixaram no decote da blusa, onde o tecido molhado marcava o contorno dos seios. Ficou olhando por alguns segundos, sem pressa, antes de desviar o olhar.

Eu senti o calor subir pela barriga, devagar, como se o olhar dele tivesse deixado marca. A blusa ainda estava grudada nas costas, mas na frente o tecido molhado tinha caído um pouco, deixando mais pele à mostra.

— É, o plantão foi longo e a chuva não ajudou. Você fica aqui sozinho a noite toda?

A pergunta saiu quase normal, mas a voz saiu um pouco diferente. Ele voltou a olhar pra mim, só que agora os olhos demoravam mais pra descer de novo. A barba por fazer tinha brilhos grisalhos na luz fraca.

— Fico. Quando não chove tanto, dá pra ouvir os carros passando lá fora. Hoje nem isso.

Ele tomou um gole do café, os dedos calejados contrastando com o branco do isopor. A chuva batia no zinco com um som mais constante agora, como se tivesse decidido ficar. Eu fiquei ali, com a mão ainda quente do copo que entreguei.

A conversa ficou pairando no ar, leve, como se a gente ainda estivesse se testando. Ele olhou de novo pro decote molhado da blusa, e dessa vez não desviou tão rápido. Eu reparei no jeito como os olhos escuros ficaram parados ali, como se tivessem achado algo que valia a pena parar pra ver.

A madeira do banquinho rangeu quando ele mudou de posição outra vez. O calor do café subiu entre a gente, misturando com o cheiro de barro que vinha de fora. A lâmpada amarelada piscou uma vez, como se a luz estivesse com preguiça.

Guardei o celular na bolsa devagar, sentindo o tecido úmido da blusa grudar na pele quando estiquei o braço. A chuva no zinco parecia mais alta agora, como se tivesse decidido não parar tão cedo.

— O plantão foi daqueles que a gente acha que nunca vai acabar. Cheguei a pensar em pedir pra dormir no sofá da sala de descanso, mas depois vi que era besteira.

Parei, rindo baixo de mim mesma. O som saiu quase rouco, misturado com a fadiga que ainda estava no corpo.

— Imagina eu passando a noite inteira ali, com a roupa do hospital fedendo a álcool e o pessoal da limpeza entrando de madrugada. Melhor vir pra casa, mesmo molhada.

Everton tomou mais um gole do café. Os olhos escuros pararam no jeito como o decote molhado marcava a curva dos seios, e demoraram um segundo a mais antes de subir de novo pro rosto dela. A barba por fazer parecia mais grisalha sob a luz fraca da lâmpada.

— E você? Fica aqui até que horas mesmo?

A pergunta saiu mais curiosa do que devia, como se ela realmente quisesse saber. Ele coçou a nuca com a mão grande, os dedos calejados raspando na pele.

— Até as seis. Às vezes sete, se o outro cara atrasa. Hoje não deve ter problema, a chuva tá tão forte que ninguém vai querer sair de casa pra trocar plantão.

A madeira do banquinho rangeu quando ele mudou de posição, o copo de isopor rangendo entre os dedos. Senti o ar da guarita mais quente de repente, ou talvez fosse só a blusa úmida grudando mais na barriga.

— E você não acha ruim? Ficar aqui sozinho a noite toda, sem ninguém pra conversar?

Ela perguntou sem pressa, os olhos parando no movimento dos ombros dele quando ele deu de ombro. O cheiro de café subia forte do copo, misturando com o barro que ainda vinha de fora.

— Às vezes é bom. Ninguém pra encher o saco, dá pra pensar nas coisas. Hoje até que tá bom ter companhia.

Everton falou baixo, a voz rouca quase desaparecendo no barulho da chuva. Os olhos escuros voltaram pro decote molhado da blusa, e dessa vez ficaram mais tempo, como se ele tivesse perdido a conta dos segundos.

A lâmpada amarelada piscou de novo, mais devagar agora, como se estivesse prestes a apagar. O silêncio entre eles ficou mais denso, a chuva batendo constante no telhado de zinco.

A madeira do banquinho rangeu baixo quando me aproximei. O ar na guarita parecia mais frio agora, mas o calor vindo dele preenchia o espaço entre a gente. Senti o cheiro de café e terra molhada misturado com o dele, algo que vinha da barba por fazer e do uniforme.

Everton respirou fundo, o peito subindo e descendo devagar. Os olhos escuros desceram pra minha boca, e ficaram ali, sem pressa de voltar pra cima.

— Companhia é bom. Principalmente quando você aparece com essa blusa molhada assim.

A voz saiu rouca, quase perdida no barulho constante da chuva no zinco. Eu inclinei o rosto devagar, sentindo a respiração dele quente na minha bochecha. O cheiro dele era mais forte agora, misturando com o café que ainda fumegava entre as mãos grandes.

Ele segurou minha nuca com uma das mãos calejadas, puxando devagar. O beijo veio forte, a língua dele abrindo caminho na minha boca, quente e urgente. Eu respondi sem pensar, sentindo o gosto de café e algo mais, algo que era só dele.

Ele soltou minha nuca só pra levar as duas mãos pro meu peito, apertando os seios por cima da blusa molhada. Os dedos grandes espalharam pelo tecido, sentindo o peso, apertando devagar. Senti os mamilos endurecendo contra as palmas dele, roçando no tecido úmido.

— Everton...

O nome saiu rouco, quase um gemido. Ele apertou mais forte, as mãos grandes cobrindo tudo, apertando e soltando devagar. A blusa encharcada não escondia nada, o tecido colado marcando cada curva. Eu me mexi um pouco pra frente, sentindo o corpo dele quente contra o meu.

Ele puxou a blusa pra cima devagar, os dedos calejados raspando na pele da barriga. O tecido subiu até ficar preso embaixo dos seios, deixando a barriga à mostra. Ele voltou a apertar os seios por cima, os polegares roçando onde os mamilos estavam duros, fazendo pressão devagar.

A respiração dele ficou mais pesada no meu pescoço. Eu gemi baixo, sentindo o aperto das mãos grandes, os dedos espalhando e apertando, o tecido molhado não servindo de barreira nenhuma. A madeira do banquinho rangeu quando ele se inclinou mais pra frente, me puxando contra ele.

A blusa começou a subir mais, os dedos dele puxando o tecido molhado pra cima devagar, os seios quase escapando por baixo. O beijo voltou, mais fundo agora, a língua dele procurando a minha enquanto as mãos grandes continuavam apertando, sentindo, apertando de novo.

Everton puxou a blusa molhada pra cima de uma vez, o tecido frio enroscando no meu pescoço. A mão calejada desceu de novo e o sutiã foi junto. Os dedos grandes prenderam o tecido embaixo dos seios, deixando tudo à mostra. Ele se inclinou no banquinho e a boca dele fechou quente no mamilo esquerdo, sugando fundo, a barba por fazer raspando a pele sensível.

— Caralho, Everton, eu queria isso desde aquela lanterna que ficou mais tempo no meu decote.

Ele respondeu com a boca cheia, a língua grossa enrolando no bico duro, o som molhado saindo entre os gemidos baixos que vibravam contra o peito. A mão livre dele subiu e apertou o outro seio, os dedos calejados marcando a pele branca enquanto a boca sugava mais forte.

Minha mão desceu pelo peito dele até achar o zíper da calça. A aba desceu com um som de metal. Eu enfiei os dedos por dentro da cueca, peguei o pau dele já latejando, a cabeça molhada roçando na palma. Ele deu um gemido rouco que vibrou contra a minha pele, os dentes apertando de leve no mamilo.

— Eu também, porra. Sua boceta tá molhada pra caralho, tá pedindo pra levar pau.

Eu segurei firme e comecei a masturbar devagar, subindo até a cabeça, girando a mão no caminho de volta. Ele parou de mamar por um segundo, a respiração saindo quente e pesada contra meu peito, o pau pulsando nas minhas mãos enquanto eu apertava mais.

Ele enfiou a mão por baixo da minha saia, os dedos ásperos subindo pela coxa até achar a borda da calcinha. Puxou de lado com um movimento rápido, a ponta dos dedos grossos tocando direto no clitóris inchado. Meu quadril deu um tranco pra frente, a madeira do banquinho rangeu quando ele pressionou mais, esfregando em círculos.

Ele puxou a calça pra baixo até as coxas e o pau saltou pesado, duro, a cabeça brilhando de molhado. A mão grande fechou em volta, subiu até a ponta, apertando no caminho de volta, e ele olhou pros meus peitos com os bicos brilhando de saliva.

— Olha o que você fez comigo, caralho.

Eu me ajoelhei devagar, o joelho tocando o piso gelado da guarita. Ele ainda se tocava quando eu abri a boca e passei a língua na cabeça, pegando o gosto salgado misturado com o cheiro de suor dele. A barba por fazer roçou na minha testa quando ele se inclinou um pouco pra frente, soltando o pau pra mim.

Eu segurei na base e passei a língua em volta, sentindo pulsar contra a boca. Ele gemeu baixo, rouco, a mão calejada indo parar no meu cabelo, apertando sem empurrar.

— Isso, porra... engole mais.

Quer essa cena com o seu jeito?

Escrever minha versão

Eu abri mais a boca e desci, sentindo a cabeça roçar no céu da boca, a língua pressionando por baixo. A mão dele apertou meu cabelo quando eu subi de novo, chupando forte na volta, a saliva escorrendo pelo pau enquanto ele latejava.

— Porra, sua boca tá me matando.

Ele me puxou pelo braço, me levantou rápido e me virou. O quadril dele bateu contra o meu enquanto ele me carregava até a mesa, a madeira áspera roçando minha barriga quando ele me deitou de bruços. As mãos grandes abriram minhas pernas, o pau roçando molhado na parte de dentro da coxa.

— Levanta esse rabo, deixa eu ver essa boceta.

A mesa rangia por baixo da minha barriga, a madeira áspera arranhando a pele toda vez que ele mexia o quadril. Senti a cabeça dele roçar a entrada, dando voltas sem entrar. O pau latejava contra a boceta, a mão grande segurando firme na minha cintura.

— Tá sentindo? Só a ponta agora... pede pra eu enfiar tudo, vai.

O corpo dele ficava parado, só a cabeça pressionando, abrindo um pouco e parando, me deixando louca. Eu tentei empurrar pra trás, mas ele segurou firme, sem deixar entrar mais.

— Por favor, mete tudo, me come logo.

Ele riu baixo, aquele som rouco que vibrava no peito. Depois meteu de uma vez só até ficar todo dentro. A mesa rangeu mais forte quando ele começou a empurrar, saindo quase inteiro e voltando, cada vez mais fundo. O som molhado da boceta sendo comida se misturava com a chuva lá fora e com os gemidos dele, curtos e pesados.

A gente estava tão no ritmo que quase não escutou. Passos na chuva, correndo, perto da porta da guarita. Everton congelou, o pau ainda dentro de mim. Meu coração batia tão forte que parecia que ia ouvir. A gente ficou imóvel, ofegante, sentindo o corpo um do outro, esperando o som ir embora. Quando os passos sumiram, ele soltou o ar pela boca e puxou o pau devagar.

Ele me virou rápido, me colocou de costas sobre a mesa. A saia subiu até a cintura quando ele puxou minhas pernas pra cima. O pau dele, brilhando de molhado, bateu contra a coxa enquanto ele se posicionava de novo. Dessa vez entrou mais fácil, mais fundo, o peso do corpo dele me prendendo contra a madeira.

Ele cuspiu na mão e passou no pau antes de meter de novo, o ritmo mais forte agora. As mãos grandes seguravam minhas coxas abertas enquanto ele socava, a mesa rangendo, o pau entrando e saindo com força. Eu senti ele parar dentro de mim por um segundo, o olhar escuro descendo pelo meu peito suado.

— Porra, olha essa boceta apertando.

Ele voltou a meter, mais rápido agora, o quadril batendo contra o meu, os gemidos roucos saindo toda vez que ele afundava. A chuva batia forte no telhado da guarita, abafando nossos sons. O pau dele latejava dentro de mim, grosso, cada estocada me fazendo morder o lábio pra não gemer alto demais.

Eu me levantei um pouco, apoiando os cotovelos na mesa, e ele me puxou pra sentar no colo dele. O pau deslizou pra fora um pouco quando eu subi, depois eu desci de novo, assumindo o ritmo. Ele segurou minha cintura, me ajudando a subir e descer, a cada vez o pau batendo mais fundo. Eu me inclinei pra frente, meus peitos roçando no peito dele suado.

Everton gemeu baixo quando eu comecei a rebolar, sentindo ele pulsar dentro de mim. As mãos grandes apertaram minha bunda, me puxando pra baixo a cada descida, o pau dele batendo fundo. Eu senti ele crescer mais, o corpo tenso, pronto pra gozar.

O dedo dele achou o clitóris e começou a esfregar em círculos rápidos enquanto o pau batia fundo. Minha boceta apertava toda vez que ele pressionava, o corpo latejando por baixo da mão grande. Eu segurei no pulso dele sem saber se queria que parasse ou que apertasse mais.

— Caralho, não para.

Ele apertou mais forte, o dedo molhado escorregando enquanto metia sem parar. O pau latejava dentro de mim, grosso, cada estocada mais pesada que a anterior. A mesa rangia debaixo do meu quadril, a madeira áspera marcando a pele.

Everton soltou um gemido rouco e travou o quadril contra o meu, o pau pulsando forte enquanto ele gozava. Senti o jato quente enchendo tudo, porra escorrendo entre as pernas, o corpo dele tremendo em cima de mim. A mão dele ainda apertava meu clitóris, o dedo tremendo com a força do orgasmo.

Ele continuou empurrando, a porra vazando toda vez que o pau saía um pouco e voltava. Eu sentia o pau dele pulsando ainda, cada vez mais mole, a boceta apertando em volta como se não quisesse soltar. A chuva batia no telhado, o cheiro de suor e café misturado no ar da guarita.

Everton ficou parado em cima de mim, a respiração pesada contra meu pescoço, o corpo quente colado no meu peito. Senti a porra escorrer devagar pela coxa, grossa, escorrendo pela madeira da mesa. O pau ainda latejava dentro de mim, molhado, satisfeito.

Ele puxou devagar, a porra vazando mais forte quando o pau saiu. Eu fiquei ali, ofegante, as pernas abertas, a saia enrolada na cintura. A chuva continuava caindo lá fora, o som constante no telhado, o cheiro de sexo e suor enchendo o lugar pequeno.

Ainda com a porra dele escorrendo, empurrei o Everton pra sentar na cadeira e subi no pau dele. A madeira do assento rangeu baixo quando ele se ajeitou. Meu quadril desceu, a cabeça grossa abrindo caminho no meio da bagunça que ele tinha acabado de deixar.

Sentei até o fundo de uma vez. Ele soltou um gemido rouco, as mãos grandes parando na minha cintura, os dedos calejados marcando a pele suada. O pau ainda pulsava fraco por dentro de mim, molhado, meio mole e voltando a ficar duro enquanto rebolava.

— Caralho, ainda tá cheia.

Minha saia enrolada na cintura roçava nas coxas dele. Me inclinei pra frente, os seios encostando no peito dele suado, e comecei a rebolar em círculos pequenos. O pau crescia dentro de mim, esticando tudo de novo, batendo fundo cada vez que descia.

Everton apertou mais a minha cintura. O pau latejava forte agora, duro outra vez, o barulho da porra escorrendo toda vez que subia e descia. Ele me puxou pra baixo mais firme, o quadril dele dando um tranco pra cima.

— Tô sentindo tudo escorrendo... porra.

Parei um segundo, o pau todo dentro, pulsando. A mão dele desceu entre a gente e os dedos ásperos acharam o clitóris inchado, esfregando por cima da boceta melada. Meu quadril tremeu. Fechei os olhos e deixei a cabeça cair pra frente, a respiração contra o pescoço dele.

A chuva batia no telhado. O cheiro de sexo enchia o ar fechado da guarita. Apoiei-me nos ombros dele e comecei a subir, o pau saindo quase inteiro, abrindo de novo quando desci.

Everton subiu as mãos e agarrou meus peitos, apertando forte, os dedos ásperos espremendo a pele. Ele inclinou a cabeça e chupou um mamilo, a língua grossa girando, depois sugando com mais fome. Gemi alto, o quadril tremeu e comecei a cavalgar mais rápido, subindo e descendo no pau duro dele, a cabeça batendo fundo toda vez.

— Caralho, que delícia.

A boca dele trocou de lado, chupando o outro mamilo, os dentes roçando de leve. Segurei a nuca dele, puxando mais contra meu peito, enquanto o quadril subia e descia sem parar. O barulho da porra dele escorrendo toda vez que descia enchia o espaço pequeno da guarita. Meu corpo inteiro queimava, a boceta latejando em volta do pau dele.

Apoiei as mãos no encosto da cadeira e comecei a cavalgar de verdade, subindo quase até sair e descendo com tudo. O pau dele batia fundo, a madeira da cadeira rangendo a cada movimento. Gemia sem controle, o cheiro de sexo e suor misturado com a chuva lá fora.

— Porra, tá tão gostoso.

Everton apertou minha cintura, tentando me segurar, mas não deixei. Meu quadril girava e descia com força, o pau dele escorregando na bagunça que ele tinha gozado antes. Gemia mais alto, o corpo dele tremendo por baixo de mim, a cadeira batendo contra a parede.

— Assim, porra… me usa.

Parei um segundo, o pau dele todo dentro, latejando. Os olhos escuros dele me olharam por um segundo, depois desviaram. Comecei de novo, mais lento, fazendo ele sentir cada centímetro enquanto subia e descia, gemendo baixo toda vez que a cabeça raspava fundo.

— Olha pra mim quando eu te como.

Ele levantou a cara, a barba roçando meu peito, e voltou a chupar. Cavalguei mais forte, a respiração entrecortada, o pau dele escorregando na porra, o barulho ecoando no ar fechado.

Parei de cavalgar, o peito subindo e descendo rápido, o pau dele ainda latejando dentro de mim. A mão grande dele apertou minha cintura com mais força, me puxando pra cima.

— Levanta, vem aqui.

Ele me ajudou a sair do pau, a porra dele escorrendo pelas minhas coxas enquanto descia. O chão frio da guarita tocou os joelhos primeiro, depois as palmas das mãos. Apoiei de quatro, a saia ainda enrolada na cintura, o ar batendo na pele suada. Ele se ajoelhou atrás, a barba roçando minha coluna por um segundo antes dele se posicionar.

O pau grosso abriu caminho de novo, no começo, depois meteu tudo de uma vez. Soltei um gemido rouco, a cabeça caindo pra frente. Ele segurou meus quadris com as mãos calejadas e começou a meter com força, o barulho enchendo o espaço pequeno. Cada estocada empurrava a porra dele mais fundo, escorrendo pelos meus lábios, pingando no chão.

— Porra, que boceta gostosa.

Gemia cada vez que ele batia fundo, o quadril dele batendo contra minha bunda. O ritmo era cru, direto, ele puxando quase até sair e voltando com tudo. O pau latejava, abrindo caminho na bagunça molhada que ele tinha deixado dentro.

A respiração dele saiu mais pesada, o pau inchando mais dentro de mim. Ele apertou minha cintura com mais força, o corpo inteiro tremendo.

— Porra… vou gozar de novo.

O pau pulsou forte, o gozo quente jorrando fundo, enchendo tudo de novo. A boceta apertou em volta dele, sugando cada gota enquanto ele gemia rouco, o quadril preso contra o meu. A porra escorreu pelas minhas coxas, grossa, misturando com o que já tinha lá.

Ele ficou parado um segundo, o pau ainda latejando dentro, o cheiro de sexo forte no ar fechado. A chuva batia no telhado lá fora, distante, e o trovão fraco rolou no céu.

A chuva diminuiu pra um ruído leve no telhado. Everton ainda estava dentro de mim, pulsando fraco, o corpo largado contra minhas costas. Apoiei-me nos cotovelos e ele se retirou devagar, a porra escorrendo pelas minhas coxas até pingar no chão.

A gente se largou devagar no banquinho, as pernas moles. Everton me puxou pro colo dele, a saia toda embolada na cintura, o pau mole dele escorregando entre as coxas molhadas.

— Ainda quer?

Ele me olhou de relance, a barba roçando meu peito suado. A mão desceu entre a gente e ele segurou o pau, esfregando a cabeça contra minha boceta inchada, a porra ainda escorrendo de dentro de mim.

— Tô mole, caralho.

Desci mesmo assim, ele indo entrando pouco a pouco, abrindo caminho na bagunça que a gente tinha feito. Ele gemeu baixo quando sentei até o fundo, o pau mole preenchendo de outro jeito, escorregando na porra.

A chuva parou quase de vez. O silêncio ficou pesado na guarita pequena, só o som da respiração dele contra meu pescoço e o quadril mexendo, ele crescendo de novo por dentro. Os dedos dele apertaram minha cintura, as mãos grandes marcando a pele suada.

— Porra... você não para.

Sorri contra a barba dele e subi, o pau saindo quase inteiro e voltando a entrar, agora mais duro. O quadril girava em círculos pequenos, o clitóris roçando contra a base dele, a boceta latejando em volta do pau que voltava a ficar grosso.

Ele segurou meus peitos de novo, apertando forte, a barba áspera arranhando a pele sensível enquanto a boca procurava um mamilo. A língua grossa lambeu e depois chupou com fome, os dentes roçando de leve. Gemi rouco e desci mais fundo, o pau dele latejando forte agora, duro de verdade, a cabeça batendo fundo cada vez que sentava.

— Isso... me usa toda, porra.

O barulho voltou a encher o espaço, o pau escorregando na porra que ele tinha gozado duas vezes, o quadril subindo e descendo sem parar. Ele cuspiu na mão e desceu entre a gente, os dedos ásperos esfregando meu clitóris inchado enquanto cavalgava, a respiração dele contra meu peito suado.

Parei um segundo, o pau todo dentro, pulsando forte. Me inclinei pra frente e segurei a nuca dele, fazendo ele me olhar de novo enquanto descia, cada centímetro entrando.

— Olha pra mim enquanto eu te como.

Ele levantou a cara, a barba roçando meu peito, e voltou a chupar o mamilo, sugando com mais fome. Comecei a cavalgar de verdade, subindo quase até sair e descendo com tudo, o pau dele batendo fundo, a madeira da cadeira rangendo a cada movimento. O cheiro de sexo e suor enchia o ar fechado da guarita.

— Porra... me ordenha todo.

A gente ficou largado no banquinho, os corpos suados colados, a respiração pesada no ar fechado da guarita. A chuva finalmente parou lá fora, o trovão fraco rolou distante e sumiu. Larguei a cabeça no ombro dele, o pau dele ainda pulsando fraco por dentro, a porra escorrendo quente entre a gente.

Escreva o seu conto

Descreva a premissa e leia a sua primeira cena em minutos, de graça.

Escrever meu conto

Você também pode gostar