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O amigo do meu marido e a toalha que eu fingia não ver

por Carol Tavares · 28 de set. de 2026

Acordei cedo e fui direto pra cozinha preparar o café, o corpo tenso de expectativa. O silêncio da casa depois que o Fábio viajou me deixava inquieta, como se cada cômodo esperasse por algo que eu não sabia nomear.

O cheiro do café fresco começou a subir do coador e se misturou com o sabonete que ainda saía do banheiro. Eu ficava ali parada, escutando a água correndo forte, imaginando a toalha branca que ele enrolava na cintura nos dias anteriores.

O liquidificador parou de fazer barulho e voltei a mexer o pó com a colher, tentando não deixar a cabeça fugir. O vapor do chuveiro escorria pelo corredor e vinha até a cozinha, trazendo aquele cheiro limpo dele misturado com o café.

Peguei o celular na bancada e abri a mensagem do Fábio. Ele dizia que tinha chegado bem e perguntou se eu estava bem sozinha. Comecei a digitar uma resposta explicando que estava tudo tranquilo, depois apaguei tudo.

Mandei só um emoji de joinha e fiquei olhando a tela. Ele não visualizou na hora. Guardei o celular no bolso do short e voltei a mexer o café, ouvindo a água caindo.

A porta do banheiro abriu e Diego saiu enrolado na toalha, o peito brilhando molhado. Ele parou na entrada da cozinha, olhando a xícara na minha mão.

— O café tá quase pronto, quer um pouco antes de sair pro curso? — falei, virando o rosto pra ele sem conseguir disfarçar o olhar.

Diego entrou na cozinha com a toalha branca enrolada na cintura, gotas d'água escorrendo pelo peito.

— Quero sim. Essa casa fica muito quieta sem o Fábio, né?

Ele parou perto da mesa, a xícara de cerâmica na minha mão. O vapor do café subia entre a gente, misturando com o cheiro limpo que ele carregava da toalha. Olhei rápido pra ele e depois pro liquidificador desligado na bancada. Ele não tirou os olhos de mim.

— É, ele viajou cedo hoje. Vou ficar sozinha até sábado, imagina o tédio.

A blusa fina marcava mais do que eu queria mostrar. Ele reparou, o olhar descendo até o short que mal cobria a coxa. Pus a xícara na mesa, o pires fazendo barulho seco. Ele sorriu de canto, só um lado da boca.

— A gente podia sair, sei lá, tomar um sorvete ou coisa assim.

Eu me apoiei na bancada, os dedos tamborilando na borda. O short subiu um pouco mais quando cruzei as pernas.

— Eu pensei em ficar em casa mesmo, ver série.

Ele inclinou a cabeça, ainda com aquele sorriso pequeno.

— Sozinha?

O silêncio ficou mais forte depois que ele falou. A toalha não escondia a linha dos ombros largos. Olhei pra ele um segundo a mais que precisava, vendo a água escorrer até o peito.

O liquidificador ficou parado na bancada, o cheiro doce do café saindo forte do coador. Virei de novo pra xícara, pegando a colher só pra ter alguma coisa pra fazer com a mão.

— O sorvete é uma boa ideia — falei, o pé batendo na perna da mesa. — Mas hoje eu tô me sentindo preguiçosa, sei lá. Fábio me ligou ontem reclamando que ia ter que ficar até sábado longe de casa, e eu acabei prometendo que ia ficar quietinha aqui.

Diego mudou o peso de uma perna pra outra. A toalha ainda pingava no chão, uma gota escura se formando no rejunte branco. Ele passou a mão no peito, tirando o excesso de água, e vi os pelos escuros se mexendo sob os dedos.

— Duas semanas. — Ele repetiu a palavra, como se testasse o gosto dela. — Isso é tempo pra muita coisa acontecer.

A blusa fina colava um pouco na barriga por causa do vapor que ainda saía do corredor. Olhei pro liquidificador de novo, mas o olhar dele ficou no meu pescoço, descendo até onde a gola marcava o começo dos seios.

— Você acha que dá pra ficar quieta tanto tempo? — ele perguntou, a voz baixa. — Eu duvido. Você parece do tipo que precisa de movimento.

A xícara de cerâmica ainda estava quente debaixo dos meus dedos. Girei ela no pires, o barulho pequeno preenchendo o silêncio que crescia entre a gente. A toalha dele subia um centímetro na cintura quando ele respirava fundo.

— Eu até gosto de ficar quieta — falei, o pé parando de bater. — Depende da companhia.

Ele sorriu de canto de novo, aquele sorriso que só levantava um lado da boca. A água continuava escorrendo pelo peito dele, uma gota parando no mamilo antes de cair. Fingi mexer no café, mas senti o olhar dele demorar nos meus seios e nas minhas pernas.

Ele deu um passo pequeno pra pegar a xícara em cima da bancada. O corpo dele passou perto demais, o cheiro de sabonete ainda fresco na pele molhada. Não me mexi, senti o calor que vinha dele e o vapor do café subindo entre a gente.

— Ele me mandou um áudio mais cedo — ele falou, a voz baixa, quase no meu ouvido. — Disse que ia demorar pra voltar, que ia ter reunião até tarde.

A mão dele ficou na borda da xícara, sem pegá-la. Virei o rosto um pouco e vi que ele me olhava de perto, os olhos descendo pro meu pescoço e subindo de novo. A toalha dele roçou na minha coxa.

— Ele sempre viaja muito — falei, quase sem som. — A gente acaba acostumando.

Ele não respondeu. A respiração dele batia no meu pescoço, demorando, e a pele arrepiou onde o ar tocava. O pé dele roçou no meu, sem querer, sem afastar.

— Você também não parecia muito feliz na mensagem — ele disse, mais perto ainda. — Parecia que queria falar outra coisa.

Não respondi. Fiquei olhando a boca dele, o jeito que a água escorria pelo peito, o brilho dos pelos escuros molhados. Ele inclinou o rosto um centímetro. Meu lábio quase encostou no dele.

— Cuidado com o que você fala, gostoso — falei. — Essa toalha não parece muito firme.

Ele sorriu de canto, só um lado da boca, e segurou minha cintura por cima da blusa. Os dedos dele apertaram o tecido fino, me puxando até a barriga dele encostar na minha. A xícara ficou pra trás, esquecida.

Ele colou a boca na minha num beijo urgente, o gosto de café ainda na língua. Abri os lábios, respondendo, as mãos subindo pro ombro dele, sentindo a pele quente e molhada. O short subiu um pouco quando me inclinei mais pra frente.

As mãos dele subiram pelas minhas costas, apertando meus seios por cima da blusa, os polegares roçando os mamilos duros no tecido. Gemi baixo na boca dele, o corpo inteiro reagindo, quente demais, molhada demais. A toalha começou a escorregar da cintura dele enquanto eu correspondia ao beijo, a respiração presa.

A toalha escorregou e caiu no piso frio. O pau dele apareceu duro, a cabeça já brilhando, a veia grossa pulsando contra a barriga.

— Caralho, sua boceta tá encharcada pra mim.

Eu baixei a mão sem pensar. Meus dedos envolveram o pau, subindo até a cabeça, e ele pulsou por baixo. Ele segurou minha cintura, me puxando mais pra perto.

Ele levantou a blusa com uma mão só, o tecido enrolando acima dos meus seios. A boca dele desceu, a língua primeiro, depois os lábios fechando no bico. Chupou forte, puxando, os dentes raspando. Meu mamilo endureceu na boca dele, latejando, e eu apertei o pau mais firme.

A mão dele desceu por dentro do short, os dedos escorregando direto entre as pernas. Ele encontrou o clitóris inchado, molhado demais, e esfregou com o dedo médio. O short apertava a mão dele contra mim, mas ele continuou circulando. A respiração dele bateu no meu peito, a língua ainda puxando o bico. Eu gemi baixo, apertando o pau dele na mão, a cabeça molhada escorregando entre meus dedos. Ele afastou o short pra lado, abrindo espaço, e o dedo entrou mais fundo, molhando, voltando pro clitóris em círculos firmes.

Ele mordeu de leve o bico antes de soltar, o ar frio batendo no mamilo molhado. A mão dele não parou, o dedo esfregando mais rápido agora, e eu senti a perna tremer, o corpo colado na bancada de granito.

— Mete logo, para de provocar e me come de verdade — falei, a voz baixa, quase um rosnado.

Apertei o pau dele na mão, subindo até a cabeça, ele pulsando contra a palma. Desci, apertando mais firme, o dedão esfregando a pele fina molhada. Ele gemeu baixo, o quadril empurrando um pouco pra frente, o corpo dele todo tremendo.

— Olha como meu pau tá latejando — ele falou, olhando pra baixo. — Vou te encher toda de porra.

Ajoelhei no piso frio, com a boca quase encostando nele. A língua saiu primeiro, subindo pela veia grossa, ele pulsando contra os lábios. Ele soltou o ar, os dedos enfiando no meu cabelo, a mão leve mas firme.

— Continua — ele pediu, curto.

Abri a boca e chupei a cabeça, a língua enrolando, sentindo o gosto salgado. Engoli mais, descendo, ele tocando no fundo da garganta. Ele gemeu baixo, o pau latejando contra a língua.

— Porra — ele falou, quase sem voz.

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Levantei, a mão dele descendo pelo meu braço. Ele me virou de costas, o corpo contra as minhas costas. A bancada de granito estava fria contra minhas coxas, o cheiro de café misturado com suor no ar.

— Enfia logo — falei, rouca, ele se esfregando contra mim.

Ele segurou o pau, esfregando contra minha entrada molhada, só a ponta tocando, circulando. Meu corpo todo tremia, querendo mais.

— Gostoso — falei, quase implorando.

Ele empurrou, só um pouco, o pau grosso abrindo caminho. Parou no meio, segurando meus quadris, eu apertando ao redor dele.

— Pede — ele falou, a voz baixa.

— Me come — falei, empurrando o quadril pra trás. — Enfia tudo.

Ele empurrou de uma vez, o pau entrando fundo, a sensação me tomando por completo. Começou a meter, o ritmo subindo, a pele batendo contra pele, o som molhado enchendo a cozinha.

Ele parou com só a cabeça dentro, o corpo encostado nas minhas costas, segurando meus quadris pra não deixar eu me mexer. Meu corpo inteiro tentava puxar ele mais pra dentro, mas ele só circulava, a pele fina da cabeça roçando molhada na entrada.

— Por favor — falei, rouca. — Enfia tudo.

Ele não respondeu. Saiu um pouquinho e voltou só com a cabeça, me deixando aberta, me fazendo sentir cada centímetro. Eu apertei a bancada de granito, as unhas arranhando a pedra.

— Para de brincar — falei mais baixo, quase rouca. — Me come direito.

Ele segurou meus quadris mais firme, ainda sem entrar tudo. Meu corpo tremia inteiro, molhado escorrendo pela coxa.

O celular vibrou alto em cima da bancada. A mensagem do Fábio apareceu na tela: "Tudo bem por aí?" A gente parou do nada, ele com o pau quase saindo, eu respirando pesado. O nome do marido ficou ali, iluminando a pedra escura.

Ele esperou a vibração parar. Depois sorriu de canto. Me virou de frente, me levantou pra cima da bancada. Meu quadril bateu na borda fria quando ele abriu minhas pernas. O pau dele brilhava molhado, a veia grossa latejando.

— Abre mais — ele falou, a voz grossa.

Eu abri as coxas, sentindo a bancada fria contra a pele. Ele segurou o pau e meteu de uma vez, fundo, me empurrando contra a pedra. Começou a meter rápido, a pele batendo molhada, o som enchendo a cozinha vazia.

Eu apoiei as mãos na bancada, o corpo inteiro balançando com o ritmo dele. O pau batia fundo, tirando um gemido baixo da minha garganta a cada estocada. Ele segurou meus seios, apertando os mamilos entre os dedos enquanto metia.

— Tira e esfrega — falei, rouca, já sentindo o tesão subir.

Ele saiu, o pau brilhando molhado. Segurou e esfregou no clitóris inchado, a cabeça quente circulando, me deixando louca. Eu gemi, o quadril tentando seguir o movimento dele.

Ele cuspiu na própria mão, espalhou na cabeça do pau e voltou a meter, mais fundo agora, me abrindo com força. O ritmo mudou, mais bruto, a pele batendo forte contra a minha.

A bancada gelada roçava minha pele quando eu me inclinei pra frente e segurei o pau dele na mão, guiando pra dentro. Ele entrou, sentindo a cabeça abrir caminho e o resto vir logo atrás, até ele estar todo enterrado. Apoiei as mãos na pedra e comecei a rebolar, subindo e descendo, ditando o ritmo.

— Isso — ele gemeu, as mãos presas na minha cintura, me deixando fazer.

Eu marcava o tempo, descendo fundo e girando o quadril antes de subir de novo, ele latejando dentro de mim. Cada vez que eu descia, o som molhado enchia a cozinha. A respiração dele ficou mais pesada contra meu pescoço, o corpo dele tremendo enquanto eu controlava o ritmo.

Ele enfiou a mão entre nós e encontrou o clitóris inchado, esfregando em círculos rápidos enquanto eu continuava rebolando. O dedo apertava, pressionava, e eu gemi mais alto, o quadril perdendo o ritmo, o corpo inteiro apertando ele por dentro.

— Goza pra mim — ele falou, a voz grossa, o dedo não parando.

O orgasmo subiu, me apertando, me fazendo parar de rebolar por um segundo antes de voltar mais forte. Meu corpo tremeu inteiro, a boceta apertando ele em ondas, o gemido saindo rouco enquanto eu me segurava na bancada.

Ele gozou logo depois, o pau latejando fundo dentro de mim, enchendo minha boceta de porra enquanto ele gemia contra o meu ombro. O corpo dele colado no meu, a respiração quente batendo no meu pescoço, o cheiro de suor e café misturado no ar.

Naquela mesma noite, depois do jantar, eu fui pro quarto de hóspedes com ele sem falar muito. O cheiro de comida ainda tava no ar, junto com o do sabonete que ele usou na pia.

Ele me empurrou contra a cama, o colchão afundando com o peso dos dois. As mãos dele desceram direto, abrindo minhas coxas sem pressa, os dedos espalhando a pele.

— Quero comer essa boceta de novo até você não aguentar mais — ele falou, a voz grossa, já ajoelhado entre as minhas pernas.

Ele inclinou o corpo pra baixo, a língua abrindo caminho, subindo e descendo sem pressa. Meu corpo tremeu inteiro quando ele parou no clitóris, chupando, sugando a pele inchada. Eu apertei a nuca dele, puxando ele mais pra perto.

A língua dele entrou mais fundo, molhada, voltando pro alto em círculos firmes. Eu rebolei contra a boca dele, o queixo úmido, o nariz roçando a pele sensível. Os ombros largos brilhavam na luz fraca do abajur, os pelos do peito roçando minha coxa.

Segurei a cabeça dele ali, os quadris subindo e descendo, cada volta da língua me deixando mais molhada. Ele gemeu contra mim, o som abafado, e eu apertei mais os dedos no cabelo dele.

— Porra, Diego — falei baixo, a voz falhando.

Ele lambeu mais firme, a língua batendo no clitóris inchado, um dedo entrando, molhado até a primeira falange. Meu corpo tremeu, a respiração curta, os lençóis já amassados debaixo de mim.

Ele me olhou de lado, o cabelo bagunçado, a boca brilhando com o que restou de mim. Eu sentei na cama, empurrei o peito dele pro colchão e desci, a língua correndo pelo meio dele, o gosto de suor e de mim.

— Olha como você mama gostoso, continua assim que eu vou gozar — ele falou, segurando a borda do travesseiro.

Agarrei o pau grosso pela base, abrindo a boca pra caber, descendo até o fundo, a língua achatada por baixo, a saliva escorrendo pelo canto. Ele gemeu, a coxa tremendo de leve, e eu subi a mão na barriga dele, o abdômen subindo e descendo rápido. Desci de novo, afundando a garganta, engasgando só um pouco, voltando pra sugar a cabeça dura.

Ele puxou meu cabelo, só pra me sentir ali, e eu olhei pra cima, os olhos dele semicerrados, a boca entreaberta. Subi, lambendo só a ponta, depois enfiei até onde dava de novo, a mão batendo na base, úmida, o barulho enchendo o quarto junto com a respiração dele.

Eu subi no colo dele, segurei o pau e encostei na entrada, descendo centímetro por centímetro, o corpo abrindo, o pau grosso me preenchendo. Ele soltou o ar pela boca, os dedos na minha coxa.

— Porra, vai assim não — ele pediu, a voz falhando.

Eu ri baixo, quase sem som, e subi até quase sair, só a cabeça dentro, descendo de novo, rebolando no fundo. Ele apertou mais forte a minha cintura, os quadris subindo pra me encontrar, o pau batendo fundo, a cama rangendo baixo. Eu me apoiei no peito dele, as mãos escorregando na pele, os pelos do meio roçando minha barriga.

Ele segurou meus quadris com força, me puxando pra baixo enquanto subia contra mim, o pau entrando mais fundo, mais rápido, batendo num ponto que fazia minha perna tremer. Eu gemi, sem conseguir segurar, e ele acelerou, o barulho do corpo contra o corpo misturado com o rangido do colchão.

A respiração dele ficou curta, os ombros tensionados, a boca procurando a minha num beijo bagunçado. Eu continuei cavalgando, rebolando pra sentir tudo, pra deixar ele sentir tudo, o pau latejando dentro de mim.

— Porra, não para — ele falou contra a minha boca.

A cama rangeu quando ele me virou, as mãos grandes na minha cintura. Eu me apoiei nos cotovelos, o rosto afundando no travesseiro, e senti o pau dele roçando a entrada, só encostando, sem entrar.

— Me fode de quatro agora, quero levar por trás bem forte — pedi, a voz baixa.

Ele segurou meu cabelo, puxando de leve, e meteu num só movimento, fundo, o quadril batendo contra minha bunda. O pau encheu tudo de uma vez, grosso, e eu gemi sem conseguir segurar.

Ele começou a meter, puxando o cabelo junto com cada estocada, o barulho preenchendo o quarto escuro. Meu corpo balançava com o ritmo dele, os seios roçando os lençóis amassados, a respiração presa.

— Sua boceta tá piscando no meu pau, goza pra mim de novo — ele falou, entre estocadas.

A mão dele desceu, os dedos procurando o clitóris inchado, esfregando em círculos rápidos enquanto ele metia mais forte. Eu gemi alto, o som escapando sem controle, o corpo reagindo, tremendo, querendo mais.

O vento bateu na janela de uma vez, fazendo o vidro tremer. A gente parou no mesmo instante, o pau dele ainda dentro de mim, os dedos dele parados no meu clitóris. O quarto ficou em silêncio, só o som da respiração pesada enchendo o ar.

A gente voltou devagar, ele ainda dentro de mim, o pau pulsando a cada estocada mais funda. Meu corpo já tremia, a coxa mole, o rosto afundando no travesseiro. Cada vez que ele metia mais forte, eu soltava um gemido, o som escapando sem filtro.

— Porra, Diego, vai assim — falei, a voz presa na garganta.

Ele segurou minha cintura com as duas mãos, metendo mais fundo, o quadril batendo forte contra minha bunda. Eu sentia cada centímetro, o corpo abrindo pra ele, a boceta apertando em volta do pau dele. Minha perna tremia toda, as pontas dos pés arrastando no lençol.

— Você tá tremendo inteira — ele falou, entre estocadas.

Eu gozei assim, de quatro, o corpo tremendo, a respiração falhando, gemendo contra o travesseiro. O pau dele continuou me enchendo enquanto eu apertava, a porra escorrendo pela coxa, molhando tudo.

Ele saiu de dentro de mim devagar, segurou o pau com a mão. Eu fiquei parada, sentindo o ar frio na pele, o quadril ainda empinado.

— Goza na minha bunda, quero sentir sua porra escorrendo — pedi, a voz baixa.

Ele apertou o pau, gemeu alto, e a porra jorrou na minha bunda, escorrendo entre as nádegas. Ele passou a cabeça do pau na pele, espalhando o gozo, a mão tremendo um pouco, o barulho baixo no quarto escuro.

A cama afundou quando ele se deitou ao meu lado. Eu me virei, o corpo mole, e ele me puxou pro peito, os ombros largos ainda suados, o cheiro dele junto com o cheiro do sexo que a gente fez. O quarto ficou quente, os lençóis grudando na pele, a respiração pesada enchendo o silêncio.

A gente ficou assim, abraçado no escuro, sem dizer nada sobre o que vinha depois.

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