Cheguei do almoço com o corpo já tenso, um calor subindo pela barriga só de pensar na sessão marcada. Fazia dias que o Marcelo mal olhava pra mim na cama, e eu tava cansada de fingir que tava tudo normal. Hoje eu queria que as mãos do Rafael parassem de fingir que era só massagem.
O ventilador girava no teto, mas não refrescava. Meu peito apertava toda vez que eu imaginava aquelas mãos grandes paradas no meu corpo, esperando só o sinal. Quando o Marcelo saiu pra academia, eu marquei a sessão em seguida.
Arrumava a sala sem parar. Deslizei a mão na almofada, joguei uma toalha por cima da mesa, tudo pra disfarçar. A saia leve roçava na minha coxa toda vez que eu me mexia, e a blusa de alcinha parecia fina demais. Deixei o cabelo solto.
A campainha tocou pontual. Fiquei parada no meio da sala por dois segundos, respirando fundo. Depois caminhei até a porta devagar, pra não parecer ansiosa demais. Abri e sorri, a boca seca.
Rafael entrou com a bolsa de óleos. O cheiro de lavanda veio junto com ele, misturado com um leve cheiro de suor. Ele usava uma camiseta preta, os braços aparecendo por baixo das mangas. Fechei a porta e fiquei encostada nela por um instante.
— Rafael, hoje eu tô com uma tensão danada nas pernas, pode caprichar aí?
— Pode deixar — ele respondeu, a voz baixa já me deixando parada. Ele abriu a bolsa na mesa, tirando os frascos um por um, sem pressa. Fiquei ali, olhando ele se mexer, o ventilador batendo no meu pescoço.
Ele se mexeu um pouco mais, ajoelhando pra montar a maca. Os braços dele apareceram por completo quando ele puxou a estrutura, a pele morena aparecendo aos poucos. Fiquei ali olhando, reparando no jeito que as veias marcavam quando ele apertava o encaixe. A saia não cobria muita coisa, e eu senti o olhar dele descendo até minha coxa por um segundo antes de voltar pro trabalho.
— Você veio direto do almoço? — ele perguntou, ajustando a altura da maca.
— Vim, mas nem almocei direito. Fiquei enrolando no celular.
Ele riu baixo, só um barulhinho, e puxou o lençol pra cima. Apertei o celular na mão, o polegar já entrando no aplicativo do Marcelo sem eu pensar. A foto dele na academia apareceu na tela, aquela pose toda séria, e eu digitei um “tá demorando aí” antes de apagar tudo. O ventilador cortava o silêncio e fiquei parada, olhando a mensagem sumir.
O ar quente não refrescava nada. Deixei o celular na mesa, a mensagem apagada ainda ecoando na minha cabeça, e virei devagar. Rafael estava parado do lado da maca, ajustando o lençol com as mãos grandes abertas sobre o tecido branco.
— Acho que dá pra você ir se arrumando — ele falou, a voz calma, quase sem dar importância. — De bruços primeiro, pra eu trabalhar direito nas costas.
Assenti e caminhei até a maca. O tecido da saia roçava na parte de trás das coxas cada vez que eu dava um passo. Senti os olhos dele atrás de mim, demorando mais do que o normal na curva onde a saia terminava. Não era olhadinha rápida. Era demora mesmo, daqueles que a gente sente na pele.
Subi na maca devagar, me arrumando de bruços. A almofada macia afundou debaixo do meu rosto. Puxei o cabelo pra um lado, deixando o pescoço à mostra. A blusa de alcinha subiu um pouco nas costas, e eu não ajeitei. Deixei como estava.
O óleo de lavanda cheirava mais forte agora, misturado com o cheiro dele. Rafael se mexeu atrás de mim, tirando os sapatos, o barulhinho abafado contra o piso. Fechei os olhos por um segundo, ouvindo o ventilador, o coração batendo mais rápido debaixo do peito contra a maca.
— O Marcelo ainda tá naquela fase de academia todo dia? — ele perguntou, a voz mais baixa, como se estivesse só fazendo conversa.
— Tá — respondi, virando um pouco a cabeça. — Ele vive dizendo que é pra ficar em forma, mas na real acho que é desculpa pra ficar longe de casa mais tempo.
Ele soltou um risinho baixo, quase uma respiração. O som dos frascos de óleo sendo abertos veio junto.
— Às vezes a gente precisa de uma desculpa boa pra ter um tempo só pra si — ele falou, e eu senti que não era sobre o Marcelo.
Fiquei quieta, respirando o cheiro de lavanda. O tecido da saia subiu um pouquinho mais quando eu me mexi, e eu não puxei pra baixo. Deixei ficar assim, com a barra quase na curva da bunda, o ar do ventilador batendo direto na pele.
— Você sempre foi boa em manter segredo — Rafael continuou, a voz baixa se aproximando um pouco mais. — Tipo aquela vez que eu vim mais cedo e você tava de short curtinho tomando sol na varanda. Fingiu que não tinha visto eu olhando.
Ri baixo, um som que saiu rouco sem eu querer. A cara dele ficou quente na memória, daquele dia. Remexi na maca, sentindo o olhar dele agora, igualzinho.
— Às vezes a gente finge que não vê mesmo — falei, a voz mais baixa que o normal. — Fica mais interessante assim.
O silêncio que veio depois foi diferente. Senti ele parado atrás de mim, os óleos já nas mãos, o cheiro subindo mais forte. O ventilador cortava o ar entre a gente, e fiquei esperando, sem saber se ele ia tocar ou se ia continuar falando.
O cheiro de óleo subiu mais forte quando ele começou a subir pelas coxas. Senti a palma grande dele parada no meio, como se estivesse testando o quanto eu ia deixar. Respirei fundo e o cheiro de lavanda misturado com o dele entrou no meu peito.
— Você não sabe o quanto eu tava esperando você falar isso.
Ele respondeu rouco, quase sem ar. A voz saiu baixa, como se não quisesse que o ventilador carregasse. Mantive os olhos fechados, o polegar dele apertando um pouco mais na parte interna da coxa. A mão quente queimava através da saia fina.
Virei o rosto devagar. O lençol amarrou embaixo do meu queixo. Quando encarei ele, a barba por fazer estava mais perto que eu esperava. Os olhos dele estavam escuros, esperando. As mãos pararam onde estavam, sem tirar, sem subir mais.
Ele se inclinou. A respiração dele batia na minha boca, quente, com gosto de café. O ventilador parou de fazer barulho na minha cabeça. Eu sentia só o ar saindo do nariz dele e a minha própria respiração ficando curta.
Puxei ele pelo pescoço. Os dedos encontraram a pele quente atrás da orelha, o cabelo raspado. Ele veio de uma vez. A barba roçou no meu queixo, raspando. A boca dele era quente, úmida, com gosto de café e algo mais que era só ele. A língua tocou a minha devagar, depois mais fundo.
Ele deslizou as mãos pelas minhas costas por cima da blusa. A palma grande apertou a cintura, sentindo o tecido fino grudar na pele. Mexi um pouco, tentando ficar mais perto. Ele apertou mais forte, puxando minha cintura contra ele.
Gemi baixo dentro do beijo. O som saiu rouco, sem eu controlar. Senti ele duro contra minha coxa, a calça dele quente, o volume marcando firme. Ele não se mexeu mais, só ficou ali, respirando na minha boca, segurando a cintura como se fosse soltar se eu pedisse.
As mãos dele desceram um pouco mais, parando na curva da minha bunda por cima da saia. Os dedos grandes apertaram o tecido, sentindo o peso. Abri mais a boca, deixando a língua dele entrar mais fundo. O pau dele pulsou contra minha coxa.
Ele apertou minha cintura com mais força, puxando meu corpo inteiro contra o dele. Senti cada dedo quente através da blusa fina, o polegar fazendo pressão na lateral do peito. A respiração dele ficou presa no ar, misturada com a minha, sem espaço entre um e outro.
A respiração dele saiu quente contra minha boca e a gente ficou ali por um segundo, sem se soltar. O pau dele ainda apertava contra minha coxa por cima da saia, latejando.
Rafael afastou a boca do beijo, respirou fundo e desceu a mão até a cintura. O som do zíper abrindo pareceu mais alto por causa do ventilador. Ele puxou a cueca pra baixo e o pau saiu duro, a cabeça brilhando, as veias marcadas. Ele segurou na base com uma mão e passou devagar pra cima, o polegar esfregando o líquido que saía da ponta.
— Olha o que você fez comigo, porra, tá vendo como tá duro? — ele falou, a voz rouca, quase baixa demais.
Eu olhei. O pau dele pulsava entre os dedos, grosso, a pele esticada, a cabeça úmida. Senti o calor subir no rosto, a saia ainda enrolada no meio da coxa, o ar do ventilador batendo na pele.
Ele deu um passo mais perto, segurou o pau e tocou devagar na barriga, embaixo da blusa. A cabeça quente deixou um rastro molhado na pele. Segurei o lençol da maca com força, os dedos cravando o tecido.
A mão dele desceu, levantou a saia mais um pouco. Os dedos acharam a borda da calcinha e puxaram pro lado. Ele passou o dedo médio entre os lábios, sentindo o quanto eu tava molhada, e subiu até o clitóris. Começou a esfregar em círculos lentos, a pressão firme, a unha raspando de leve.
Abri as pernas mais, o pé escorregando no couro da maca. O dedo dele circulava, depois mais rápido, descendo até a entrada e voltando. Gemi baixo, sem conseguir segurar. A outra mão segurou meu quadril, me mantendo parada enquanto ele brincava.
Ele enfiou um dedo, depois dois, abrindo espaço, a palma pressionando meu clitóris enquanto os dedos iam e voltavam. Senti o som molhado, o cheiro forte de excitação misturado com o óleo de lavanda. Ele beijou meu pescoço, a barba por fazer raspando, a boca descendo até o ombro.
— Mete esse dedo logo, eu tô encharcada desde que você encostou na minha coxa — falei, a voz falhando no meio.
A boca dele desceu, a barba arranhando a pele sensível. Ele puxou o decote da blusa pra baixo e o peito esquerdo ficou exposto. A língua encostou no bico, deu uma lambida larga, depois sugou. Segurei a cabeça dele, os dedos enfiando no cabelo. Ele passou pro outro peito, chupando mais firme, a mão apertando o que ficara livre.
Os lábios dele continuaram descendo. Ele puxou a calcinha até o joelho, ela ficou presa num pé. As mãos abriram minhas coxas, o couro da maca colando na pele. A língua tocou primeiro, uma lambida de baixo pra cima. Depois ele enfiou a língua fundo, chupando, o nariz roçando meu clitóris. Gemi com a boca fechada, o som escapando mesmo assim.
Desci da maca. Meu joelho doeu um pouco no chão de piso frio. Ele ficou de pé na frente de mim, o pau ainda meio duro, brilhando. Abri a boca e passei a língua na cabeça, sentindo o gosto salgado. Ele soltou o ar pelos dentes. Desci mais, a boca cheia, a mão segurando o resto.
Quer essa cena com o seu jeito?
Escrever minha versãoO celular vibrou em cima da maca, a tela acendendo forte. O nome do Marcelo apareceu. A gente parou. A língua dele ainda encostada no meu peito, minha boca ainda na cabeça do pau dele. O ventilador continuou girando, abafando tudo. O celular parou. Ele olhou pra mim, a barba molhada, os olhos escuros. Continuei chupando, mais devagar agora, o olhar dele preso no meu.
Ele soltou o celular, a mão tremendo um pouco ao afastar a tela que ainda piscava. Levantei a cabeça, o gosto dele ainda na língua, e olhei pra ele com um sorriso que não conseguia segurar.
— Não para. Manda o celular pra longe.
Ele empurrou o aparelho pra ponta da maca, o barulho do plástico arrastando no couro ecoou baixo. Em seguida ele me puxou pela cintura, me virou de costas, e a saia subiu até a cintura quando ele me posicionou de quatro. O couro encostou na barriga, contraste com a pele quente.
Ele segurou o pau com uma das mãos e passou a cabeça entre os lábios da boceta, subindo e descendo, molhando a glande com tudo que já escorria de mim. Cada vez que encostava na entrada eu sentia o calor pulsar, e ele não entrava, só esfregava, a pressão leve e insistente.
— Olha como tá inchada — ele murmurou, a voz grave quase um sussurro. — Tão molhada que escorre.
Quando enfim empurrou, foi devagar, a cabeça abrindo caminho, depois o resto do pau vindo centímetro por centímetro. Senti cada veia, cada pulsação, até ele estar completamente dentro, fundo, o quadril dele encostando no meu. Ficou ali parado por um instante, o pau latejando, os dedos cravados na minha cintura.
Ele começou a sair e entrar num ritmo constante, cada estocada mais firme que a anterior, o som molhado preenchendo o espaço entre a gente e o ronco do ventilador. Meu corpo balançava na maca, o peito pressionado contra o couro, os mamilos roçando na superfície fria. Gemi baixinho, mordendo o lábio, tentando não fazer barulho demais.
Depois de um tempo ele saiu completamente. A ausência fez meu corpo protestar, mas ele segurou o pau e esfregou na boceta, subindo até o clitóris, descendo de novo, espalhando a umidade dos dois. Empurrei o quadril pra trás, querendo sentir ele de volta, e ele riu baixo.
— Pede — ele falou, a voz rouca. — Pede pra eu enfiar de novo.
— Enfia, por favor.
Ele meteu de uma vez, mais fundo que antes, o empurrão arrancando um gemido mais alto. Começou a meter com força agora, o ritmo constante, o pau entrando e saindo molhado, cada vez que saía deixando um rastro na coxa. Segurei na borda da maca, os dedos cravando o couro, o corpo reagindo a cada estocada.
A gente ficou ali, ele dentro de mim, os dois respirando pesado. Soltei a borda da maca e virei o corpo, sentindo ele sair. O couro colou na barriga quando me virei pra encará-lo, a saia enrolada na cintura, a calcinha ainda presa num pé. Ele parou, o pau brilhando molhado, os olhos escuros me acompanhando.
Subi na maca, as mãos apoiadas no peito dele pra me equilibrar. A gente trocou de lugar sem falar nada. Ele se deitou de costas, o couro rangeu baixo quando o corpo dele encostou. Abri as pernas por cima dele, segurei o pau com uma mão e desci, sentindo a cabeça abrindo caminho de novo, mais fundo dessa vez.
Quando encaixou tudo, parei um segundo. O pau dele latejava dentro de mim, pulsando. Comecei a rebolar, o quadril indo pra frente e pra trás, o clitóris esfregando na base dele. O som molhado encheu o espaço entre a gente, o ventilador tentando abafar.
— Puta que pariu — ele falou, rouco, a voz falhando.
Apoiei as mãos no peito dele e comecei a quicar mais forte, subindo até quase sair e descendo tudo de uma vez. O pau batia fundo toda vez que descia, meu quadril acertando o dele com um som seco. Ele segurou minha cintura primeiro, depois subiu as mãos até meus peitos, apertando, os polegares roçando nos bicos.
A gente estava gemendo agora, sem controlar. Senti o suor escorrendo entre meus seios, o couro escorregando por baixo da gente. Ele apertou meus peitos mais forte, os dedos cravando na carne, e acelerei o ritmo, o corpo balançando.
— Safada — ele murmurou, os olhos presos nos meus. — Olha como você tá cavalgando.
Desci mais uma vez, sentei tudo, o pau dele batendo no fundo, e fiquei rodando o quadril em círculos apertados. Ele gemeu alto, as mãos descendo até minha bunda, apertando, me puxando mais pra baixo. Parei o movimento circular e voltei a quicar, mais rápido agora, o som molhado mais forte a cada descida.
Ele apertou meus peitos de novo, os polegares circulando nos bicos, e senti o calor subindo. O pau dele latejava dentro de mim, mais grosso, e eu sabia que ele estava perto. Segurei a mão dele contra meu peito, os dedos entrelaçados, e desci mais uma vez, mais fundo, sentindo tudo apertar ao mesmo tempo.
Ele gozou primeiro, o pau pulsando forte, o esperma quente jorrando dentro de mim e escorrendo quando continuei cavalgando. Segui mais algumas vezes, o corpo tremendo, até gozar também, apertando ele por dentro, gemendo rouco, o quadril falhando. O celular do Marcelo continuou na ponta da maca, a tela apagada, o ventilador girando em cima da gente.
Ainda com a respiração pesada, Rafael me puxou pra beirada da maca e abriu minhas pernas de novo. O couro frio encostou na pele suada e deu um arrepio. Ele ficou ali em pé, o pau duro e brilhando, a cabeça latejando de leve.
Ele segurou a base e passou só a cabeça entre os lábios, subindo até esfregar no clitóris, descendo até a entrada. Cada vez que encostava eu sentia a pulsação dele, molhada do que já escorria de mim e dele junto.
— Olha como você tá molhada ainda, vou te comer de novo bem devagar — ele falou, a voz grave quase rouca, sem tirar os olhos dos meus.
Eu abri mais as pernas, a pele dele quentíssima contra a minha, o cheiro de suor e sexo preenchendo tudo. Empurrei o quadril pra frente, querendo sentir ele inteiro, mas ele só passou a cabeça de novo, pressionando de leve e parando.
— Para de provocar e mete logo, eu quero sentir esse pau me enchendo outra vez — falei, a voz rouca, quase um gemido.
Ele sorriu de canto, segurou as coxas com aquelas mãos grandes e quentes, e começou a entrar. A cabeça abriu caminho primeiro, abrindo os lábios inchados, depois ele foi descendo centímetro por centímetro. Eu sentia cada veia, cada pulsação, o pau dele grosso me preenchendo todo. Parei de respirar por um segundo quando ele encaixou até o fundo, o quadril dele encostando no meu.
Ele ficou parado ali, os olhos escuros me olhando, as mãos apertando as coxas pra me manter aberta. O pau dele latejava dentro de mim, o som da gente ofegante misturando com o ronco do ventilador. Apertei em volta dele sem querer, o corpo todo quente, molhado, sensível.
Ele começou a se mexer, o pau saindo quase inteiro e voltando fundo. A cada vez que ele encostava no fundo eu sentia a pressão no quadril e um gemido baixo saía da minha garganta.
— Porra, sua boceta aperta tão gostoso — ele falou, a voz mais grave agora.
A gente ficou nisso por uns minutos, o pau dele indo e vindo num ritmo preguiçoso, o couro da maca rangendo de leve sob o meu corpo. Eu sentia ele inteiro, grosso, me abrindo e me preenchendo de novo. O cheiro de suor e sexo já tinha tomado conta da sala inteira.
Ele parou de repente, o pau ainda dentro de mim, latejando. Segurou meu quadril com uma mão e saiu devagar, o pau brilhando molhado, a cabeça latejando. Me ajudou a virar de lado na maca estreita, meu corpo arrastando no couro quente, e se posicionou atrás de mim. Levantou minha perna de cima e encaixou de novo, o pau entrando por trás, mais fundo agora.
— Assim, por trás, fica apertado pra caralho — ele falou baixo, já começando a meter.
Eu apoiei a cabeça no braço e fechei os olhos, sentindo ele me preencher nessa posição nova. Ele era mais fundo, o pau batendo em outro lugar, mais intenso. O ventilador batia ar na nossa pele suada, e eu sentia a respiração dele na minha nuca, a barba por fazer roçando no meu ombro.
Ele passou a mão entre as minhas pernas, os dedos procurando meu clitóris inchado. Quando encontrou, começou a esfregar em círculos lentos, no mesmo ritmo dos quadris batendo contra minha bunda. O pau dele metia, quase saindo e voltando inteiro, enquanto os dedos apertavam e soltavam meu clitóris.
— Isso, assim, eu sinto tudo — falei, rouca, os dedos dele molhados do que escorria de mim.
O som molhado dos corpos se chocando enchia a sala, a respiração dele mais ofegante agora. A mão dele apertava meu clitóris com mais firmeza, os dedos escorregando e apertando, enquanto o pau batia fundo e firme. Eu sentia o corpo todo tremer, as coxas molhadas, a porra dele e a minha misturadas escorrendo pela pele quente.
Os pneus rangeram lá fora, freando em frente à casa vizinha, e a gente congelou. O corpo dele ainda colado no meu, o pau enterrado até o fundo, nem um som. Meu coração batia tão forte que parecia ecoar pela sala. Ele não tirou a mão do meu clitóris, só parou de mexer. O carro ficou ali uns segundos, motor ligado, até seguir em frente devagar.
A gente respirou ao mesmo tempo. Eu senti o peito dele tremendo contra minhas costas, o riso baixo que escapou dele roçando na minha nuca. Ele começou a meter de novo, agora mais fundo, mais firme, como se aquele susto tivesse deixado ele ainda mais duro. O pau batia em um ponto que fez minha perna tremer.
Eu levei a mão entre as pernas e esfreguei meu clitóris junto com ele, os dedos escorregando no meu próprio líquido e no que já escorria dele. A sensação dos dois dedos me tocando ao mesmo tempo era demais. Gemi baixo, o som saindo rouco, quase um sussurro.
— Goza pra mim, porra — ele falou, a voz grave e apertada, os quadris batendo mais rápido agora.
Apertei em volta do pau dele sem conseguir segurar, o orgasmo vindo em ondas longas, a boceta pulsando, apertando ele todo. Meu corpo ficou mole, tremendo, a respiração falhando. Ele continuou metendo mesmo assim, mais fundo, até que o pau dele latejou forte dentro de mim, jorrando quente, enchendo tudo. A porra escorria junto com o que já tinha saído antes, molhando minha coxa, escorrendo pelo couro da maca.
Eu fiquei ali, largada, sentindo o peso dele nas minhas costas, o pau latejando dentro, o cheiro de suor e sexo tão forte que dava pra sentir até no ar. Ele passou a mão no meu quadril, suave agora, e eu fechei os olhos, sentindo o calor dele me preencher por dentro.
Ele puxou devagar, e a sensação de vazio veio junto com a porra escorrendo pela minha coxa. Virei de barriga pra cima na maca estreita, o couro quente grudando na pele. O cheiro da gente estava tão forte que parecia que tinha ficado preso no ar.
— Fica aqui um pouco — falei, rouca, estendendo a mão pra puxar ele de volta. — Não sai ainda, deixa eu te sentir assim.
Ele veio, os braços fortes sustentando o peso do corpo sobre o meu, a barba por fazer roçando no meu pescoço. Ficamos assim, peitos colados, respiração misturada, sem falar nada por um tempo. O ventilador passava ar morno sobre a gente.
Passei a mão no peito dele, sentindo o suor seco, a pele quente. Ele baixou a boca devagar e chupou meu mamilo, a língua quente e lenta, sem pressa. Meu quadril se mexeu sozinho, procurando ele de novo.
Ele se afastou só o suficiente pra olhar pra mim, o pau já começando a endurecer de novo contra minha barriga. Abri as pernas sem pensar, e ele posicionou a cabeça na entrada, só pressionando, sem entrar.
— Você quer de novo? — ele falou, a voz baixa, quase um sussurro.
— Quero.
Ele entrou devagar dessa vez, o pau grosso abrindo caminho molhado, escorregando com o que já tinha saído de nós dois. Apertei em volta dele, sentindo cada centímetro, e ele parou quando estava todo dentro, me olhando.
— Olha pra mim — ele falou. — Quero ver sua cara quando eu meter.
Começou devagar, quase saindo inteiro e voltando, o som molhado enchendo a sala. Me toquei enquanto ele me comia, os dedos encontrando o clitóris inchado e sensível, esfregando. Ele assistiu, os olhos escuros fixos na minha mão entre as pernas.
O ritmo dele mudou, mais fundo, mais firme, a maca rangendo de novo. Eu sentia o pau batendo no mesmo lugar que tinha me feito gozar antes, e meus dedos apertaram o clitóris sem controle.
— Porra, você fica ainda mais apertada quando goza — ele falou, a voz falhando.
Gemi, o som saindo rouco, os quadris subindo pra encontrar ele. Ele segurou minhas pernas abertas com aquelas mãos grandes, o pau batendo fundo agora, rápido e ritmado. Senti o orgasmo vindo de novo, as ondas longas, a boceta apertando ele sem parar.
Ele saiu de repente, o pau latejando, e gozou nos meus peitos, jatos quentes que escorriam entre eles, molhando tudo. Fiquei ali, respirando pesado, o corpo tremendo, sentindo o calor dele na pele. Ficamos abraçados na maca, suados e ofegantes, respirando juntos em silêncio enquanto a tarde seguia lá fora.

