Tava parada no corredor vazio do hotel, o celular ainda quente na palma da mão depois de mandar a mensagem. O ar-condicionado gelado soprava nas minhas costas nuas, e o tecido fino do vestido grudava na pele por causa do suor. O coração batia tão forte que parecia que ia dar pra ouvir lá no salão.
Tinha um calor subindo pela barriga desde que li o bilhete, um formigar que eu não sentia há anos. O Henrique roncava pesado depois de tanto vinho, e eu ali, sozinha, com o vestido colado nas coxas suadas e a cabeça cheia de coisa que eu nem queria admitir. Queria só descobrir se ainda conseguia fazer um homem me olhar como se eu fosse a única coisa que importava naquela noite.
Olhei o celular de novo, reli o bilhete amassado na palma da mão, e decidi que ia digitar o número mesmo. O polegar tremia um pouco enquanto marcava os dígitos, mas a mensagem saiu curta, direta, sem volta.
— Oi, sou a Cláudia da mesa doze... ainda tá por aí?
Mandei e fiquei olhando a tela, esperando o visto azul aparecer. A música abafada do salão chegava pelo corredor como uma coisa distante, e eu conseguia sentir o cheiro de cera de vela derretida misturado com o perfume do ar-condicionado.
A resposta apareceu rápido. Vi os três pontinhos de digitação, depois o visto azul, depois a bolinha cinza de digitando. O peito apertou.
Ele respondeu que podia subir em cinco minutos. Guardei o celular no bolso do vestido e encostei as costas na parede, sentindo a textura áspera do reboco contra a pele. O corredor estava vazio, mas eu conseguia ouvir risadas vindo do salão, e isso só deixava tudo mais perigoso.
Fiquei ali, esperando, com a respiração curta e o corpo todo alerta. O tempo parecia passar mais devagar, e cada segundo que passava era um segundo a mais pra eu mudar de ideia.
Vinícius surgiu na curva do corredor, a camisa branca do uniforme ainda passada, o passo devagar como se tivesse certeza que eu ia estar ali. O estômago apertou antes mesmo dele falar, mas tentei manter o rosto neutro.
Ele parou a dois passos, e vi o sorriso de canto que eu tinha reparado lá embaixo, agora perto o bastante pra notar a barba por fazer também. O olhar desceu até os ombros, largos, e voltou rápido pra cara dele.
— Subi correndo quando vi sua mensagem — ele disse, baixo. — Seu marido apagou mesmo?
— Apagou feio, nem sentiu que saí — respondi, e ri sem graça, o som saindo mais curto que o normal. — Você deixou aquele bilhete de propósito?
Ele inclinou a cabeça, e o cheiro dele chegou até mim, misturado com o resto do ar-condicionado. Percebi que a pele tinha ficado quente onde o vestido tocava.
— Deixei pensando que você ia ler e jogar fora — ele confessou, com aquela voz que eu já tinha notado lá no salão.
Encostei mais a cabeça na parede, sentindo o reboco arranhar a pele dos ombros. Ele não se mexeu, só ficou ali olhando, e vi que os olhos dele desceram pro meu colo antes de voltarem pra minha cara.
— E se eu tivesse jogado fora? — perguntei, tentando soar como quem está só brincando.
— Eu ia descer e fingir que nada aconteceu — ele respondeu, e sorriu de novo, aquele canto de boca que fazia parecer que a gente estava dividindo uma piada só nossa.
Fiquei quieta um segundo, olhando pra ele. A música do salão batia abafada, e eu conseguia ouvir o ar-condicionado zumbindo. Ele não tirou os olhos de mim, e eu não tirei os meus dele. O corredor pareceu ficar menor de repente, só o som da gente respirando e o calor que subia pela barriga.
A gente ficou em silêncio por um segundo. A música do salão parecia mais distante agora, quase um zumbido que nem conseguia mais separar direito.
— Você viu quando ele pediu o segundo vinho? — perguntei, só pra ter alguma coisa pra dizer. — Ele ficou repetindo pro garçom que ia ficar bom com a carne, como se a gente fosse ficar lá até as três da manhã.
Vinícius riu baixo, o som saindo do fundo da garganta. Ele inclinou um pouco a cabeça, e notei que ele também estava suado perto do colarinho da camisa.
— Eu tava servindo a mesa do lado e vi ele pedir o terceiro — ele contou. — Você parecia que ia cair no sono de tanto que tava entediada.
Sorri sem graça, o rosto quente. O ar-condicionado soprava gelado na nuca, mas o resto do corpo continuava queimando.
— Eu não sou boa de fingir — admiti. — Ele acha que eu adoro esse tipo de coisa, ficar horas falando de negócio e de gente que a gente nem conhece.
Vinícius olhou de novo pro meu colo, mais devagar dessa vez. Vi ele reparar na forma como o tecido fino marcava a curva dos seios, e quando ele voltou os olhos pra minha cara, tinha alguma coisa diferente ali.
— Eu vi você olhando pra porta umas três vezes — ele disse. — Como se estivesse contando os minutos pra poder ir embora.
Encostei mais a cabeça na parede, sentindo o reboco arranhar a pele dos ombros. Ele deu um passo mais perto, sem encostar, só ocupando o espaço entre a gente.
— E você — falei, a voz mais baixa que o normal. — Ficou me servindo a noite inteira só pra ter uma desculpa de ficar perto da mesa?
Ele sorriu daquele jeito de canto, e vi que os olhos dele desceram até a minha boca antes de voltar pra cima. O cheiro dele estava mais forte agora, perto o bastante pra eu sentir.
— Eu ia ter servido você de qualquer jeito — ele respondeu, a voz grossa. — Só que aí eu vi o bilhete e resolvi arriscar.
Fiquei olhando pra ele, sentindo o calor subir pela pele exposta dos ombros. O ar-condicionado continuava soprando gelado, mas parecia não estar fazendo efeito nenhum.
O corredor parecia mais curto agora, só os nossos corpos ocupando o espaço que sobrava entre a parede e o ar-condicionado que continuava a soprar frio. Vinícius deu aquele último passo, o peito dele quase roçando no meu, tão perto que eu sentia o calor da camisa dele contra o vestido fino.
Ele abaixou a cabeça devagar, o fôlego quente batendo direto na garganta, misturado com o cheiro doce da bebida que ele tinha servido o dia inteiro. Fechei os olhos por um segundo, sentindo o formigar subir pela barriga e descer mais, entre as coxas que tremiam debaixo da saia.
— Se eu beijar você agora — ele murmurou, rouco, a boca roçando quase sem tocar — você não vai querer que eu pare.
Abri os olhos, os nossos rostos tão perto que só faltava um milímetro. A respiração dele misturava com a minha, e eu sentia o gosto doce de vinho que ainda devia estar na língua dele, querendo provar.
— Então me beija — pedi, sem voz quase. — Agora.
Ele segurou a cintura com aquelas mãos grandes, ásperas de tanto servir, puxando o corpo contra o dele de uma vez só. A boca dele desceu na minha, quente, faminta, a língua entrando como se já soubesse o caminho, e respondi com a mesma fome, os dedos cravados nos ombros dele.
As mãos dele desceram pelas costas devagar, apertando a curva da bunda por cima do vestido fino, apertando o tecido contra a pele até eu sentir cada dedo. Ele me puxou mais contra a parede, o corpo dele colado no meu, e eu sentia ele duro contra a barriga, latejando por cima da calça.
— Não tira — ele falou contra a boca, a voz grossa, as mãos apertando mais firme. — Deixa eu te sentir assim.
Gemi baixo na boca dele, sentindo o desejo pulsar forte entre as pernas, molhada de um jeito que ia marcar o vestido se ele continuasse apertando assim. O ar-condicionado soprava gelado nas costas, mas o calor subia pelo corpo inteiro, e eu só conseguia pensar em como ele ia ser por baixo daquela roupa.
Ele me apertou contra a parede, a boca ainda colada na minha, as mãos grandes passeando por cima do vestido enquanto a respiração ficava presa e o desejo latejava entre as pernas.
Assim que nossos lábios se separaram, a mão dele já subiu por baixo do meu vestido. Os dedos ásperos roçaram a parte interna da coxa antes de encontrar a calcinha encharcada, e empurrou o tecido pro lado sem nem tirar ela. Enfiou dois dedos de uma vez na boceta, escorregadia, o som molhado baixinho entre a gente.
— Caralho, você tá molhada pra mim desse jeito todo… — ele murmurou contra minha boca, os dedos se movendo pra dentro e pra fora.
Gemi baixo e estiquei a mão, apertando o volume duro dele por cima da calça do uniforme. O pau latejava embaixo dos meus dedos, crescendo mais a cada apertão que eu dava.
Ele puxou o decote do vestido pra baixo com as duas mãos, liberando meus peitos. A boca dele desceu, sugando o bico com fome, a língua girando em volta até ele endurecer dentro da boca. Segurei a nuca dele, apertando os ombros largos enquanto ele chupava, depois mais firme, os dentes roçando de leve.
— Mete o dedo logo, quero te sentir me tocando — pedi, rouca.
Vinícius se ajoelhou no chão frio de cerâmica, levantou o vestido até a cintura e afastou minha calcinha de lado. A língua dele tocou minha boceta, primeiro devagar, depois mais firme, lambendo o clitóris inchado com movimentos longos e molhados. Apoiei as costas na parede, uma mão na cabeça dele, os dedos cravados no cabelo curto enquanto ele sugava e enfiava a língua fundo, gemendo baixo contra minha pele.
O cheiro da festa ainda pairava no ar, misturado com o cheiro do sexo que já subia da gente. Vinícius segurou minha coxa com uma mão e não parou, lambendo com vontade, sugando o clitóris, depois voltando a enfiar a língua, indo fundo e depois parando só pra provocação. Gemia baixinho, o quadril empurrando contra a boca dele, tudo latejando entre as pernas.
Ele parou a boca na minha boceta assim que o barulho chegou. Os passos vinham devagar, alguém abrindo uma porta ali perto. Congelamos, meu quadril ainda empurrado contra a cara dele, o vestido embolado na cintura, peito de fora. Meu coração batia tão forte que dava pra sentir na garganta. Vinícius nem tirou a língua de mim, só ficou ali, respiração quente na pele sensível, até a porta bater de novo e o corredor voltar pro silêncio.
Soltei um suspiro trêmulo e ele levantou devagar, olhando pra mim com aquele sorriso de canto. Meu corpo ainda latejava, molhada pra caralho, o ar frio do corredor batendo na pele exposta. Ele ficou de pé, abriu o zíper da calça devagar, sem desviar o olhar do meu. O pau saiu grosso, a cabeça brilhando, latejando na mão dele enquanto ele começava a se tocar, os dedos subindo e descendo no comprimento inteiro.
— Olha só o que você me faz — ele falou baixo, apertando o pau e me deixando ver tudo.
Encostei a mão na parede atrás de mim, o peito subindo e descendo rápido. Ele continuou se tocando na minha frente, provocante, o pau duro pulsando entre os dedos dele. Meu vestido ainda embolado, calcinha puxada pro lado, me deixando exposta. O cheiro da gente já tava forte no ar.
Ele deu um passo mais perto, esfregando a cabeça do pau molhada no meu clitóris inchado, sem entrar, só roçando. Gemi, empurrei o quadril pra frente, querendo mais. Ele sorriu de canto e parou.
— Pede — ele falou, voz baixa.
— Entra logo — eu respondi, rouca, sem fôlego.
Vi ele segurar a base, esfregando devagar com a mão, a cabeça molhada brilhando enquanto ele apertava e soltava, os dedos subindo até a ponta e voltando, me olhando o tempo todo antes de se aproximar.
Ele empurrou só a ponta, me abrindo. Senti cada centímetro entrando, grosso, me preenchendo. Ele parou no meio, me deixando sentir ele pulsar dentro de mim.
— Mais — eu pedi, apertando os ombros dele.
Ele puxou quase tudo pra fora e meteu de uma vez, fundo. Gemi alto, sem conseguir segurar. Ele começou a foder, tirando quase tudo e voltando inteiro, o pau latejando dentro de mim, o som molhado da minha boceta baixinho no corredor. Meu peito subia e descia rápido, os mamilos ainda duros do frio e da boca dele.
— Puta que pariu, você aperta tão gostoso — ele murmurou, acelerando o ritmo, uma mão na minha cintura, a outra apertando meu peito.
Segurei a nuca dele, puxando ele pra beijar enquanto ele metia mais fundo, mais rápido. O pau dele batendo em mim, o chão frio sob meus pés descalços, o cheiro de sexo misturado com o perfume da festa. Gemia contra a boca dele, sentindo cada estocada, a boceta apertando ele a cada vez que ele entrava.
— Mais rápido — eu falei, voz falhando.
Quer essa cena com o seu jeito?
Escrever minha versãoEle segurou minha nuca com força, mas me soltei devagar, descendo até ficar de joelhos no chão frio. Segurei o pau dele com as duas mãos e abri a boca, passando a língua pela cabeça brilhante antes de engolir. O gosto dele era salgado, latejando contra minha língua enquanto eu descia mais fundo, sugando com vontade, sentindo a veia grossa pulsar.
— Porra… — ele soltou um gemido baixo, a mão apertando meu cabelo, os quadris empurrando contra minha boca.
Subi e desci a boca nele várias vezes, o pau molhado de saliva, os lábios esticados em volta do volume. Minha mão apertava a base enquanto eu chupava mais fundo, a língua enrolando na cabeça, gemendo baixo só de sentir ele pulsar. Vinícius segurou minha cabeça com as duas mãos grandes, mas eu não deixei ele ditar o ritmo, eu que marcava, sugando, depois mais rápido, sentindo a saliva escorrendo pelo queixo.
Ele puxou de leve no meu cabelo, me fazendo parar. Levantei devagar, encostando as costas na parede enquanto ele me virava de frente pro corredor. Senti o pau dele roçando quente entre minhas coxas, a cabeça molhada roçando na entrada da boceta, só a ponta, entrando um centímetro e saindo.
— Pede — ele falou, voz baixa junto do meu ouvido.
— Entra logo — eu respondi, voz falhando, empurrando o quadril pra trás.
Ele enfiou só a ponta de novo, parando, minha boceta apertando em volta dele. Gemi alto, sem vergonha, o vestido embolado na cintura, os peitos encostados na parede fria. Ele continuava me provocando, só a cabeça entrando e saindo, me deixando louca de querer mais.
— Vem, me come de uma vez, não aguento mais esperar — eu falei, voz baixa.
Vinícius segurou meus quadris com força e meteu fundo de uma vez, o pau inteiro me preenchendo. Gemi alto, a boca aberta contra a parede, sentindo ele latejar dentro de mim. Ele começou a meter forte, puxando quase tudo pra fora e voltando inteiro, o som molhado da minha boceta no corredor enquanto ele acelerava o ritmo.
— Caralho, você aperta gostoso pra caralho — ele murmurou, uma mão descendo entre minhas pernas, o dedo esfregando o clitóris enquanto ele metia sem parar.
Gemia sem parar, o quadril empurrando pra trás pra sentir ele mais fundo. Ele segurou meus quadris com as duas mãos grandes, me puxando contra ele a cada estocada, o pau batendo fundo, o cheiro de sexo misturado com o perfume da festa subindo.
Ele parou de repente, me virando de lado. Apoiei uma perna na parede, ficando aberta pra ele. Vinícius se encaixou de lado, segurando minha coxa e enfiando o pau de novo, o ângulo diferente me fazendo sentir cada centímetro dele deslizando dentro de mim.
— Assim, porra — eu falei, voz falhando enquanto ele metia mais fundo.
Ele segurou meu quadril com uma mão, a outra apertando meu peito enquanto continuava metendo de lado, o ritmo forte, constante, cada estocada me fazendo gemer contra a parede.
O chão frio subia pelas solas dos meus pés enquanto Vinícius mantinha o ritmo, cada estocada me empurrando de leve contra a parede. Estiquei a mão atrás, encontrei o peito dele, e empurrei. Ele deu um passo atrás, encostou as costas no reboco, e me virei de frente pra ele.
Segurei o pau dele ainda molhado de mim, posicionei na entrada e desci. Meu peso o levando fundo, sentindo cada centímetro abrindo caminho de novo. Ele soltou um gemido rouco quando sentei por completo, o pau latejando dentro de mim, cheio.
— Porra, Cláudia… — ele falou, voz falhando, mãos grandes apertando minha cintura.
Comecei a quicar, subindo até quase tirar e voltando inteira, a boceta apertando ele a cada descida. Ele passou uma mão entre as pernas, o dedo áspero esfregando o clitóris inchado enquanto eu subia e descia no pau dele, o som molhado baixinho no corredor.
— Vou te encher de porra — ele murmurou contra meu ouvido, o dedo circulando mais rápido no clitóris. — Quero te ver gozando em mim antes.
Gemi, acelerando o ritmo, o quadril descendo mais forte, o pau batendo fundo cada vez que eu sentava. Ele continuou esfregando o clitóris, o dedo escorregando na umidade, me fazendo tremer. Segurei os ombros dele, os peitos balançando com cada quicada, o vestido embolado na cintura.
Ele apertou minha coxa com a mão livre, ajudando a subir mais rápido, o dedo nunca parando de esfregar. Gemia sem parar, sentindo o pau dele pulsar dentro de mim, a boceta apertando a cada descida. Ele encostou a boca no meu pescoço, respirando pesado, os quadris empurrando de leve pra cima pra me encontrar.
— Safada… — ele sussurrou, a voz falhando, o dedo apertando mais no clitóris. — Goza pra mim.
Meu corpo inteiro tremeu no último espasmo, a porra dele escorrendo pela minha coxa enquanto eu me largava contra o peito dele, ofegante e satisfeita.
Fiquei um tempo ali abraçada nele, o pau ainda latejando fraco dentro de mim, o corpo mole contra o peito largo. A respiração dele soprava no meu pescoço, os ombros úmidos de suor encostando no meu braço.
A gente se beijou, a língua dele roçando na minha sem pressa, o gosto dele ainda na minha boca junto com o que eu tinha deixado nele.
— Porra, você é ainda mais gostosa do que eu imaginava — ele disse contra meus lábios.
— Fazia tempo que eu não me sentia tão desejada assim — respondi rouca.
Ele lambeu o bico do meu peito, ainda molhado da saliva dele, a língua circulando o mamilo inchado. Meu quadril mexeu sozinho, apertando ele lá dentro, o pau amolecendo mas ainda grosso, enchendo.
— Tira o pau — pedi baixo. — Quero chupar.
Ele segurou minha cintura com as mãos grandes, me ajudando a levantar. Senti ele escorregar pra fora, molhado, o som pegajoso entre a gente. Ajoelhei no chão frio, o vestido embolado na cintura, e segurei o pau dele, a cabeça brilhando com a porra que ele tinha gozado dentro de mim misturada com o meu gozo.
Passei a língua pela cabeça, chupando, a boca descendo um pouco mais a cada vez. Ele gemeu baixo, a mão na minha nuca, os quadris empurrando contra minha boca.
— Assim, caralho — ele disse, a voz falhando. — Chupa que eu quero sentir.
Segurei a base com uma mão, chupando mais fundo, a língua enrolando, sugando a cabeça enquanto minha outra mão apertava ele de leve. Ele latejava na minha boca, crescendo de novo, o pau voltando a ficar duro contra minha língua enquanto eu descia.
Ele latejou forte na boca, latejando contra minha língua enquanto eu subia, chupando só a cabeça, sugando de leve, depois descia de novo, engolindo até quase engasgar. Meu queixo molhado, a saliva escorrendo pela base, escorrendo pelos dedos que apertavam ele.
— Caralho, Cláudia — ele falou rouco, os quadris tremendo, segurando meu cabelo com cuidado, sem apertar. — Você me mata assim.
O som do carrinho de serviço ecoou longe no corredor, rodinhas rangendo no piso. Paramos. Meu coração subiu na garganta, a boca parada no pau dele, o ar preso. O carrinho parou, alguém falou baixo com outra pessoa, depois as rodinhas voltaram, diminuindo até sumir.
Ele puxou meu queixo com o polegar, me ajudando a levantar. O pau saiu da minha boca com um som molhado, brilhando, ainda duro. Ele me levantou pela cintura, me encostou na parede do corredor outra vez, as mãos ásperas descendo pela curva da bunda.
— Vira de lado — ele pediu baixo.
Eu virei, o ombro encostando na parede fria, a perna de trás levantada, apoiada na coxa dele. Ele segurou meu quadril com uma mão, a outra segurando o pau, esfregando na boceta molhada, subindo e descendo, roçando no clitóris.
— Porra, assim — ele disse, a voz grossa, a cabeça do pau abrindo meus lábios de pouco em pouco, entrando só a ponta, parando, saindo.
Meu quadril empurrou pra trás, querendo mais, mas ele segurou firme, só roçando, a cabeça circulando na entrada, molhada da saliva e do meu gozo misturado com o dele.
— Pede — ele falou, a voz baixa, o pau só na ponta, empurrando um centímetro e parando.
— Enfia — respondi, a voz saindo mais rouca do que eu queria.
Ele meteu, o pau grosso abrindo tudo, descendo fundo, parando quando bateu no fundo. A respiração dele esquentou meu ombro. Ele saiu quase todo, meteu de novo, mais firme, o quadril batendo contra minha bunda.
— Mais forte — pedi, a voz falhando.
Ele segurou meu quadril com as duas mãos, metendo mais rápido, o pau saindo e voltando inteiro, molhado, o som molhado ecoando no corredor vazio. Minha boceta apertava ele toda vez que ele saía, latejando.
— Safada — ele falou baixo, a voz cortando, a mão descendo entre minhas pernas, o dedo áspero esfregando o clitóris enquanto ele metia. — Você fica apertada assim pra qualquer um?
Eu ri baixo, rouca, empurrando pra trás, sentindo ele bater fundo, o dedo dele circulando o clitóris, molhado.
— Só pra você — respondi, a voz tremendo com cada estocada.
— Você ainda tá tremendo — ele falou baixo, a mão subindo pelo meu braço, apertando de leve o ombro.
O dedo dele apertou mais no meu ombro. Eu senti o peso do corpo dele colado nas minhas costas, o calor do peito dele encostando na minha pele úmida. Minha perna ainda estava apoiada na coxa dele, o vestido embolado em volta da cintura, o ar frio do corredor tocando onde a gente tinha suado.
Ele lambeu meu pescoço, os lábios demorando, a língua arrastando pelo suor que escorria. A barba por fazer raspou de leve, e eu inclinei a cabeça pro lado, dando mais lugar. A mão dele desceu pelo meu braço, os dedos ásperos encontrando a curva do meu peito, apertando.
— Ainda tá latejando — ele disse contra minha pele.
Eu virei o rosto, peguei a boca dele, a língua encontrando a dele. Ele apertou meu peito mais forte, o polegar circulando o bico inchado. Meu quadril empurrou pra trás sem pensar, sentindo ele duro de novo contra minha bunda, o pau quente e molhado encostando na minha coxa.
Ele soltou meu peito, a mão descendo até entre minhas pernas. Os dedos dele tocaram de leve no clitóris, roçando, sentindo o quanto eu ainda tava molhada. Meu corpo reagiu inteiro, o quadril empurrando contra a mão dele.
— Porra, você fica molhada fácil — ele falou rouco, o dedo apertando de leve.
— Só com você — respondi, a voz falhando.
Ele esfregou mais, o dedo áspero fazendo círculo em volta do clitóris, sentindo ele pulsar contra o toque. Eu apoiei a testa na parede fria, a respiração curta, o corpo contra o ar gelado do corredor. A mão dele subiu de novo, os dedos molhados traçando caminho pela minha barriga.
Ele me virou, as mãos grandes na minha cintura. Me encostou de frente na parede agora, o peito dele contra o meu. A boca dele desceu pro meu peito, a língua lambendo o bico, sugando de leve. Meu quadril mexeu sozinho, procurando ele.
— Vinícius — falei baixo, rouca.
Ele mordeu de leve o bico do meu peito, a língua voltando a chupar mais firme. A mão dele desceu de novo, os dedos grossos abrindo meus lábios, sentindo o quanto eu tava molhada. Um dedo dele entrou, a respiração dele quente no meu peito.
— Caralho, você tá inchada toda — ele disse contra minha pele.
Eu segurei o pau dele com a mão, sentindo o peso, a cabeça molhada. Apertei de leve, subindo e descendo, sentindo ele latejar contra meus dedos. Ele gemeu baixo contra meu peito, a boca sugando mais firme.
— Me vira de novo — pedi.
Segurou o pau com uma mão, esfregando na minha boceta, a cabeça roçando no clitóris, subindo e descendo, molhada da gente misturado. Meu quadril empurrou pra trás, querendo mais, mas ele segurou firme.
— Pede de novo — ele falou, a voz grossa.
— Enfia, porra — respondi, a voz falhando.
Ele meteu, o pau grosso abrindo tudo de novo, descendo fundo. Eu gemi baixo, a parede fria contra meu ombro, ele quente contra minhas costas. Saiu quase todo, meteu de novo, mais firme, o quadril batendo contra minha bunda.
— Mais forte — pedi, a voz cortando.
Ele saiu, o pau molhado escorregando pra fora, o ar frio do corredor batendo onde a gente ainda tava quente. O pau ficou duro encostando na minha coxa, a cabeça molhada, brilhando.
— A gente se olha uma última vez — ele falou baixo, a voz ainda rouca.
Eu virei, apoiando as costas na parede. O peito dele encostou no meu, quente, úmido de suor. A barba por fazer raspou no meu queixo quando ele se inclinou. Beijei ele, a língua devagar, sentindo o gosto dele misturado com o meu.
A mão dele desceu pela minha cintura, apertando de leve, os dedos ásperos no meu quadril. O pau dele encostou entre minhas pernas, molhado, roçando de leve, sem pressa.
— Vai — ele disse contra minha boca. — Antes que alguém volte.
Ele deu um passo pra trás, me dando espaço. O corredor tava vazio, só o som distante da festa no salão. Meu vestido caiu de volta no lugar, cobrindo as coxas, mas a pele ainda latejava.
Caminhei de volta pro quarto com as pernas moles e um sorriso secreto nos lábios, sabendo que ainda sabia ser desejada.

