Cheguei na casa deles com o corpo ainda quente do dia de fotos e a cabeça cheia daquela conversa do churrasco.
Passei o dia todo enrolada no que vestir. A saia leve de algodão roçando na coxa, a blusa decotada que eu abotoava e desabotoava sem parar, porque nada parecia certo pra aquela noite. Meu corpo já tava alerta antes mesmo de sair de casa, o calor que o sol de Salvador tinha deixado na pele misturado com outra coisa que eu fingia não sentir.
A gente tinha falado pouco no churrasco, só olhares que duravam mais do que deviam, risadas que saíam curtas demais. Depois, no banheiro, ela encostou na pia do meu lado e comentou alguma coisa sobre a minha boca que eu não consegui tirar da cabeça o dia inteiro. Eu sabia que não devia estar ali, sabia que era dela, mas meu peito apertava só de pensar em voltar pra aquela casa.
Toquei a campainha sentindo o coração batendo forte contra a costela. O cheiro de carne ainda subia da churrasqueira mesmo depois de tanto tempo, e o ar da noite baiana vinha quente pela janela aberta do corredor. Esperei com a mão ainda perto da campainha, o corpo um pouco adiantado, como se quisesse entrar logo.
Bruno abriu a porta com aquele sorriso largo que sempre tinha. A camisa nova marcava os ombros, o peito, as mangas dobradas até o cotovelo. Ele me olhou de cima a baixo rápido, quase sem querer, e eu senti que minha blusa decotada tinha sido a escolha certa.
— Oi, cheguei... nossa, que camisa nova é essa, Bruno? Tá diferente hoje — falei, tentando soar normal, a voz um pouco rouca do calor que ainda não tinha passado.
Ele riu e deu um passo pro lado pra eu entrar. O tilintar baixo de taças veio lá de dentro, e eu senti o couro do sofá antes mesmo de ver ele. O cheiro de madeira queimada ainda pairava na sala toda.
— A Letícia tá terminando de preparar a mesa. Vem — ele disse, e eu entrei sentindo os olhos dele nas minhas costas por um segundo a mais do que era preciso.
A porta bateu atrás de mim com um clique baixo. Meu corpo ainda carregava o sol da tarde, e a sala parecia mais quente do que devia. Bruno foi até o sofá, pegou uma taça e virou o vinho devagar, sem tirar os olhos do líquido.
Letícia apareceu no corredor, o vestido preto marcando cada curva. O cabelo solto balançava nos ombros enquanto ela caminhava. Chegou perto, sorriu e me deu um beijo bem no canto da boca, demorando um segundo a mais do que o normal. O perfume doce dela ficou na minha pele.
— Entra, Camila, tava louca pra te ver. Lembra o que te falei no banheiro aquele dia? — ela sussurrou, quase sem som.
Eu ri por nervoso, encostei a bolsa no braço do sofá. Olhei rápido pros seios dela marcando o tecido justo e desviei o olhar pra taça que Bruno estendeu.
— É, a gente pensou bastante nisso… o vinho tá aberto, senta aqui com a gente — ele falou, a voz saindo fácil.
Sentei no meio do sofá de couro. O tecido áspero roçava minha coxa nua toda vez que eu mudava de posição. Letícia ocupou o espaço ao meu lado, o joelho quase encostando no meu.
— Como foi o ensaio hoje? — ela perguntou, servindo-se de vinho sem tirar os olhos de mim.
— Longo. Muito sol — respondi, girando a taça entre os dedos. — Mas deu tudo certo.
O tilintar do metal contra o vidro pareceu alto demais. Bruno serviu um pouco mais pra ele mesmo, e eu vi que a mão dele parou no ar quando Letícia mudou de posição, o vestido subindo um centímetro na coxa.
O ar da noite entrava pela janela e misturava com o cheiro da churrasqueira. Eu segurei a taça mais firme, sentindo o coração bater forte de novo.
— Que bom que você veio — Letícia disse, a voz mais baixa. O sorriso apareceu rápido e sumiu. — A gente tava mesmo querendo conversar melhor.
O sofá rangia de leve sempre que alguém mudava de posição. Bruno se ajeitou melhor, o braço apoiado no encosto, enquanto Letícia cruzava as pernas e o vestido subia só um pouco. O vinho tinto balançava na taça, quase roxo contra a luz baixa.
— Meu dia foi só isso também — ela contou, girando o líquido devagar. — O churrasco acabou e a gente ficou aqui, só nós dois, até quase amanhecer. Bruno dormiu no sofá porque tava quente demais no quarto.
Eu ri, o som saindo curto. Minha taça encostou nos dentes antes de eu engolir. A pele dela parecia mais morena no contraste com o preto do vestido, e eu olhei sem querer, depois desviei o olhar.
— A gente ficou contando história do dia — ela continuou, inclinando o corpo um pouco na minha direção. — Bruno falou que você ficou quietinha no churrasco, só rindo de tudo. Eu falei que era porque você tava pensando em outra coisa.
O olhar dela desceu até minha boca e ficou lá. Eu senti o canto dos lábios formigar, como se ela tivesse encostado um dedo ali. Apertei a taça entre as mãos, tentando não sorrir.
— Eu conto uma história pra você agora? — Letícia perguntou, a voz mais baixa que o barulho da janela. — Sobre uma coisa que a gente inventou depois que você saiu.
Bruno pigarreou, mexendo a taça. A risada dele saiu baixa, quase tímida, e ele bebeu devagar, olhando pra gente por cima da borda.
— Vai, conta — eu disse, tentando manter a voz firme, mas senti o coração bater mais forte no peito.
Letícia mordeu o canto do lábio, hesitou um segundo, e depois sorriu largo, como se já soubesse que eu ia querer ouvir. O cabelo caiu sobre o ombro quando ela inclinou a cabeça.
— Não agora — ela respondeu, rindo de leve. — Talvez depois. Quando o vinho baixar um pouco mais.
O silêncio que veio depois pareceu maior do que era. Eu segurei a taça com as duas mãos, sentindo o calor do vidro contra os dedos, o cheiro doce do vinho misturado com o perfume dela que ainda estava na minha pele.
O ar da noite entrava quente pela janela, mas quem me deixava sem ar era ela. Letícia inclinou o corpo devagar, o joelho encostando no meu, o vestido subindo até a metade da coxa morena. Eu senti o cheiro dela, doce, misturado com vinho, e a respiração encostando no meu pescoço antes de qualquer palavra.
Bruno não falou nada. Só ficou ali, encostado no braço do sofá, o olhar passando de mim pra ela e voltando, os olhos escuros, brilhando.
— Eu fico acordada pensando nisso, Camila — Letícia murmurou, a voz baixa, quase contra minha pele. — Vocês dois, eu aqui no meio. Não sai da minha cabeça.
Eu virei o rosto devagar, o queixo quase batendo no ombro dela. Nossos narizes roçaram primeiro. Depois a boca. O beijo começou devagar, lábios se abrindo, a língua dela tocando a minha, quente, molhada, indo e voltando.
Minha mão desceu até a coxa dela, por cima do tecido fino do vestido. Apertei a carne macia que estava ali por baixo, sentindo o músculo tremer de leve. Letícia fez um som baixo na minha boca, quase um gemido, e se mexeu mais perto.
A mão dela subiu devagar pelo meu peito, os dedos abertos, roçando o bico duro do meu seio por cima da blusa. Eu arfei, o ar saindo curto, e ela apertou mais, sentindo tudo, o polegar passando e voltando.
— Assim — ela disse, rouca, o sorriso aparecendo e sumindo contra meus lábios. — Deixa eu te sentir.
O couro do sofá rangia baixo toda vez que a gente se mexia. Meu corpo inteiro tava quente, a saia subindo sozinha com o movimento, a coxa encostando na dela, o vinho esquecido na mesa.
Letícia mordeu meu lábio inferior, devagar, e eu puxei ela mais, a mão apertando a carne da coxa dela, subindo um pouco, parando. O cabelo dela caiu sobre meu ombro, macio, cheirando a shampoo e noite quente.
O vestido dela escorregou um centímetro do ombro, a alça fina aparecendo, a pele morena por baixo. Eu segurei a respiração, o peito apertado, a boca ainda na dela, as línguas se tocando, a mão dela apertando meu peito, o polegar roçando o bico mais firme.
Nossas mãos ainda deslizavam por cima da roupa, o beijo ficando mais urgente, o vestido dela começando a sair do ombro e minha respiração presa no peito.
O beijo no sofá ficou mais urgente, as línguas molhadas se tocando sem parar. Senti o gosto do vinho na boca dela, quase doce demais. Meu corpo queimava por baixo da blusa fina.
Puxei o vestido dela pelos ombros, descendo o tecido até o peito ficar exposto. Os seios morenos pesavam, os bicos já duros, quase brilhando no claro escuro da sala. Letícia respirou fundo, o peito subindo rápido.
— Porra, Camila, tua boca me deixando louca já — ela murmurou, quase sem voz.
Baixei a cabeça e passei a língua no bico do peito esquerdo, ele endurecendo ainda mais contra minha boca. Depois mudei pro direito, sugando enquanto minha mão apertava o que tinha ficado livre. Letícia soltou um gemido baixo, o som rouco, e puxou meu cabelo com força.
— Mmm… assim, amor, não para — ela falou, a voz falhando.
Letícia tirou minha blusa por cima da cabeça, o tecido preso nos braços por um segundo antes de cair. Ela inclinou a cabeça e chupou meu peito com a língua quente, circulando no bico. O calor da boca dela me fazia tremer toda.
— Lê… — falei, quase sussurrando, a mão descendo até a coxa dela por baixo do vestido. Encontrei a calcinha fina e passei dois dedos por cima do tecido, ela já molhada ali. Letícia abriu mais as pernas, o quadril empurrando contra minha mão.
— Enfia logo, Camila… — ela pediu, a voz presa entre os dentes.
Passei a mão por baixo da calcinha, os dedos escorregando fácil pela boceta inchada. Esfreguei no clitóris, ele pulsando, e ela soltou um gemido mais alto, mordendo o próprio lábio. O cheiro forte dela subia até mim, misturado com suor, e meu dedo deslizou pra baixo, entrando só um pouco.
— Tua boceta tá tão molhada — disse, rouca, movendo o dedo dentro dela, as paredes apertando. Letícia gemeu de novo, o som abafado contra meu pescoço.
— Quero mamar ela toda — ela falou, a voz baixa, quase pedindo, enquanto eu continuava mexendo o dedo dentro dela.
Afundei mais os dedos nela, quente e escorregando fácil. Letícia jogou a cabeça pra trás, o peito subindo rápido enquanto eu movia os dedos lá dentro.
— Porra, assim… — ela gemeu, as coxas tremendo contra minha mão.
Abri mais os dedos, ela apertando em volta, e comecei a esfregar o clitóris com o polegar, circular. Letícia abriu mais as pernas no sofá, o quadril rebolando contra minha mão sem parar.
— Ahh, Camila… não para — ela falou, rouca, as mãos apertando o couro do sofá.
Bruno abriu o zíper, tirou o pau pra fora, já duro, e passou a mão em volta, masturbando enquanto olhava pra gente. Senti o olhar dele, mas não parei de mexer os dedos dentro dela.
— Olha isso… vocês duas são lindas pra caralho — ele falou, a voz grossa, apertando mais o pau.
O celular dele tocou alto na mesa, o som cortando o ar. A gente parou por um segundo, ofegante, os dedos ainda dentro dela, o pau dele na mão. A respiração pesava no silêncio.
Quer essa cena com o seu jeito?
Escrever minha versãoLetícia me puxou pelo cabelo, a boca encontrando a minha de novo, o beijo quente e molhado. O celular parou de tocar. Passei a perna por cima dela, o couro do sofá grudando na pele da gente.
Ela me empurrou pra trás, deitando meu corpo no sofá. Desceu a mão até minha calcinha, puxou pro lado e lambeu minha boceta inteira de uma vez só, a língua me abrindo. Soltei um gemido baixo, o quadril pulando contra a boca dela.
— Porra, Lê… — falei, rouca.
Ela segurou minhas coxas abertas com as mãos macias e enfiou a língua mais fundo, chupando meu clitóris depois, sugando firme. Meu peito subiu rápido. Passei a mão no cabelo cacheado dela, apertando os cachos sem querer. Ela parou só pra olhar pra mim, o sorriso safado brilhando, o queixo molhado.
— Sobe aqui — ela pediu.
Subi, passando uma perna por cima do rosto dela, sentando na boca com cuidado. Ela agarrou minha bunda com as duas mãos, puxando pra baixo, e lambeu meu clitóris de novo, circulando a língua enquanto eu rebolava. O couro do sofá rangia um pouco, úmido de suor e tesão. O cheiro forte dela ainda tava na minha mão.
— Ahh… assim, amor — gemi, sem fôlego.
Ela sugou mais forte, a língua entrando e saindo, as mãos apertando minha bunda sem parar. Rebolei mais, o prazer subindo, o quadril tremendo contra a boca dela. Ela gemeu embaixo de mim, o som vibrando direto no meu clitóris.
Olhei pro lado e vi Bruno passando a mão no pau, os olhos fixos em nós duas. Mordi o lábio e desci um pouco mais, sentindo a língua dela me comer mais fundo.
— Mmm… não para, Lê — falei, quase sussurrando.
Ela continuou chupando, o ritmo mais lento agora, me fazendo sentir cada movimento da língua, cada sugada no clitóris inchado. Meu corpo tremia em cima dela, a respiração curta e quente.
A gente se mexeu no couro quente do sofá. Letícia rolou de quatro, os peitos pressionados contra o assento, a bunda empinada. Ajoelhei na frente dela e segurei o rosto moreno, a boca dela molhada ainda brilhando. Beijei ela, a língua enrolando na dela, sentindo meu gosto misturado com o gosto dela. Bruno se levantou atrás dela e abriu mais as pernas de Letícia com os joelhos.
Ele segurou o pau duro e passou pela boceta molhada dela, só roçando. Letícia gemeu na minha boca, o quadril mexendo pra trás, tentando alcançar. Dei uma risada rouca e segurei os cachos dela com uma mão.
— Pede — falei contra a boca dela.
— Enfia, Bruno… porra, eu tô pingando — ela respondeu, a voz abafada contra meus lábios.
Bruno empurrou, a cabeça grossa abrindo ela, a gente ouvindo o som molhado enquanto ele ia fundo de uma vez. Letícia quebrou o beijo pra gemer alto, a testa encostando na minha. Segurei o rosto dela de novo e beijei ela mais forte, sentindo o corpo dela tremer toda vez que ele metia. O cheiro forte da boceta molhada subia entre a gente, misturado com suor.
O ritmo cresceu. Bruno segurava a cintura dela, o corpo dela indo pra frente a cada estocada, batendo contra o meu peito. Senti o couro grudar na minha pele, úmido. Minha boca desceu pro pescoço dela, chupando enquanto o pau dele batia dentro dela, o som molhado enchendo a sala. Letícia segurou meu braço com força, os dedos apertando.
— Porra, Camila… beija minha boca — ela pediu, rouca, virando o rosto pra mim.
Beijei ela de novo, mais fundo, sentindo o corpo dela tremer toda vez que ele metia mais forte. Bruno acelerou o ritmo, as bolas batendo contra a pele molhada dela. Letícia gemeu na minha boca, a voz falhando, a língua enrolando na minha com fome. Desci uma mão e apertei o peito dela, sentindo o bico duro contra a palma.
— Ahh… Bruno, mais fundo… — ela gemeu, quebrando o beijo.
Ele segurou a bunda dela com as duas mãos e meteu mais fundo, o quadril dela rebolando contra ele. Desci a mão até o meio das pernas dela por baixo, sentindo o clitóris inchado, esfregando enquanto o pau dele entrava e saía. Letícia tremeu inteira, o gemido saindo mais alto, o corpo molhado de suor.
— Tô perto, porra… não para — ela falou contra meu pescoço.
Acelerei os dedos no clitóris dela, quente e pulsando. Bruno metia mais forte agora, as estocadas longas e cruas, a gente ouvindo o som molhado a cada vez que ele saía e voltava. Letícia segurou meu cabelo com força, o corpo dela bambo entre a gente. Beijei a boca dela de novo, devagar, olhando os olhos dela escuros de tesão.
— Goza pra mim — pedi baixo.
O corpo dela tremeu inteiro. Letícia gozou apertando o pau dele, a boceta pulsando, o gemido saindo abafado contra minha boca. Continuei esfregando o clitóris dela enquanto ela gozava, sentindo a porra quente escorrendo pela coxa dela. Bruno tirou o pau no último segundo e gozou na própria mão, o som rouco saindo da garganta dele. Meu corpo tremeu junto, o prazer subindo quente enquanto a gente gozava ao mesmo tempo, os corpos colados, o couro do sofá úmido de suor e porra.
Ainda ofegantes do gozo no sofá, Letícia me puxou pro chão da sala. O tapete frio encostou nas minhas costas suadas, fazendo contraste com a pele dela. Eu sentia o cheiro forte de sexo que ficara no ar, misturado com o cheiro dela.
Ela passou por cima de mim sem parar, os peitos balançando enquanto se posicionava. O cabelo cacheado caía solto em volta do rosto moreno. Meu corpo tava mole ainda, mas a boca abria pra ela.
— Porra, Lê... tua boceta tá deliciosa na minha boca... mete mais — falei contra a coxa dela, a voz rouca.
Letícia baixou o quadril devagar, a boceta quente e molhada roçando meus lábios. Eu abri a boca pra receber, a língua encontrando o clitóris inchado. Ela soltou um gemido baixo, as mãos apoiadas no tapete, o corpo balançando um pouco.
A boca dela era doce e salgada ao mesmo tempo, o gosto dela me enchendo. Eu chupava devagar primeiro, depois mais firme, a língua circulando enquanto ela rebolava contra minha boca. Ela apertou as coxas ao redor da minha cabeça, o gemido saindo rouco.
— Ahh, amor... assim... — ela gemeu, o quadril descendo mais.
Bruno apareceu atrás dela, o pau ainda meio duro na mão. Ele se ajoelhou, segurando a cintura dela com uma mão. Letícia inclinou o corpo pra frente, abrindo mais pra ele. Eu sentia o peso dela em cima de mim, a boceta pulsando contra minha língua.
Ele passou a mão na boceta dela de cima, os dedos roçando minha boca por um segundo. Depois segurou o pau e esfregou na entrada, a cabeça grossa abrindo ela devagar. Letícia gemeu mais alto, o corpo inteiro tremendo em cima de mim enquanto ele ia fundo de uma vez.
O som molhado do pau dele entrando nela era alto no silêncio da sala. Eu continuava lambendo o clitóris, a língua sentindo o pau batendo dentro dela a cada estocada. Letícia apertou meu cabelo, o corpo mole entre a gente, o gemido saindo sem parar.
— Mmm... gostoso... não para... — ela falou, a voz falhando.
O ronco de um carro passando devagar lá fora fez a gente congelar. Letícia ficou parada por cima de mim, a boceta latejando contra minha boca, o ar preso. Bruno parou com o pau enterrado nela, a mão apertada na cintura. O som sumiu no fim da rua, mas a gente ficou assim um segundo, escutando, o coração batendo na garganta.
— Porra... — Letícia soltou o ar, o quadril dando um tranco sem querer.
Eu ri baixo, rouca, o gosto dela ainda na língua. A risada saiu nervosa, mas a minha boca já tava voltando, chupando mais fundo, a língua achatando no clitóris inchado. Letícia gemeu e mexeu o quadril de novo, mais forte, as coxas tremendo ao redor da minha cabeça.
Bruno segurou a cintura dela com as duas mãos e começou a meter de verdade, as estocadas longas, o pau saindo quase todo antes de voltar inteiro. O som molhado batia no tapete. Eu sentia ele passando por cima da minha língua toda vez que entrava nela, a boceta dela apertando mais a cada ida.
— Isso, amor... não para — ela pediu, a voz presa.
Eu segurei o quadril dela e lambei mais devagar, o dedo subindo pra esfregar o clitóris enquanto o pau do Bruno batia fundo. Letícia tremeu inteira, os peitos balançando pra frente, o cabelo cacheado caindo sobre o meu rosto. A sala cheirava a sexo forte, a pele molhada batendo, o tapete frio grudando nas minhas costas suadas.
Bruno tirou o pau de uma vez e deu um tapa leve na bunda dela. Letícia reclamou, mas ele já tava descendo, empurrando o pau quente entre os meus lábios. Eu abri a boca, lambendo o pau encharcado dela, o gosto misturado. Bruno gemeu baixo, segurando meu cabelo.
— Olha como elas tão molhadas... — ele falou, quase pra si mesmo, a voz grossa.
Letícia desceu devagar, a boceta aberta roçando meu queixo enquanto ela se posicionava de novo. Bruno voltou pra dentro dela num golpe só, e o grito dela saiu rouco, o corpo mole em cima de mim. O pau batia fundo, o clitóris escorregando na minha língua, o cheiro de nós três misturado no ar.
— Mete nela, gostoso... — pedi, a voz falhando.
Letícia deslizou pra baixo do meu corpo devagar, o cabelo cacheado molhado grudando na minha pele. Eu sentei, joelhos ao meu lado, e ela abriu as pernas sem falar nada, os olhos escuros olhando pra mim.
— Vai, Camila — ela falou rouca.
Eu enfiei dois dedos nela de uma vez, a boceta quente e molhada apertando em volta. Ela gemeu e fechou os olhos, uma mão indo pro peito enquanto a outra descia pro clitóris. Os dedos dela se mexiam devagar, circulando, enquanto eu metia mais fundo, sentindo ela pulsar.
Ela levantou o quadril, procurando mais. Eu curvei os dedos e ela ofegou, o corpo inteiro respondendo. A mão dela no peito apertava o mamilo, rolando entre os dedos.
— Isso... assim... — ela pediu, a voz falhando.
A boceta dela escorregava na minha coxa agora, quente e molhada, o clitóris inchado roçando a pele. Ela se movia devagar, o quadril girando, cada passada deixando um rastro quente. Eu sentia o pulsar dela, o jeito que ela tremia um pouco quando passava pelo lugar certo.
Bruno se aproximou de mim por trás, o pau duro escorregando entre as minhas pernas. Ele esfregou a cabeça na entrada, só tocando, sem entrar. Eu parei de mexer os dedos dentro dela e esperei.
— Entra — pedi, a voz saindo rouca.
Ele só circulou a ponta, pressionando um pouco mais mas sem ir fundo. Eu senti o corpo inteiro pedir, a boceta latejando vazia. Ele parou do jeito que tava, só segurando a base, me deixando sentir o calor dele ali.
— Bruno... porra... — eu falei, o quadril empurrando pra trás sem eu conseguir controlar.
Ele riu baixo, a voz grossa, e então entrou devagar, só a cabeça grossa abrindo caminho. Eu gemi, os dedos dentro de Letícia parando por um segundo. Ele esperou assim, a ponta só, me sentindo apertar em volta.
— Mete tudo — eu pedi, a voz mais alta.
Bruno afundou de uma vez. Eu soltei a respiração num gemido longo, os dedos dentro de Letícia parando enquanto eu tentava me acostumar com o peso dele me abrindo. Ela abriu os olhos, o sorriso safado aparecendo devagar.
— Isso... assim... — ela falou, a voz rouca.
Eu voltei a mexer os dedos, mais rápido agora, sentindo ela apertar em volta. Bruno começou a meter, as estocadas longas e firmes, cada uma batendo fundo. Eu tremia por baixo dele, o corpo inteiro reagindo, a boceta latejando em volta do pau dele. Letícia desceu mais, o cabelo cacheado roçando minha barriga.
Eu tirei os dedos dela e puxei o quadril pra cima, a boca encontrando o peito. Minha língua bateu no mamilo, chupando devagar, sentindo ela tremer contra mim. Bruno parou por um segundo, só pra me ver, depois voltou com tudo.
Letícia passou a mão no meu cabelo, apertando enquanto eu mamava o peito dela. Meu corpo balançava com as estocadas do Bruno, cada uma mais forte que a anterior. O som molhado do pau batendo dentro de mim misturava com o gemido dela.
— Porra... amor... — ela gemeu, o quadril se mexendo contra minha boca.
Eu me afastei um pouco, olhando pra ela, o sorriso largo e safado dela me olhando de volta. Bruno tirou o pau de uma vez e me virou de lado, o corpo dela descendo junto comigo. Ele entrou de novo por trás, as estocadas mais curtas agora, a mão dele segurando meu quadril.
Letícia desceu mais, a boceta roçando meu rosto. Eu abri a boca, a língua achatando no clitóris dela, sentindo o gosto forte, o calor latejando contra meus lábios. Bruno metia mais fundo, cada estocada me empurrando contra a boceta dela.
— Vem... — ela pediu, a voz falhando.
Eu chupava mais firme, dois dedos entrando de novo, o quadril dela rebolando contra minha boca. Bruno acelerou, as estocadas rápidas e molhadas, o som batendo no tapete. Meu corpo inteiro tremia, o orgasmo subindo devagar, o pau dele batendo no lugar certo.
Letícia gozou primeiro. O corpo dela travou, as coxas apertando minha cabeça, a boceta pulsando contra minha língua. O gemido saiu rouco, longo, os dedos dela apertando meu cabelo. Eu continuei lambendo mais leve, sentindo ela tremer.
Bruno saiu de mim e me virou de barriga pra cima. Ele entrou de novo, as estocadas agora mais lentas, profundas, me olhando enquanto metia. Letícia desceu do meu rosto e beijou minha boca, o gosto dela ainda na língua. O pau dele batia fundo, o corpo dela quente ao meu lado.
— Porra... eu tô gozando... — eu falei contra a boca dela.
Meu corpo inteiro tremeu, a boceta apertando em volta do pau dele, cada espasmo me fazendo gemer mais alto. Bruno meteu mais duas vezes e saiu, o calor dele respingando na minha barriga. Letícia beijou meu pescoço, a respiração ainda pesada.
Ficamos largadas no tapete, corpos suados e entrelaçados, a respiração pesada voltando ao normal enquanto o silêncio da casa nos envolvia, sem mais nada a dizer.

