Cheguei cansada da viagem, mas o corpo tava leve, como sempre depois de organizar tudo pra todo mundo. A mala ainda tava por abrir quando entrei no quarto e senti o cheiro de protetor misturado com suor seco que tinha ficado na roupa dos outros.
Deixei a bolsa cair no chão, tirei a roupa que tinha usado no carro e vesti a camisola de algodão. O tecido encostou na pele da barriga e puxei o short por baixo, com o elástico apertando na cintura.
Abri o celular. As fotos da festa passavam rápido: gente com a cara vermelha, copo na mão, areia na testa. Digitei um comentário, apaguei, mandei só um símbolo de sol e guardei o telefone debaixo do travesseiro.
Mari já tava deitada no meio da cama de casal, pernas cruzadas, rindo de alguma coisa que tinha visto no celular. Ela deu uma cotovelada leve no colchão, chamando a gente pra se arrumar.
— Poxa, que casa lotada, né? Mal sobrou espaço pra gente.
Felipe apareceu do outro lado, só de bermuda, braços fortes brilhando um pouco com o resto do protetor. Ele olhou a cama, depois olhou pra mim, e largou o celular em cima do criado-mudo.
— A gente se vira — ele respondeu, voz baixa de quem tinha falado demais na praia.
Mari se remexeu de barriga pra cima e deu um tapinha no colchão do meio. Entrei primeiro, com o lençol áspero roçando na coxa, e me enfiei de lado, tentando não encostar em ninguém.
O ventilador girava no teto, ar ainda quente da noite sem ar-condicionado. Fechei os olhos, com o cansaço pesando nos braços e nas pernas, mas o corpo não queria parar quieto.
Mari se esticou, resmungou alguma coisa sobre sede e levantou da cama com o lençol grudado na perna. A porta do quarto rangeu quando ela saiu. Fiquei parada, ouvindo o barulho distante das ondas e sentindo o colchão ceder do outro lado.
Felipe respirou fundo e notei o cheiro dele mais perto agora, pele salgada misturada com o resto do protetor. A pulseira fria tocou minha pele quando ele ajustou o braço em cima da cabeça. Não falei nada, só segurei o fôlego por um segundo.
— Queria ter dormido mais cedo hoje — ele murmurou, quase pra si mesmo.
— Eu também. Minha voz saiu baixa. Amanhã a gente acorda cedo pra praia de novo.
Ele virou o rosto no travesseiro e senti a barba roçar no tecido. O ventilador cortava o ar úmido em silêncio. Por um momento não rolou nada além do barulho distante da água batendo.
A porta se abriu outra vez. Mari voltou com o copo na mão, bebeu no escuro e se jogou do outro lado da cama, longe de nós. Quando ela se remexeu, o colchão empurrou meu corpo contra o dele. Meu ombro encostou no peito dele, quente, e fiquei parada ali.
— Desculpa, Débora — ele falou, rouco. O espaço tá apertado mesmo.
— Tranquilo — respondi, sem me mexer. Melhor que ficar no chão.
O lençol áspero roçava na minha barriga toda vez que eu respirava. Não conseguia ver o rosto dele direito, só a sombra do braço forte e a pulseira brilhando um pouco de luz que vinha da janela. Ele não se afastou.
Uma mão apareceu em cima da minha coxa, por fora do short, quase sem peso. Os dedos pararam ali, quietos. Meu coração bateu mais forte no peito, mas não tirei a perna. O som das ondas continuou lá fora como se nada tivesse mudado.
O lençol arranhava a minha barriga a cada respiração, e fiquei ali parada, tentando entender se o peso na coxa era dele ou se o colchão tinha só empurrado de novo. Meu coração batia forte demais para a hora que era, e segurei o ar sem querer.
Felipe mexeu o braço, a pulseira fria roçando de leve na minha pele enquanto ele ajeitava o travesseiro. Senti ele virar um pouco mais de lado, respiração perto da minha nuca.
— Você pegou bastante sol hoje — ele falou baixo, quase encostando o queixo no ombro. Reparei quando você tava passando o protetor de novo. A pele ficou vermelha aqui, ó.
Ele indicou com o dedo, sem encostar, só apontando o ar perto do meu ombro. Ri baixo, sem me virar.
— É sempre assim no primeiro dia. Aí amanhã eu fico roxa e fico reclamando o dia inteiro.
O ventilador girava no teto, empurrando o ar úmido pra cima e pra baixo. Ouvi Mari respirando fundo do outro lado da cama, som ritmado de quem já tinha dormido mesmo. O calor não diminuía.
Virei o rosto um pouco no travesseiro, e a barba dele ficou mais visível na sombra, maxilar marcando quando ele engoliu em seco. Os braços estavam apoiados, um em cima da cabeça, outro esticado ao lado do corpo, e reparei nas veias saltadas na parte de dentro do antebraço.
— Eu tava te olhando na praia hoje — ele continuou, voz baixa de quem falava baixo demais. Você tava deitada na toalha, com aquele biquíni preto, e pensei que você ia ficar ali o dia todo. Aí levantou e foi embora.
Senti o rosto esquentar, mas não era só do calor. Virei de novo, dessa vez olhando pra ele de verdade, e o cheiro de pele salgada veio mais forte quando ele se mexeu. A pulseira brilhou quando ele coçou a barba.
— Eu só ia pegar água — respondi, com a voz saindo mais baixa do que queria. Mas fiquei olhando você também, quando você tava jogando bola com o pessoal. Os braços tão grandes.
Ele sorriu de lado, quase imperceptível no escuro, e vi ele olhar pra minha boca por um segundo antes de desviar. O lençol subiu e desceu quando ele respirou fundo.
— É que eu nado muito — ele falou. Quando eu era moleque meu pai me obrigava a vir pra cá todo verão. Achava chato, mas agora gosto. Vem pra cá pra fugir da cidade, sabe?
Balancei a cabeça no travesseiro, com o algodão áspero na bochecha. O som das ondas batia lá fora, constante, e me concentrei nisso pra não pensar no calor que subia pela barriga. Ele mexeu o pé, sem querer, e a sola encostou na minha canela por um instante.
— E você, vem sempre com a Mari? — ele perguntou, virando mais um pouco de lado. Ou é a primeira vez que você dorme aqui?
— Primeira — respondi, com o coração batendo mais forte quando ele não tirou o pé. Ela sempre fala dessa casa, mas nunca tinha sobrado lugar pra mim.
Ele ficou quieto por um segundo, só respirando. Vi ele olhar pro meu pescoço, depois pra clavícula que saía da camisola. O ventilador cortou o ar de novo, fazendo o lençol tremer.
— É bom ter você aqui — ele murmurou, quase pra si mesmo. A casa fica diferente.
Não respondi, só fechei os olhos e tentei acalmar a respiração. O lençol subiu de novo quando ele se remexeu, e senti ele parar de novo, como se tivesse pensado em dizer mais alguma coisa e mudado de ideia. O som distante da água continuou lá fora, e fiquei ali, ouvindo ele respirar perto da minha nuca, sem saber o que fazer com o calor que subia pela barriga.
O lençol subiu com a minha respiração quando virei de lado, com o colchão cedendo debaixo do meu corpo. O rosto dele estava perto agora, perto o bastante pra eu sentir o calor que saía da pele dele se misturando com o ar úmido do quarto.
Ele não recuou. Os olhos dele estavam abertos, refletindo um pouquinho de luz que vinha da janela, e vi ele olhar pra minha boca por um segundo que pareceu demorar mais que o necessário.
— A gente não devia — falei, quase sem som, só o fôlego escapando junto com as palavras.
— Eu sei — ele respondeu, voz baixa. A pulseira fria tocou meu braço quando ele ajustou a mão, mas os dedos não tiraram do meu quadril.
O ar entre nós ficou mais quente. Senti a respiração dele bater na minha bochecha, e o cheiro de pele salgada veio junto, misturado com o resto de protetor que ainda não tinha saído direito.
— Psiu, a Mari já voltou — disse, quase encostando a boca na dele.
Ele não esperou. Os lábios tocaram os meus, sem pressa, só a pressão leve no começo que foi ficando mais firme quando não tirei o rosto. A mão grande subiu pela coxa, por cima da camisola, dedos parando onde o tecido do short começava.
Meu corpo reagiu antes da cabeça. Senti a barriga apertar, o calor descendo entre as pernas, e fechei os olhos quando ele inclinou o rosto mais pra dentro do beijo.
Outra mão tocou meu quadril do outro lado, mais leve, quase incerta. Congelei por um segundo, sentindo os dois pesos diferentes ao mesmo tempo, respiração presa no peito enquanto o beijo continuava e o desejo latejava forte entre as pernas.
O beijo ainda queimava na minha boca quando a mão dele desceu por baixo da camisola. Os dedos acharam logo o caminho entre as pernas, e eu já tava tão molhada que o toque escorregou direto. Ele parou um segundo e eu ouvi a respiração dele mudar.
— Caralho, você tá encharcada, Débora — ele falou baixo, quase colado na minha orelha.
A mão roçou a boceta por cima da calcinha, sentindo o calor que saía de mim. Eu abri um pouco mais a perna sem pensar, e os dedos dele acharam o clitóris por cima do tecido. Meu quadril se mexeu sozinho.
Mari se remexeu do outro lado da cama. A mão dela veio por baixo da camisola, mais leve, procurando. Quando achou a outra mão, os dedos se encostaram, os dele por cima, os dela por baixo, e eu parei de respirar por um segundo.
— Merda — falei, quase sem som. Os dois mexeram os dedos ao mesmo tempo, um mais firme, o outro explorando.
A camisola subiu até o peito. A calcinha desceu pelas coxas, raspando na pele suada. Fiquei só de calcinha no meio dos dois, o lençol ainda por cima, o ar do quarto grudando na barriga. As duas mãos continuaram, uma por baixo da calcinha, a outra por cima, os dedos se encontrando na pele molhada.
A mão dele saiu de dentro da minha calcinha e eu senti falta logo, quente e vazia. Ele se sentou na beira da cama, abriu o zíper devagar, puxando o pau pra fora. Tava duro, latejando, grosso na mão dele. Ele começou a se tocar, olhando pra mim, o polegar espalhando a umidade na cabeça.
— Olha como você me deixou — ele falou rouco, apertando mais a base.
Mari virou de lado, o rosto se encaixando no meu peito. A boca dela fechou no mamilo, língua molhada dando voltas. Meu quadril mexeu sozinho, querendo mais, mas ele continuou se masturbando na minha frente, deixando eu ver.
— Felipe… — falei, quase sussurrando.
Quer essa cena com o seu jeito?
Escrever minha versão— Shhh — ele respondeu, apertando mais o pau, descendo a mão até a base.
Abaixei a cabeça. A primeira lambida foi devagar, da base até a ponta, sentindo o gosto salgado da pele dele misturado com o suor. Ele soltou um gemido baixo. Engoli mais fundo, língua apertando de baixo pra cima, uma mão segurando a coxa dele. Mari continuou no meu peito, chupando mais forte agora, dentinhos roçando a pele sensível.
— Porra, Débora — ele falou, a voz falhando.
Mari soltou meu peito com um som molhado, e eu senti o mamilo latejando. Ele puxou meu quadril pra perto da beira da cama, abriu minhas pernas com as mãos quentes. A ponta grossa encostou na entrada da boceta, molhada, escorregando na minha excitação. Ele não entrou. Só ficou ali, circulando, me fazendo sentir o calor sem dar o resto.
— Por favor — pedi baixo, o rosto queimando.
Ele sorriu, safado, e deu só mais um centímetro. Parou de novo.
— Pede direito — ele falou, a voz grossa.
— Mete, por favor — respondi, quase sem voz, apertando o lençol.
— Mais — ele pediu, entrando mais um pouco, parando de novo.
— Mete logo, Felipe, porra — falei, quase chorando de tesão.
Ele riu baixo e enfiou tudo de uma vez, fundo, me preenchendo quente e grosso. Eu gemi alto, mordendo o travesseiro. Ele saiu e voltou, ritmando, a cama rangendo de leve por baixo de nós. Mari beijou meu pescoço, os dedos encontrando meu clitóris enquanto ele metia.
— Não para — pedi, rouca.
Ele aumentou o ritmo, cada estocada mais funda, o som molhado ecoando no quarto escuro. Mari apertou meu peito, mordendo o mamilo, e eu gozei primeiro, apertando ele por dentro, tremendo, o corpo suado grudando no lençol.
Ele ainda tava dentro de mim quando virou devagar, encaixando o corpo por trás. A mão dele desceu pela minha barriga e segurou minha coxa, abrindo mais. Começou a meter assim, de lado, o pau grosso entrando fundo e saindo quase inteiro, o quadril batendo contra minha bunda molhada de suor. Cada estocada fazia o ar sair quente da minha boca.
Ele acelerou o ritmo, segurando firme no meu quadril. Eu sentia o pau latejando, a boceta inchada apertando em volta, o som molhado enchendo o quarto. Meu corpo inteiro tremia, os mamilos roçando no lençol úmido.
Mari soltou um suspiro alto no sono. A gente parou tudo no mesmo segundo, ele duro dentro de mim, eu mordendo o lábio. O quarto ficou em silêncio, só o barulho baixo das ondas do lado de fora.
— Porra — ele murmurou quase sem som, a boca colada no meu ombro.
Quando o quarto ficou quieto de novo, ele saiu devagar, o pau escorregando pela minha boceta inchada. Ele esfregou a cabeça grossa nos meus lábios molhados, subindo e descendo, me fazendo sentir o calor dele sem entrar. Meu quadril mexeu sozinho, querendo mais.
Ele virou meu rosto pro lado, a barba áspera roçando na minha bochecha. Eu abri a boca e ele enfiou o pau quente, molhado da minha excitação, até quase o fundo. Lambi devagar, sentindo o gosto forte, a língua apertando em volta enquanto ele segurava meu cabelo.
Mari soltou um suspiro no meu pescoço e desceu a mão devagar, os dedos encontrando logo a boceta inchada. Dois entraram sem demora, grossos e quentes, enquanto eu continuava com o pau dele na boca, a língua apertando em volta. Os dedos dela foram fundo, curvando, achando o ponto que fez meu quadril tremer.
— Porra, Mari… — falei rouca, a voz abafada.
Ele me soltou do cabelo e puxou meu corpo pra virar de lado. Mari tirou os dedos e eu senti falta imediata, oca e latejando. Felipe segurou minha cintura com as mãos grandes, me erguendo só o suficiente pra encaixar por trás. A ponta grossa encostou na entrada e ele não esperou.
Enfiou tudo de uma vez, fundo, quente, o pau latejando dentro de mim. Eu gemi alto, o rosto afundando no travesseiro. Ele começou a meter sem pausa, ritmo firme, cada estocada fazendo o som molhado ecoar no quarto. Mari voltou com os dedos no meu clitóris, esfregando rápido enquanto ele me comia.
— Olha pra ela — ele falou rouco, segurando meu cabelo. — Olha como ela se toca enquanto eu como você.
O pau dele batia fundo, o quadril batendo na minha bunda, o suor escorrendo entre nós. Eu sentia a boceta apertando, latejando, cada vez mais inchada em volta dele. Mari apertou meu peito com a outra mão, os dedos do clitóris não paravam. Meu corpo inteiro tremia.
— Safada — ele murmurou, a barba raspando no meu ombro. — Tão molhada, tão apertada, porra.
A cama rangia de leve, o lençol úmido grudando na pele. Eu me tocava agora, os dedos encontrando o clitóris inchado, esfregando enquanto ele metia mais forte. Mari beijou meu pescoço, a língua quente dando voltas, os dedos dela apertando meu mamilo.
— Porra, eu vou gozar — ele falou, a voz falhando.
O ritmo mudou, mais rápido, mais fundo, o pau latejando dentro de mim. Mari gemeu baixo no meu pescoço, os dedos apertando meu peito. Eu gozei primeiro, o corpo inteiro tremendo, a boceta apertando ele forte. Ele saiu rápido, a porra quente jorrando na minha coxa, escorrendo pela pele suada enquanto o quarto voltava ao silêncio.
O cheiro forte de excitação misturado com ar salgado ainda pairava no ar. Os três corpos suados grudados no lençol, o barulho baixo das ondas do lado de fora, o silêncio voltando devagar pro quarto.
Fiquei largada entre os dois, o corpo melado de suor e porra, a coxa grudenta onde ele tinha gozado. O coração ainda batia forte no peito e o quarto cheirava a sexo, salgado e denso.
Mari soltou um suspiro longo e virou de lado, puxando o lençol pra cobrir o ombro. Em alguns segundos a respiração dela ficou lenta e pesada, já mergulhada no sono de novo.
Eu me virei de frente pro Felipe. O pau dele ainda meio mole encostou na minha coxa, mas logo comecei a notar ele crescer, latejando contra a pele.
— Meu Deus, ainda tô latejando toda — falei baixo, quase rindo da própria voz grossa.
Ele passou a mão na minha cintura, os dedos descendo até a curva da bunda. O pau ficou mais duro, pressionando contra mim, pesado.
— Você é uma delícia, sabia? — ele respondeu, a barba raspando no meu ombro quando encostou a boca ali.
A mão dele desceu mais, os dedos grossos abrindo caminho entre as minhas pernas de novo. Eu já tava inchada e sensível, e o toque dele no clitóris fez o quadril tremer inteiro.
— Caralho — murmurei, mordendo o lábio quando ele começou a esfregar, notando o quanto eu ainda tava molhada.
O pau dele bateu contra minha barriga, totalmente duro de novo. Eu estendi a mão pra baixo e segurei, a pele latejando nos meus dedos.
Eu subi nele, uma perna de cada lado, o pau dele batendo contra minha barriga por um segundo antes de eu ajustar a posição.
— Quero sentar em você agora, deixa eu controlar — falei, e a voz saiu mais grossa do que eu esperava.
Segurei o pau dele na base, passei a cabeça entre os lábios da minha boceta, notando o quanto eu ainda tava molhada. Desci, notando cada centímetro esticando pra dentro, meu corpo engolindo ele por inteiro. Quando sentei até o fundo, soltei um gemido baixo e fiquei parada, notando o latejar dele dentro de mim.
Felipe segurou minhas coxas com as mãos, mas não tentou me mover. Ele ficou olhando pra cima, respiração pesada, o peito subindo e descendo enquanto eu me acostumava com o tamanho dele ali.
Eu me inclinei pra frente, sem tirar ele de dentro. O pau deu uma guinada quando eu me abaixei mais, e Felipe soltou um gemido que tremeu no ar parado do quarto.
— Porra — ele murmurou, e eu notei o pau dele pulsar forte lá dentro.
Desci a boca, beijando o peito dele primeiro, notando o gosto salgado da pele. Desci mais, beijando a barriga, o pau ainda enterrado em mim, latejando. Quando cheguei na altura certa, levantei o quadril, notando ele sair um pouco, e me inclinei pra mamar a cabeça molhada do pau dele.
A boca dele encontrou minha boceta no mesmo instante. A língua dele desceu entre os lábios inchados, e eu gemeu com a boca cheia, notando ele chupar o clitóris, girando a língua num ritmo que fez minha coxa tremer. Eu desci mais na boca dele, engolindo o pau até onde conseguia, e ele gemeu contra minha boceta, a vibração passando direto pro meu clitóris. A gente ficou ali, chupando um ao outro, o som molhado preenchendo o quarto.
Notei o gosto dele na língua, salgado, misturado com o meu. Quando o pau pulsou forte na minha boca, eu subi, notando ele escorregar pra fora, o ar batendo no clitóris inchado.
— Mete de novo — falei, grossa, a voz abafada contra a pele dele. — Esfrega na minha boceta primeiro.
Ele segurou o pau na mão e passou a cabeça entre os lábios da minha boceta, notando o quanto eu tava molhada. A pressão leve no clitóris fez minha coxa tremer, e eu desci o quadril, procurando mais. Ele segurou firme, impedindo, só esfregando a cabeça grossa ali, em círculos lentos que me fizeram gemer baixo.
Quando finalmente encaixou na entrada e começou a descer, meu corpo engoliu ele de novo, esticando. Eu me sentei até o fundo, notando o latejar dele lá dentro, pesado. Fiquei parada, só notando, enquanto o quarto permanecia quieto, a respiração da Mari do outro lado da cama cortando o ar parado.
Comecei a me mexer, levantando o quadril e descendo de novo, notando cada centímetro. O pau dele batia fundo, e eu rebolava em cima, notando ele esfregar no lugar certo, o calor subindo pela barriga. A cada descida o som molhado ficava mais presente, ecoando baixo no quarto.
Felipe segurou minha cintura com as duas mãos, os dedos apertando a pele suada. Ele não apressou. Deixou eu controlar o ritmo, só subindo o quadril pra me encontrar quando eu descia. Meu clitóris roçava contra ele de vez em quando, e cada vez que acontecia eu sentia um choque subindo pela espinha.
— Porra, tá tão molhada — ele murmurou, a voz grossa, a barba roçando na minha bochecha quando me inclinei mais pra frente.
Eu desci mais rápido, o pau dele batendo fundo, o som abafado dos corpos se encontrando preenchendo o espaço entre nós. O cheiro de sexo estava mais forte agora, misturado com o sal da nossa pele. Cada vez que eu subia e descia, notei ele pulsar dentro de mim, latejando.
Mari mexeu no outro lado da cama, soltando um suspiro longo no sono. A gente parou, congelados, o pau dele ainda enterrado em mim, latejando. O coração batia forte no meu peito, e eu segurei a respiração, esperando. Quando a respiração dela voltou pro ritmo lento e pesado, eu comecei a me mexer de novo, mais lento, notando ele todo.
— Safada — ele sussurrou contra meu ouvido, a mão apertando minha bunda. — Continua.
Um barulho no corredor, passos leves, piso de madeira rangendo, fez a gente parar no mesmo instante. Meu coração subiu na garganta. Felipe ficou imóvel, o pau latejando dentro de mim, e eu segurei o ar, ouvindo. Os passos passaram direto, sumiram no final do corredor. O silêncio voltou, só a respiração dela do outro lado da cama.
Ele soltou o ar e começou a me mover, segurando minha cintura. Desceu o quadril e subiu de novo, mais fundo dessa vez, o pau batendo num ponto que fez minha visão ficar embaçada. Eu segurei nos ombros dele, notando o corpo dele suado por baixo dos meus dedos, e deixei ele ditar o ritmo agora.
— Porra — ele falou, grosso, e o pau dele deu uma guinada forte dentro de mim.
Eu subi um pouco, o pau quase saindo, só a cabeça ainda me abrindo. Ele segurou firme e não deixou eu descer. Ficou assim, só roçando a entrada, me fazendo esperar, a mão apertando minha coxa. Meu clitóris latejava, inchado e sensível, e eu tentei descer de novo, procurando ele.
— Felipe — falei, a voz falhando. — Mete.
Ele sorriu de lado, a barba roçando no meu queixo, e só então deixou eu descer. O pau entrou todo de uma vez, fundo, e eu soltei um gemido abafado contra o pescoço dele. O ritmo voltou mais forte, ele batendo embaixo enquanto eu descia, o som molhado ecoando baixo entre nós.
Ele segurou meu quadril e me virou de lado, sem sair de dentro. Ficamos de frente um pro outro agora, as pernas dele entre as minhas, o pau dele me esticando de um ângulo diferente. Ele começou a me foder, profundo, o quadril rolando contra o meu, o peito dele roçando nos meus mamilos duros.
Mari suspirou no sono e virou de barriga pra cima, o braço se esticando. A gente parou de novo, congelados, o pau dele enterrado até o fundo. Quando a respiração dela ficou ritmada de novo, ele começou, quase com cuidado, saindo e voltando num ritmo que parecia não ter fim.
— Toma toda a porra no peito, caralho — ele falou, a voz grossa, e puxou o pau pra fora.
Ele segurou na base e gozou forte, jatos quentes e grossos que atingiram meu peito, minha barriga, a pele pegajosa formando onde o ar batia frio. Eu fiquei parada, notando o calor escorrendo pela pele suada, o cheiro dele misturado com o meu enchendo o quarto.
Nós três ficamos largados na cama, os corpos moles, a respiração voltando enquanto a primeira luz da manhã entrava pela janela, sem dizer mais nada.

