Voltei do banho enrolada na toalha branca e ouvi a campainha tocar. O som cortou o silêncio do apartamento e eu fiquei parada no meio da sala, pingando no chão de cerâmica. Meu corpo ainda tava mole, a pele vermelha demorando pra esfriar.
A cachorra latiu uma vez e eu fui até a porta ainda molhada. O tecido grudava na barriga e eu segurei ele no lugar com uma mão só. Meu cabelo pingava no ombro e descia pela clavícula.
Abri sem olhar e vi Léo segurando a sacola da comida. Ele tava ali de novo, como nas últimas semanas, entregando em horários que eu já começava a reconhecer. O capacete balançava na mão e eu reparei no jeito que ele ficou olhando pro chão antes de levantar os olhos.
— Oi, Léo… você de novo entregando pra mim?
Ele deu um sorrisinho curto e levantou a sacola um pouco mais.
— É, pedi pra trazerem aqui hoje. Chegou mais rápido.
A moto dele passou na rua lá embaixo, o ronco baixo subindo até a janela aberta. Eu senti o cheiro de shampoo de coco saindo do meu cabelo e misturando com alguma coisa que vinha da sacola.
— Tá quente ainda?
— Tava na mochila, deve estar.
Fiquei um segundo olhando pra ele, a mão ainda segurando a porta. A toalha apertava no peito quando eu respirava e eu percebi que ele não tinha tirado os olhos do meu ombro molhado.
Ele ainda não tinha falado nada, só ficava ali com o olhar preso no ombro. A água escorria pela clavícula, descendo até o vão onde a toalha apertava. O silêncio ficou esquisito, só o barulho do ventilador lá no quarto.
Olhei o celular em cima da mesinha de centro, a notificação aberta. O nome dele aparecia certinho no aplicativo. Falei pra ele entrar pra gente não ficar conversando na porta.
— É, eu quis trazer pessoalmente hoje. Tá com fome?
Entrei primeiro e ele fechou a porta devagar. O chão de cerâmica queimava na sola do pé, ainda quente do sol que bateu a tarde inteira. Eu segurei a toalha com uma mão só, o cabelo molhado pingando nas costas.
— Saí do banho agora, nem me arrumei ainda. Desculpa a bagunça.
Ele parou perto da mesa, o capacete balançando na mão como se não soubesse onde deixar. Eu vi ele reparar nos papéis espalhados, na blusa jogada no encosto da cadeira. O cheiro de perfume barato misturado com suor ainda vinha dele, junto com o de comida que escapava da sacola.
— Não tá ruim não. Melhor do que minha casa, com certeza.
Ri sem graça, porque ele ainda não tinha sentado. O celular vibrou na minha mão, mensagem de trabalho que eu ignorei. Ele olhou pro aparelho um segundo, depois de volta pro meu ombro, rápido, como quem tenta disfarçar.
— Você trabalha de casa?
— Às vezes. Depende do dia.
A janela aberta deixava entrar o barulho distante de outra moto na rua. Ele mexeu no capacete, virando ele na mão. Eu percebi que o olhar dele tinha demorado de novo no meu cabelo, em como a água ainda escorria.
Ele parou perto da mesa e ajeitou o capacete na mão, o olhar subindo até o meu rosto. Eu fiquei parada ali com a toalha ainda pingando, a água escorrendo pelas costas. O ventilador no quarto fazia um barulho constante, mas o silêncio entre a gente parecia mais alto.
Ele sorriu de canto, aquele sorriso torto que deixava um pedacinho dos dentes aparecendo. Deu uma risada baixa e perguntou se eu tinha saído do banho agora.
— Você sempre sobe suado desse jeito... me distrai toda vez no elevador.
Eu ri, mas foi um riso nervoso, que saiu mais como um suspiro. Desviei o olhar pro chão de cerâmica, o calor subindo pelas solas dos pés e pela barriga, misturando com a vergonha que subia pelo rosto. Ele não respondeu de primeira, só ficou ali, virando o capacete na mão, os dedos calejados brilhando um pouco de suor.
O cheiro de perfume barato misturado com suor dele chegava até aqui. Eu senti o shampoo de coco saindo do meu cabelo, ainda molhado, e me perguntei se ele também estava sentindo aquilo. A moto passou de novo lá embaixo, o ronco subindo até a janela, como se alguém estivesse esperando ele descer.
Ele olhou pro meu ombro de novo, demorando mais do que devia. Eu segurei a toalha com mais força, o tecido apertando no peito. O ventilador continuava girando lá no quarto, mas o ar parecia parado entre a gente.
— Tá ótima assim, Michele. Essa toalha te cai bem.
Eu ri de novo, mais baixo, sem graça nenhuma. O chão de cerâmica queimava um pouco mais agora, ou talvez fosse só a minha pele que estava quente demais. O capacete balançava na mão dele e eu reparei que ele não sabia onde olhar sem ser demais.
Ele deu um passo pra frente, depois parou. Eu senti o cheiro dele mais perto, o suor misturado com alguma coisa doce, talvez do perfume que ele usava pra disfarçar. A toalha grudava um pouco na barriga e eu apertei os dedos no tecido, tentando não deixar ele ver que eu estava nervosa.
A moto lá embaixo deu uma acelerada e sumiu. O silêncio voltou, só o ventilador e o barulho distante da rua. Eu olhei pro capacete na mão dele, depois pro rosto, e ele ainda estava sorrindo de canto, como se soubesse que eu estava olhando.
Apoiei as costas na parede da sala sem perceber que estava recuando, e ele deu mais um passo, o cheiro de suor misturado com perfume doce me envolvendo por completo. O capacete ainda balançava na mão dele, batendo na perna da calça, e eu senti o barulho de moto lá embaixo cortando o silêncio do apartamento.
Ele inclinou o rosto pra perto do meu pescoço, a respiração batendo na pele úmida que o banho ainda não tinha deixado secar. Eu segurei a toalha com mais força, os dedos dele soltando o capacete devagar, deixando ele cair no chão de cerâmica com um som seco.
— Então me deixa ficar mais um pouco pra te distrair direito — ele falou, a voz baixa, quase encostando a boca na minha orelha.
Eu quase encostei a boca na dele, o rosto inclinado pra cima, a respiração misturando com a dele, mas parei quando ouvi o som de passos no andar de cima. O vizinho podia descer a qualquer momento e a ideia de que alguém pudesse bater na porta fez meu coração bater mais forte.
Ele me empurrou de leve contra a parede, o tecido da toalha escorregando até ficar preso na cintura. Eu senti o quadril dele me prendendo ali, as mãos subindo pela lateral do meu corpo, apertando por cima do algodão branco.
— Não tira — falei, rouca, enquanto ele inclinava o rosto.
Beijei ele com força, sentindo a boca quente e o gosto de algo doce misturado com o suor da moto. As mãos dele apertaram minha cintura, os dedos calejados marcando a toalha molhada, e eu abri os lábios pra deixar ele entrar mais fundo.
Minha mão subiu até o braço dele, o coração batendo forte debaixo do tecido, a respiração dele acelerando contra minha boca. Apertei ali, sentindo os músculos definidos do braço que segurava a moto o dia todo.
Ele inclinou mais o corpo, prendendo meus ombros contra a parede áspera, a toalha já quase caindo. Eu segurei a nuca dele com uma mão só, puxando ele mais pra perto, o quadril dele pressionando o meu por cima do tecido fino.
— Gostoso — ele sussurrou contra minha boca, as mãos apertando mais forte na minha cintura.
A toalha escorregou até o chão de cerâmica, frio onde bateu nos meus pés. Eu fiquei parada, o ar da sala batendo direto na pele que ainda tava quente do banho.
Léo desceu o zíper devagar, os dedos calejados puxando o tecido da cueca pra fora. O pau dele apareceu duro, a cabeça brilhando já, a veia grossa pulando quando ele fechou a mão em volta.
— Caralho, sua boceta tá encharcada pra mim.
Ele deu uma puxada lenta no pau, os olhos demorando no meu corpo. Eu segurei a respiração, o cheiro de suor misturado com perfume barato subindo mais forte agora que ele tava mais perto.
Léo desceu de joelhos no piso quente. As mãos calejadas abriram minhas coxas, os polegares apertando a pele por dentro. Eu vi ele olhar pra minha boceta, a boca entreaberta, o peito subindo rápido.
A primeira passada da língua foi de baixo pra cima, lenta, molhada. Soltei um gemido baixo, os dedos dele abrindo mais as minhas coxas, os ombros dele roçando na parte interna das minhas pernas. Ele ficou ali, boca inteira na minha boceta, a língua pressionando o clitóris inchado.
Ele enfiou dois dedos, a boca ainda na minha boceta, a língua circulando o clitóris enquanto os dedos iam mais fundo. Segurei o cabelo dele, o quadril indo de encontro à mão dele, o som molhado da boca dele preenchendo a sala. Ele curvou os dedos por dentro, pressionando num ponto que fez minhas pernas tremerem.
— Porra...
Gemi mais alto quando ele chupou o clitóris com mais força, os dedos entrando e saindo num ritmo constante, os ombros dele abrindo minhas coxas. O tecido do sofá raspava no meu pé esquerdo, o ventilador girando lá em cima. Ele não parava, a língua insistente, os dedos encharcados.
— Léo, caralho...
Quer essa cena com o seu jeito?
Escrever minha versãoEle se levantou de uma vez, me girando de costas. O peito dele colou nas minhas costas, a mão dele segurando meu quadril. Ele esfregou a cabeça do pau entre as minhas pernas, molhando ele na minha boceta, e empurrou só a ponta. Me inclinei pra frente, a testa encostando na parede fria, sentindo ele abrir caminho.
Ele parou no meio, o pau pulsando dentro de mim. Tentei me mexer, mas ele segurou firme, a respiração pesada no meu pescoço.
— Pede.
— Enche ela, Léo... porra, continua...
A cachorra latiu alto na cozinha. A gente congelou, ele ainda dentro de mim, o pau latejando contra as paredes da minha boceta. O som do ventilador continuou, mas o resto parou. Ninguém mexeu. A gente ficou assim, colado, esperando.
O silêncio durou mais do que parecia. Senti o peito dele subindo e descendo nas minhas costas, o pau ainda grosso dentro de mim, latejando. A mão dele cobriu minha boca, os dedos calejados encostando na minha bochecha. Respirei pelo nariz, o ar quente e úmido entre a palma dele e meu rosto.
O latido parou. Ele ficou mais um pouco, só pra ter certeza, depois tirou a mão. O dedo indicador dele desceu até o meu queixo, e ele deu uma beijada leve ali, quase de leve, antes de puxar o pau pra fora com cuidado.
A gente foi andando pra trás, descalço no piso frio da sala, até chegar no sofá. Ele sentou primeiro, pernas abertas, o pau duro apontando pra cima, brilhando ainda molhado de mim. Subi nele, uma perna de cada lado, segurando no encosto atrás da cabeça dele. Meu joelho roçou no tecido áspero, e desci até sentir a cabeça dele encostando na entrada da minha boceta.
— Isso... devagar.
Desci, sentindo ele me abrindo de novo, até sentar toda. O cheiro de sexo subiu mais forte entre a gente. Rebolei, sentindo ele roçar por dentro, a pressão gostosa que vinha e ia. Ele baixou a cabeça e pegou meu peito com a boca, chupando o mamilo, os lábios quentes e molhados, a língua pressionando. Gemi e apoiei mais o peso nas mãos, o quadril indo pra frente e pra trás num ritmo preguiçoso.
Ele chupou mais forte, depois soltou com um som molhado, olhou pra mim e sorriu de canto.
— Você rebola gostoso pra caralho.
Ele me levantou de uma vez, me virando de quatro no sofá. Meu joelho afundou no tecido, as mãos segurando no encosto. Senti ele atrás de mim, as mãos dele abrindo minhas coxas um pouco mais. Ele esfregou a cabeça do pau entre os lábios da minha boceta, molhando ela de novo, e empurrou até o fundo. Soltei um gemido arrastado quando ele começou a meter de verdade, o quadril batendo no meu, o pau entrando e saindo num ritmo mais firme, mais fundo.
Ele meteu fundo, o quadril batendo no meu, o dedo dele buscando meu clitóris e esfregando sem parar. Senti o peito dele suado nas minhas costas, o cheiro forte de sexo subindo entre a gente. Cada vez que ele entrava, meu corpo respondia, tremendo um pouco nas pernas.
— Goza pra mim, amor… deixa eu te sentir apertando.
Gemi mais alto quando ele acelerou o dedo, os movimentos curtos e precisos, a unha dele raspando leve na pele sensível. Meu corpo pareceu travar por um segundo, as paredes da minha boceta apertando o pau dele em ondas que não paravam. Gozei ofegante, a testa encostando no encosto do sofá, o quadril empurrando pra trás sem eu controlar.
Ele puxou o pau, a cabeça brilhando molhada, e senti o ar frio tocando onde ele estava. Virei só um pouco pra olhar, joelhos ainda afundados no tecido áspero. Ele segurou o pau com a mão calejada e se masturbou rápido, a respiração cortada.
A primeira jorrada quente acertou minha bunda, depois outra, o líquido escorrendo pela pele. Ele gemeu baixo, o corpo tenso, os ombros quadrados se mexendo enquanto ele terminava de gozar. Fiquei parada, sentindo cada gota quente escorrendo pela coxa.
Ele caiu na minha frente no sofá, ofegante, o peito subindo e descendo rápido. Desci ao lado dele, o tecido do sofá pegando na pele molhada. A cachorra estava quieta de novo no canto, o ventilador ainda girando lá em cima.
— Caralho… você me mata, Michele.
Ri fraca, o corpo ainda quente, as pernas moles. Ele passou o braço em volta dos meus ombros, me puxando pra mais perto, o cheiro dele misturado com o meu. A sala parecia mais silenciosa agora, só o som do ventilador e a gente respirando pesado.
— Minha putinha gostosa… olha como você fica toda molhada pra mim.
Encostei a cabeça no peito dele, sentindo o coração dele batendo rápido contra meu ouvido. O suor ainda escorria entre a gente, a pele dele queimando contra a minha. Nenhum dos dois parecia com pressa de se mexer. Ele deu uma risada baixa, rouca, e beijou o topo da minha cabeça.
— Vai ter que me dar um banho de novo depois disso.
Sorri contra o peito dele, o ar da sala tocando onde a gente ainda estava colado. A toalha estava esquecida no chão da sala, junto com o resto da nossa roupa.
Ainda suados, ele me pegou no colo do sofá. O braço passou por baixo das minhas coxas, o outro me segurou pelas costas, e meu corpo ficou mole contra o peito dele. Eu sentia o cheiro dele, mistura de suor e perfume barato, e os lençóis frios da cama quando ele me deitou de lado.
Ele colou nas minhas costas, o calor úmido da pele dele colando na minha. Segurou a coxa de cima, abriu um pouco e empurrou. O pau entrou milímetro por milímetro, abrindo caminho até ficar todo dentro, e eu soltei um gemido arrastado contra o travesseiro.
— Vem, mete devagar primeiro... quero sentir cada centímetro.
Ele ficou parado por um instante, o pau latejando lá dentro, o braço dele me apertando pela cintura. Depois começou a mexer, um vai e vem lento, quase preguiçoso, a respiração dele quente no meu ombro. A cama rangeu baixo, uma vez, e parou.
— Quero te comer de novo, Michele, dessa vez bem gostoso.
Os dedos dele desceram até o meio das minhas pernas, procurando o clitóris inchado. Ele esfregou no mesmo ritmo da penetração, e eu arquejei quando ele apertou mais, o dedão fazendo círculo por cima do ponto sensível. Meu corpo reagiu apertando ele por dentro, as paredes da boceta puxando o pau dele a cada entrada.
Senti o pau dele pulsar quando ele apertou o clitóris entre dois dedos, leve. Ele gemeu baixo contra o meu pescoço, o quadril empurrando mais fundo agora, o cheiro de porra e suor subindo do lençol. Eu segurei o braço dele, as unhas cravando na pele, o barulho molhado da gente enchendo o quarto.
Eu parei ele com a mão no peito, o coração dele batendo forte embaixo da minha palma. Me virei devagar, subi na cintura dele e desci até sentir o pau dele abrindo caminho de novo. Apoiei as mãos no peito dele e comecei a subir e descer, controlando o ritmo, sentindo ele me preencher a cada descida.
— Porra, Michele… sua boceta tá apertando meu pau tão gostoso.
Eu gemi e balancei mais devagar, sentindo ele latejar lá dentro. Depois me inclinei pra frente, beijei o peito dele, desci a boca pelo abdômen, lambendo a linha de pelos que ia até o pau. Saí dele devagar, desci até ficar de joelhos na cama e peguei ele com a mão, a pele ainda quente e molhada de mim.
— Olha como você tá duro pra mim.
Abaixei a boca e passei a língua na cabeça, sentindo o gosto de nós dois junto. Ele soltou um gemido rouco quando enfiei ele inteiro na boca, a mão subindo e descendo no que não cabia. Chupei devagar, língua enrolando, sugando o pau dele enquanto minhas coxas tremiam por ainda sentir ele dentro de mim.
Ele segurou meu cabelo com as mãos grandes, puxando suave. Eu mamava mais fundo, sentindo ele pulsar na minha língua, o cheiro dele subindo quente. A cama rangia baixo quando eu mexia a cabeça, o barulho molhado enchendo o quarto junto com a respiração dele.
— Vem cá, não aguento mais.
Ele me puxou devagar, me virou de quatro. Me ajoelhei, o peito quase encostando no colchão, a bunda alta. Senti ele por trás, as mãos calejadas abrindo minhas coxas, o pau dele roçando em mim. Entrou devagar, me abrindo de novo, fundo, até bater no fundo.
— Isso, toma tudo.
Ele começou a meter mais forte, o pau inteiro entrando e saindo, o quadril dele batendo na minha bunda. O barulho molhado ficava mais alto a cada estocada, o lençol amassando embaixo dos meus joelhos. Eu gemia contra o travesseiro, o corpo balançando junto com o ritmo dele.
O celular vibrou em cima da mesinha, cortando o ritmo. Léo parou com o pau enterrado fundo, esticou o braço e jogou o aparelho longe, o som abafado no chão.
— Não vai me distrair não — ele falou rouco, já voltando a empurrar.
Ele começou mais rápido, o quadril batendo contra minha bunda com força. A cama rangeu mais alto, o colchão cedendo toda vez que ele descia. Eu apertava o travesseiro com as duas mãos, o corpo balançando, cada estocada me enchendo inteiro.
— Vou te encher de porra agora, tá pronta?
Ele segurou minha cintura com as mãos grandes, puxando meu quadril pra trás enquanto metia. O pau dele batia no fundo a cada vez, o barulho molhado enchendo o quarto. Eu gemia sem filtro, sentindo ele latejar dentro de mim.
Ele passou uma mão por baixo, os dedos procurando o clitóris inchado. Esfregou firme enquanto continuava metendo, o ritmo ficando pesado. Meu corpo apertava ele sem parar, a boceta latejando em volta do pau.
— Porra, que safada — ele falou baixo, o dedo fazendo círculo rápido no meu ponto sensível.
Eu balancei o quadril contra ele, pedindo mais. Ele apertou meu clitóris entre dois dedos e meteu mais fundo, o quadril batendo forte. Eu senti ele pulsar, o pau dele ficando mais duro lá dentro.
Ele inclinou o corpo pra frente, o peito encostando nas minhas costas. A respiração dele queimava no meu ombro, as estocadas ficando mais curtas e rápidas. O som da gente ficava mais molhado, mais urgente.
— Toma tudo, putinha — ele murmurou contra minha pele, os dedos apertando meu clitóris enquanto ele metia sem parar.
Eu gemia mais alto, sentindo ele fundo, o pau dele batendo no mesmo lugar que fazia minha visão embaçar. Meu corpo inteiro tremia, as coxas tremendo enquanto ele me segurava no lugar.
Ele ficou mais pesado em cima de mim, o peito colando nas minhas costas enquanto metia sem parar. Meu corpo inteiro apertou, as paredes da boceta agarrando o pau dele numa sequência de espasmos que não dava pra segurar. Gemi alto, a cabeça virando pro travesseiro, as coxas tremendo por baixo do peso dele.
— Porra, vem... goza pra mim, safada — ele falou rouco, o dedo ainda esfregando meu clitóris enquanto eu gozava apertando ele.
O pau dele pulsou forte lá dentro, latejando contra minhas paredes. Ele gemeu rouco no meu ouvido, o quadril dando estocadas curtas e rápidas enquanto gozava. Senti o jato quente enchendo minha boceta, a porra dele se misturando com a minha, escorrendo entre nós duas enquanto ele continuava a meter devagar, esvaziando tudo.
Ele saiu devagar, o pau ainda meio duro, e a porra escorreu grossa pela minha coxa, quente e pegajosa. Caímos de lado na cama, os lençóis amassados embaixo do corpo, o colchão cedendo com o peso dos dois. Meu peito subia e descia rápido, o ar quente do quarto grudando na pele.
Ele me puxou pra cima dele, meu corpo mole escorregando até ficar por cima do peito dele. Meu rosto encostou no pescoço dele, o cheiro de suor e porra subindo dos lençóis. A respiração dele batia no meu cabelo, o coração ainda acelerado embaixo da minha orelha.
— Fica aqui comigo mais um pouco... não vai embora ainda — falei rouca, a voz sumindo no peito dele.
A cachorra respirava devagar no canto do quarto, o corpo pequeno subindo e descendo no ritmo do sono. O abajur iluminava só o ombro dele, a pele brilhando com o suor seco. Meu corpo ficava mais pesado a cada segundo que passava, a sensação de ele ainda vazando devagar entre as minhas coxas.
Ele passou o braço em volta da minha cintura, as mãos calejadas parando nas minhas costas. Eu fiquei ali, escutando o coração dele diminuir o ritmo, a respiração voltando ao normal. O quarto ficou quieto, só o som distante de um carro passando na rua lá fora.
Ficamos largados na cama, meu corpo mole sobre o dele, a respiração voltando devagar enquanto a cachorra dormia quieta no canto do quarto, e tudo ficou em silêncio.

