Cheguei no quarto dele ainda com o corpo formigando do jantar, o coração batendo forte enquanto esperava ele abrir a porta.
A perna dele encostada na minha debaixo da toalha de mesa tinha me deixado inquieta. No quarto, enquanto eu tirava os saltos, o clitóris ainda latejava só de lembrar. Cada passo na direção do elevador me fazia sentir o tecido da calcinha mais úmido.
Peguei o celular na mesa de cabeceira. A mensagem dele estava lá, curta, pedindo pra gente repassar os números da apresentação. Eu mordi o lábio e reli duas vezes, o polegar parado sobre a tela.
Abri o story da equipe. A galera ainda estava no restaurante, rindo, copos na mesa. Digitei um “já volto” e quase mandei, mas apaguei.
Reescrevi três vezes. No fim mandei só “subo em cinco” e tranquei a tela antes que pudesse mudar de ideia de novo.
A resposta dele chegou rápido, um simples “ok”. Meu coração deu um pulo. Larguei o celular, passei os dedos no cabelo e saí descalça até a porta, já com a saia e a blusa que tinha usado no jantar.
O corredor estava silencioso, só o ar-condicionado zumbindo. Contei os números dos quartos até encontrar o dele. Bati duas vezes, leve.
— Oi, vim repassar aquela parte dos números que você pediu — falei assim que a porta abriu, tentando não olhar muito pra barba por fazer e os ombros dele.
A camisa social estava desabotoada nos primeiros botões, a barba por fazer mais marcada que no jantar. Gustavo me olhou uma vez, rápido, depois deu um passo pro lado.
— Entra, Fernanda. A apresentação tá aberta aqui na cama mesmo — ele falou, a voz grave baixando um pouco no fim da frase.
Eu ri sem graça e entrei, descalça no carpete gelado. O ar-condicionado soprava forte, o quarto cheirava a sabonete e ao perfume dele misturados.
Ele fechou a porta e eu segurei o celular como se precisasse de alguma coisa pra fazer. Ele foi até a cama e sentou na beira, abrindo o notebook sem me olhar de novo.
Eu me sentei do outro lado, mais pra ponta, a saia subindo um pouco nas coxas. O notebook ficou entre a gente, a tela já aberta nos slides.
— Eu tava revisando aquela parte do ROI — falei, apontando pro gráfico. — Acho que dá pra deixar mais claro.
Ele inclinou o ombro pra frente pra ver melhor. Eu vi o tecido da camisa esticar nos ombros largos, a pele aparecendo no pescoço. Fiquei quieta, o dedo ainda no ar.
— Pode mudar a ordem desse slide aqui — ele falou, passando o dedo na tela. — Coloca o resultado primeiro, depois o número.
Eu mudei, digitando devagar, sentindo o cheiro dele mais forte agora que estávamos perto. O silêncio do quarto era só o ar-condicionado e o clique do trackpad.
Ele se ajeitou, as mãos grandes apoiadas na coxa. Eu olhei sem querer e voltei pro notebook, mas demorei um pouco mais que o certo. Quando levantei os olhos, ele já estava me olhando.
Ele mudou de posição na cama, o quadril escorregando um pouco pra frente, e a perna dele encostou na minha outra vez. Dessa vez não tinha toalha de mesa nem desculpa. O tecido da calça social ficou quente contra minha pele nua.
Eu continuei olhando a tela, mas senti a perna dele parada ali, firme, sem tirar. Meu dedo parou no trackpad. O ar-condicionado continuava soprando, mas o ar parecia mais parado entre a gente.
— O time vai ficar até tarde no restaurante — ele comentou, a voz grave saindo baixa. — Eles ainda estão mandando foto de chope. Acho que ninguém vai subir tão cedo.
Pisquei pra tela, tentando me lembrar do que a gente estava falando antes. A perna dele não se mexeu. Eu também não.
— Eu quase desci de novo — falei, um pouco rouca. — Mas depois que eu subi o elevador, meio que desisti. Tava cansada mesmo. E o seu quarto parece mais calmo que o bar lotado lá embaixo.
Ele deu um risinho curto. O dedo dele bateu duas vezes na tela, como se estivesse pensando, mas os olhos dele estavam em outro lugar. No decote da minha blusa, onde o tecido abria um pouco quando eu inclinava o corpo.
Eu senti o olhar dele antes de ver. Demorou. Não era de relance. Ele olhou o vão entre os botões, subiu pro pescoço, depois pro meu rosto de novo, como se nada tivesse acontecido. Meu peito ficou quente.
O silêncio ficou mais apertado. Eu mexi o mouse só pra ter alguma coisa pra fazer com a mão. O clique soou alto no quarto silencioso. Ele não tirou a perna.
— Você tá com cheiro do sabonete do hotel — ele disse, como se estivesse falando do tempo. — Eu pedi o mesmo hoje de manhã. Mas ficou diferente em você.
Eu ri sem graça, o som saiu pequeno. Meu joelho encostou mais um pouco na dele, sem querer. Ou querendo. Não tirei. O ar-condicionado zumbia, o cheiro amadeirado dele misturado com o sabonete subindo devagar.
— Fecha isso — ele falou, a voz saindo baixa e rouca.
O clique do notebook fechando pareceu alto no silêncio do quarto. Ele empurrou o aparelho pro pé da cama e chegou mais perto, o quadril roçando no meu. A respiração dele bateu quente no meu pescoço, a barba por fazer arranhando de leve a pele ali. Eu senti o cheiro dele mais forte, amadeirado misturado com o sabonete do hotel, e meu corpo pareceu ficar mais quente de repente.
Ele não me tocou ainda. Ficou só ali, perto o suficiente pra eu sentir o calor que vinha dele, a perna dele encostada na minha. O ar-condicionado soprava gelado, mas entre a gente o ar parecia parado. Eu olhei pro notebook fechado, depois pro rosto dele, e o coração começou a bater mais forte no peito.
— Gustavo — falei, quase num sussurro.
Ele inclinou a cabeça um pouco mais. Os rostos ficaram a centímetros, tão perto que eu conseguia ver os fios grisalhos na barba dele, os cílios escuros. Ele olhou pra minha boca, demorou, e eu senti o ar preso na garganta, como se respirar fosse demais nesse momento.
A mão dele subiu devagar. Dedos grandes e firmes seguraram meu rosto, o polegar roçando o queixo. Eu fechei os olhos antes dele me beijar. O beijo veio com força, a boca dele abrindo a minha, a língua entrando devagar, quente, molhada. Eu me inclinei pra frente sem pensar, as mãos procurando os ombros dele por cima da camisa social aberta.
Ele desceu a mão pelas minhas costas, puxando meu corpo mais pra perto. A boca dele era quente, o gosto de algo que eu não conseguia definir, e eu respondi o beijo com fome, a língua dele roçando a minha. A respiração dele saiu pesada pelo nariz, misturada com a minha.
A mão grande dele subiu pelo lado do meu corpo, parou no seio por cima da blusa de seda. Ele apertou, o polegar encontrando o bico que já estava duro, roçando devagar por cima do tecido. Eu gemi baixo dentro do beijo, o som saindo rouco, o corpo inteiro reagindo ao toque dele.
Eu apertei os ombros dele, sentindo a tensão dos músculos por baixo da camisa. Ele apertou meu seio de novo, mais firme, o polegar fazendo círculos lentos no bico. Meu corpo reagiu todo, o calor subindo pelo meio das pernas, a calcinha já úmida.
Ele quebrou o beijo só pra respirar, a testa encostada na minha. A mão dele não saiu do meu peito, o polegar ainda roçando, apertando. Eu sentia a respiração dele quente na minha boca, a barba roçando meu queixo.
— Tira essa blusa — ele falou baixo, a voz grossa.
A mão dele desceu até o cós da minha saia, os dedos grandes segurando o tecido. Eu senti o calor dele através da calça social, o pau dele duro contra minha coxa. A respiração dele saiu presa, o peito subindo e descendo devagar.
Eu abri a boca pra responder, mas o beijo dele voltou, mais urgente agora. A mão dele apertou meu seio de novo, o polegar roçando o bico endurecido, e eu gemi dentro da boca dele, o corpo inteiro tremendo.
O beijo ficou mais desesperado. Gustavo puxou o zíper da saia e ela desceu pelas minhas coxas, ficando no chão. Ele segurou a barra da blusa e puxou por cima da minha cabeça num movimento só, deixando o ar gelado do ar-condicionado bater direto no meu peito. A saia ficou jogada no carpete, a blusa em algum lugar do chão.
Ele se afastou só o suficiente pra eu conseguir abrir os botões restantes da camisa dele. O tecido escorregou dos ombros largos e caiu pra trás, revelando o peito largo e o abdômen contraído. A barba por fazer roçou meu queixo quando ele voltou pro meu pescoço.
— Olha como você já tá molhada pra mim — ele falou rouco, a mão descendo entre minhas pernas.
Os dedos dele pressionaram a calcinha molhada contra o clitóris. Meu quadril foi pra frente sozinho, pedindo mais. Ele sorriu de canto, a voz baixa contra meu ouvido.
Eu baixei o sutiã com uma mão só, o alce escorregando pelo braço. Meus peitos ficaram expostos, os bicos duros e sensíveis no ar gelado. Gustavo olhou, a respiração pesada, e se inclinou pra frente.
Ele segurou meu peito e fechou a boca no bico, chupando com força. A língua roçou devagar, quente e molhada, depois sugou mais forte. Eu gemi, segurando a nuca dele com as duas mãos, os dedos enfiados no cabelo curto. O pau dele estava duro contra minha coxa, latejando por cima da calça.
— Gustavo... — falei, a voz falhando.
Ele não respondeu. A mão livre desceu e encontrou a calcinha molhada, o dedo esfregando o clitóris por cima do tecido fino. Eu abri as pernas sem pensar, o tecido encharcado colando na pele. Ele soltou meu peito só pra olhar, os olhos escuros, a boca brilhando.
— Mete logo, eu quero te sentir me comendo — falei baixo, puxando o cabelo dele.
Ele abriu o zíper da calça, tirou o pau duro pra fora e segurou com a mão. A cabeça grossa já brilhava, ele passou o polegar devagar, espalhando o líquido. Eu olhei, o calor subindo no meio das pernas, a calcinha grudando na pele.
Eu gemi quando os dois dedos dele entraram, grossos e firmes, abrindo a boceta inchada. A língua dele lambeu o outro peito, quente, e chupou o bico com força, puxando e soltando com a boca. Meu corpo mexeu junto, o quadril indo de encontro à mão dele.
Ele curvou os dedos por dentro, roçando aquele ponto que me fez fechar os olhos, e chupou mais forte. Eu apertava a nuca dele, os fios curtos entre os dedos, gemendo sem conseguir segurar.
Quer essa cena com o seu jeito?
Escrever minha versão— Porra, assim — falei baixo, a voz falhando.
Ele tirou a mão só pra me virar de quatro na cama. Eu me ajoelhei na beirada do colchão, os lençóis frios encostando na barriga quente. Ele desceu comigo, puxando meu quadril pra trás.
Eu me virei e segurei o pau dele com as duas mãos, a cabeça grossa brilhando, e passei a língua devagar pela base até a ponta. O gosto salgado ficou na minha boca. Abri os lábios e engoli devagar, sentindo o peso dele na língua, descendo até quase engasgar e subindo de novo, molhado, escorregando.
Gustavo soltou um gemido grave, a mão na minha nuca, sem apertar, só sentindo o movimento. Eu aumentei o ritmo, a mão acompanhando a boca, lambendo por baixo e sugando forte na ponta. Ele pulsava na minha língua, latejando, o quadril mexendo devagar.
De repente bateram forte na porta do quarto, a voz do serviço de quarto chamando. Nós dois congelamos. O coração batia tão forte que eu senti na garganta. O pau dele ainda latejava dentro da minha boca, quente, e ninguém se mexeu. Os passos pararam do lado de fora. O ar-condicionado zumbia baixo. Eu não tirei a boca. Ele não soltou meu cabelo. Só esperamos, parados, a respiração travada.
O funcionário falou de novo, a voz abafada, se desculpando e dizendo que ia embora. Os passos se afastaram devagar, até sumir de vez no corredor. Eu soltei o ar que tava prendendo, o pau dele ainda latejando entre os meus lábios.
— Porra, que susto — falei, a voz rouca.
Gustavo puxou o pau da minha boca e me virou de quatro na cama. Ele agarrou meu quadril com as duas mãos, posicionando a cabeça grossa na entrada, só roçando.
— Não — falei, empurrando pra trás, tentando tomar mais. — Enfia tudo.
Ele deu uma risadinha grave, só a ponta entrando um centímetro e parando ali. Meu corpo tremia, tentando empurrar pra trás, a boceta latejando, vazia. Ele segurou firme, não deixando eu me mexer.
— Por favor — pedi, a voz molhada.
Ele esperou mais um pouco, só a cabeça dentro, me ouvindo implorar, depois meteu tudo de uma vez, fundo, até bater no fundo. Eu gemi alto, apertando o lençol, a boceta se abrindo pra ele.
Ele começou a meter com força, o quadril batendo no meu, o som molhado da boceta no quarto. Cada estocada saía quase toda e voltava fundo, o pau grosso me abrindo, o ar-condicionado gelado batendo na pele suada.
— Olha como sua boceta aperta — ele falou, a voz rouca. — Safada.
Eu me toquei enquanto ele metia, os dedos circulando o clitóris inchado, gemendo mais alto quando ele aumentava o ritmo. Meu corpo balançava com cada estocada, os peitos roçando no lençol frio.
— Ah, porra, não para — falei, os dedos molhados.
Ele segurou meu cabelo com uma mão, puxando devagar, o pau batendo sem parar, fundo, forte, a boceta escorrendo nele. Meu quadril empurrava pra trás, procurando mais, querendo ele inteiro.
— Me fala o que você quer — ele pediu, a voz baixa, a outra mão apertando meu quadril.
— Quero você me enchendo toda — falei rouca. — Me enche, porra.
Gustavo tirou o pau de uma vez, me deixando ofegante no meio da cama. Ele segurou minha cintura com as duas mãos e me virou de lado, o lençol frio roçando na barriga suada. Minha perna de cima ficou levantada, aberta, e ele segurou a coxa pra ficar mais fundo.
A cabeça grossa encostou de novo na boceta inchada, só roçando a entrada. Eu tentei empurrar o quadril pra trás, querendo mais, mas ele segurou firme.
— Gustavo... — falei rouca, a voz falhando.
Ele meteu tudo de uma vez, o pau abrindo a boceta quente, o quadril batendo na minha bunda. A mão desceu entre minhas pernas e o polegar encontrou o clitóris inchado, esfregando no mesmo ritmo das estocadas. Eu gemi alto, o som molhado no quarto.
— Vou te encher de porra, safada — ele falou, a voz grave quase rosnando. — Olha como você tá apertando.
O ritmo mudou, mais cru, cada estocada saindo quase toda e voltando fundo. A barriga dele roçava minha bunda, a pele suada batendo na pele suada, o ar-condicionado gelado secando o suor que escorria pelas minhas costas. O dedo dele circulava o clitóris sem parar, firme, me fazendo apertar em volta dele.
— Ah, porra — gemi, o corpo tremendo. — Me enche, eu quero te sentir gozando dentro.
Ele aumentou o ritmo, o pau batendo sem parar, o dedo esfregando mais rápido. Meu quadril se mexia sozinho, procurando mais contato, a boceta latejando ao redor dele. Os gemidos dele saíam graves, roucos, cada vez mais curtos, o pau inchando dentro de mim.
— Porra — ele falou, a voz falhando. — Tô gozando.
O corpo dele tremeu contra o meu, o pau pulsando fundo dentro da boceta. Eu senti o jato quente lá dentro, batendo no fundo enquanto o dedo dele continuava esfregando meu clitóris sem parar. Meu corpo estremeceu, apertando ele, gozando junto, a perna tremendo na mão dele. Os lençóis frios grudaram na pele quente, o ar-condicionado zumbindo baixo enquanto a gente ficava ali, ofegante, o pau dele ainda latejando dentro de mim.
Ficamos largados na cama, o ar-condicionado zumbindo enquanto a respiração dele batia quente na minha nuca. O pau dele ainda pulsava devagar dentro de mim, molhado, preso.
— Porra — ele falou, a voz rouca, quase um sussurro.
A mão dele escorregou pela barriga suada e parou entre minhas pernas. Os dedos grossos tocaram o clitóris inchado, devagar, só um círculo leve, quase carinhoso. Meu corpo inteiro tremeu, sensível demais depois do gozo, mas respondi abrindo mais a perna. Ele riu baixo, o peito colado nas minhas costas.
— Ainda lateja — falei, rouca.
Ele tirou o pau devagar, a porra quente escorrendo pela coxa. O colchão afundou quando ele mudou de posição, descendo pela cama, beijando a barriga, o quadril, a parte interna da coxa. Eu abri mais as pernas, o lençol frio na pele quente. Ele lambeu a boceta toda, devagar, a língua pegando a mistura que escorria, quente, salgada, grossa. Eu gemi, os dedos apertando o travesseiro.
— Gustavo...
Ele não respondeu. A boca dele sugou devagar, a língua achatada contra o clitóris inchado, depois desceu, entrando fundo, lambendo a porra que escorria. Eu arquejei, o quadril indo pra frente, procurando mais da boca dele. A barba por fazer roçou na pele sensível, arranhando de leve.
— Porra, você lambe gostoso — falei, a voz falhando.
Ele segurou minhas coxas abertas, a língua indo e vindo, mais lenta agora, saboreando. Eu sentia o cheiro forte da gente no ar, suor, porra, boceta molhada. O notebook continuava zumbindo na mesa, o ventilador cortando o silêncio do quarto. Eu passei a mão no cabelo dele, puxando devagar.
— Me come de novo — pedi, baixo. — Quero te sentir inteiro.
Ele levantou o rosto, a boca brilhando, os olhos escuros. Meu corpo pulsava, querendo mais, a boceta latejando, vazia. Ele segurou o pau ainda semi-duro, esfregando a cabeça grossa na entrada molhada, só roçando.
— Pede direito — ele falou, a voz grave.
Eu mordi o lábio, o quadril se mexendo sozinho, tentando puxar ele pra dentro. Ele sorriu de canto, só a cabeça entrando um pouco, parando ali. Meu corpo tremia, a boceta apertando nada, implorando.
— Enfia — pedi, a voz molhada. — Mete tudo, Gustavo.
Ele segurou meus quadris quando eu me movi por cima dele. Meu joelho afundou no colchão ao lado do dele, o lençol amassado sob a perna. Segurei o pau dele na base, ainda quente, molhado da gente. Desci devagar, sentindo a cabeça grossa abrindo, esticando, enchendo.
— Assim, Fernanda… — ele falou, rouco, enquanto eu encaixava o quadril.
O pau dele foi entrando inteiro, devagar, até eu sentar completamente, a boceta latejando em volta. Meu corpo se ajustou ao peso, à grossura. Apoiei as mãos no peito dele, sentindo a pele quente, a barba roçando quando ele respirou fundo. Comecei a me mexer em círculos, sentindo ele esfregando por dentro, batendo no ponto certo.
Ele apertou meus peitos, os dedos grandes apertando firme, os polegares roçando os bicos endurecidos. Eu gemi, inclinando o corpo pra frente, o clitóris esfregando na base dele a cada movimento. O cheiro forte da gente subia da cama, suor, porra, boceta molhada. Ele apertou mais, subiu as mãos, puxou meus peitos pra boca, chupando um bico, depois o outro, a língua quente e molhada.
O telefone tocou de repente, agudo, no silêncio do quarto. Eu parei no meio do movimento, o pau dele enterrado até o fundo. Gustavo esticou o braço, pegou o telefone, desligou sem olhar a tela. A gente riu baixo, nervoso, o som abafado no peito dele. O ar-condicionado cortava o ar, gelado, enquanto minha pele ardia.
— Quase nos pegaram — ele falou, a voz ainda rouca, rindo contra minha pele.
Eu balancei o quadril devagar, voltando a me mexer, sentindo ele pulsar dentro de mim. Ele segurou meus quadris com força, me puxando pra baixo a cada descida, gemendo baixo quando eu apertava. O notebook zumbia na mesa, o ventilador cortando o silêncio. Meu corpo tremia, a boceta apertando ele a cada volta.
— Porra, você aperta gostoso — ele falou, os olhos escuros me olhando subir e descer.
Ele agarrou meu quadril com força, me girando de barriga pra baixo. Eu apoiei os joelhos no colchão, o lençol frio e enrugado roçando a pele quente. Ele entrou por trás num só movimento, fundo, sem parar. Meu corpo tremeu inteiro, a boceta esticando pra encaixar ele de novo.
— Mais fundo — falei, a voz presa no travesseiro.
Ele puxou meu cabelo de leve, a mão grande segurando firme, puxando minha cabeça pra trás enquanto metia devagar, puxando quase tudo e voltando até bater no fundo. O quadril dele batia no meu, ritmado, cada vez mais forte. O cheiro forte da gente subia da cama, suor, porra, boceta molhada.
— Assim — ele falou, rouco. — Abre mais.
Eu abri as pernas mais, sentindo ele entrar mais fundo ainda. O pau dele latejava dentro de mim, batendo no ponto que me fazia apertar a cada volta. Eu gemi baixo, os dedos fechando no lençol, o corpo molhando ele mais.
Ele saiu de repente, o pau duro batendo na minha coxa. Eu me virei, caí de costas. Ele ajoelhou entre minhas pernas abertas, segurando o pau grosso na mão, esfregando a cabeça molhada nos meus peitos, devagar, circulando o bico.
— Olha como você tá molhada — ele falou, a voz baixa.
Eu enfiei os dedos na boceta, dois, devagar, sentindo o calor escorrendo, apertando em volta dos dedos. Ele batia o pau nos meus peitos, a cabeça grossa roçando a pele, marcando. Eu esfreguei o clitóris com o polegar, gemendo baixo enquanto ele me olhava, a mão indo e vindo no pau.
— Porra, que delícia — falei, rouca. — Olha como eu fico pra você.
A cabeça do pau dele roçou meu mamilo, quente, molhada. Eu continuei me tocando devagar, dois dedos dentro, o polegar apertando o clitóris inchado, e ele segurou a base do pau, apertando, esperando. Meu corpo se apertava em volta dos dedos, latejando, a boceta escorrendo mais a cada círculo que eu fazia.
— Não para — falei, rouca. — Quero te sentir gozando em mim.
Ele gemeu baixo, a mão indo mais rápido no pau, a cabeça grossa batendo contra meus peitos, escorregando na pele molhada. Eu abri mais as pernas, os dedos entraram mais fundo, sentindo a pressão crescendo, o calor se espalhando pela barriga. Meu quadril se mexia sozinho, subindo, pedindo.
Ele se inclinou pra frente, segurando o pau com força, o gemido saindo rouco enquanto o primeiro jato quente acertava meu peito, depois o pescoço, quente, grossa. Eu gemi, os dedos apertando mais rápido na boceta, e gozei de novo, o corpo todo tremendo, a pele arrepiada onde ele sujou. Ele falou meu nome baixo, quase rouco, a mão ainda apertando o pau enquanto mais porra escorria pelos meus seios, quente, escorrendo devagar.
Ele caiu de lado na cama, o lençol enrolado na coxa. Eu me virei também, sentindo a porra escorrer pelo meu peito, pegajosa, fria onde o ar-condicionado batia. Meu corpo ainda latejava, mole, satisfeito. Ele passou o braço por cima de mim, o peito largo colado nas minhas costas, a barba roçando minha nuca. O ventilador do notebook cortava o silêncio do quarto, o cheiro forte da gente ainda no ar. Eu fechei os olhos, a respiração dele devagar contra minha pele, quente, calma.

