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Sexta, andar vazio, e o colega casado trancou a porta

por Lú Menezes · 28 de set. de 2026

Cheguei cansada mas o corpo já formigava de expectativa depois de um dia inteiro de reuniões. Passei a tarde sentindo a saia apertar nas coxas, tentando não perder a linha das petições enquanto a cabeça voltava pro mesmo lugar: a mão dele tocando meu cabelo na semana passada, rápido, quase sem querer, mas demorou o suficiente pra ficar na pele. Ficava imaginando se ele tinha percebido o quanto aquilo mexeu comigo.

O andar já tava deserto quando abri a porta da sala. O ar-condicionado gelado bateu no pescoço molhado de suor, fazendo arrepio subir até a nuca. Renan estava sentado na cadeira dele com a gravata afrouxada, o botão de cima da camisa aberto, barba por fazer escurecendo o maxilar. Ele ergueu o olhar quando entrei, e por um segundo pareceu que ia dizer alguma coisa, mas voltou pro monitor.

Deixei a pasta na mesa e puxei a cadeira. Ele tinha uma xícara de café frio do lado do computador, o cheiro azedo subindo leve. A pilha de processos no meio da mesa jogava sombra por cima da luz da luminária, e lá fora o elevador descia com aquele rangido que só se ouvia quando o prédio estava vazio.

— A gente precisa definir o prazo desse recurso hoje — ele falou, voz grave de tanto ficar calado o dia todo. Virou a tela pra mim, mas os olhos não saíram do meu rosto.

— Tá apertado demais, não vai dar — respondi, abrindo o arquivo. Minhas mãos estavam quentes demais pro ar gelado do escritório.

Ele recostou na cadeira e passou a mão no queixo, o som da barba roçando na palma. Tentei me concentrar no texto, mas reparava nos ombros dele largando por baixo da camisa, na maneira como ele respirava, medindo o silêncio entre a gente.

— Você acha que dá pra pedir prorrogação sem parecer que a gente não planejou direito? — perguntou, inclinando a cabeça.

— Acho que dá, mas depende de como a gente apresenta — falei, sem conseguir evitar que a voz saísse mais baixa do que pretendia.

O cursor piscava no relatório que abri. Ele mudou de posição na cadeira e o couro rangeu baixo, quase desaparecendo no ronco do ar-condicionado. Senti que ele estava me olhando, então ergui o rosto sem pressa e cruzei o olhar dele bem quando ele descia do meu olho pra minha boca. Ele não desviou logo, ficou ali mais um segundo. Passei a língua no canto do lábio inferior e voltei pra tela, mas a boca dele ficou na cabeça.

— Relaxa, Vanessa, a gente sempre dá um jeito quando fica até tarde.

— Você trancou a porta mesmo? Agora ninguém vai interromper a gente.

Peguei o celular pra checar a hora. Dez menos cinco. A tela iluminou o rosto e refleti no vidro da janela atrás dele, deixando ver que estava mais corada do que imaginava. Apertei a lateral do telefone e escureci tudo de novo, mas a vontade de olhar o relógio da parede era maior. O ponteiro grande batia na marca das dez. Pensei no metrô lotado, no banho rápido, na cama que parecia longe demais.

— Já passou da hora de qualquer um sair — falei, sem saber direito se estava marcando saída ou dando abertura.

Ele coçou a nuca, o punho largo tampando metade do pescoço, e a manga da camisa subiu um pouco, mostrando a linha do pulso. O ar-condicionado continuava soprando na nuca e me mexi na cadeira, sentindo o tecido da saia grudando na coxa. Renan voltou o olhar pro monitor, mas demorou mais do que precisava pra voltar a digitar. Vi a maçã do pomo subir e descer antes dele responder.

— Se você quiser ir, vai — ele disse. — Eu termino isso sozinho.

Coloquei o celular de volta na mesa e olhei pra ele de novo. Dessa vez foi ele quem desviou primeiro, mas não antes de segurar o olhar um pouco mais que o necessário. A pilha de processos ainda separava a gente, mas o espaço parecia menor. O elevador lá fora subiu um andar e desceu de novo, o som distante ecoando no corredor vazio. Fiquei ali, sem pegar a bolsa, sem desligar o computador, só sentindo que a noite podia ficar mais comprida se nenhum dos dois decidisse sair primeiro.

O cursor parou de piscar no meio da frase. Renan se inclinou pra frente como se fosse fechar o arquivo, mas ficou olhando a tela sem tocar em nada. Ouvi a respiração dele mais lenta do que o normal, e o silêncio da sala ficou maior do que o ronco do ar-condicionado.

Ele empurrou a cadeira pra trás. O couro estalou uma vez só. Depois se levantou e foi até a porta, passos curtos no carpete gasto. Parei de fingir que lia e virei o rosto pra acompanhar.

O barulho da chave girando veio primeiro, depois o clique seco da tranca. Ele não mexeu na maçaneta, ficou ali com a mão no metal como se precisasse de um segundo pra decidir o que fazer em seguida. Vi os ombros dele subirem e descerem quando respirou fundo.

— Eu não ia conseguir focar sabendo que alguém podia entrar a qualquer momento — ele falou, sem se virar logo. A voz saiu grave, um pouco mais baixa do que antes. — E tinha uma coisa na sua cabeça que eu queria saber direito.

Ele soltou a chave e encostou a testa na madeira da porta por um instante. Segurei o encosto da cadeira com as duas mãos, sentindo o frio do metal passando pela palma.

Renan virou devagar, encostou as costas na porta e ficou me olhando do outro lado da sala. A camisa marcava onde os ombros eram mais largos, e a gravata caída pra um lado fazia o colarinho abrir mais. Ele passou a mão na barba como se precisasse de algo pra fazer com os dedos.

— Eu fico imaginando se você também pensa nisso depois que sai daqui — ele continuou, encostando o pé no batente. — Ou se eu sou o único que chega em casa pensando em reunião que nem era pra ser reunião.

Me levantei sem fazer barulho. A saia soltou da coxa com um som seco de tecido contra a pele. Dei dois passos pra frente e parei do lado da mesa, deixando a pilha de processos entre a gente. O café frio na xícara dele ainda cheirava azedo.

— Eu fico pensando nisso desde que você tocou no meu cabelo na semana passada — falei, encostando a mão na beirada da mesa. — Não sei se você notou que parei de respirar por um segundo.

Ele sorriu de canto, só um lado da boca, e coçou a nuca de novo. O gesto fez a manga subir até mostrar o pulso largo, veias marcadas na pele clara. Ele olhou pro relógio da parede como se o tempo importasse de verdade.

— Eu notei — ele respondeu, voltando o olhar pra mim. — Eu só não sabia se podia fazer de novo.

O ar-condicionado soprou mais forte por um segundo, como se tivesse engasgado. Senti o cabelo grudando na nuca molhada e puxei pra cima com a mão, deixando o pescoço mais exposto. Ele acompanhou o movimento com os olhos, mas não se mexeu.

— E você ainda tá aqui — ele disse, quase baixo. — Então acho que a resposta é sim.

O ar-condicionado soprou mais frio e o cheiro do café azedo ficou preso entre a gente. Renan deu um passo. Não recuei. O carpete abafou o segundo passo, depois o terceiro. Quando ele parou, o calor que vinha dele me deu na cara.

A respiração dele encostou primeiro. Saía quente, batendo na testa e descendo pro lábio. Senti o próprio peito subir e descer rápido demais, a blusa colando na pele. Ele baixou a cabeça um centímetro só. Não beijou. Ficou ali, medindo.

— Eu já pensei em parar mil vezes — ele falou, voz raspando a distância que ainda existia entre as bocas.

Ergui o queixo. O dedo dele tocou o cabelo outra vez, lento, e ajeitou atrás da orelha. A unha raspou leve na nuca e parou lá, quente, pressionando. Tremi sem querer.

— Não para — respondi, quase sem som.

Ele tirou a mão da nuca, desceu até a cintura e puxou. A beirada da mesa bateu na parte de trás das coxas. A pilha de processos escorregou um pouco pro lado. Ele segurou a cintura com as duas mãos, dedos largos apertando o tecido da saia, e me beijou.

A barba arranhou o queixo e a boca abriu sem pensar. A língua dele entrou, quente, quase preguiçosa, depois mais fundo. Segurei no colarinho dele, sentindo o algodão amassado e o cheiro de papel misturado com o dele. O ar-condicionado continuava gelando o pescoço, mas o resto do corpo estava quente.

As mãos dele desceram pelas costas. Uma parou na curva da cintura, a outra continuou até embaixo, apertando a bunda por cima da saia. Senti o peso dos dedos, o calor passando pelo tecido fino, e não tirei. Apertei as coxas uma na outra, sentindo a saia subir um pouco com o aperto.

— Vanessa — ele falou contra a boca, quase um rosnado. — Você tá molhada?

Não respondi. Abri mais a boca e beijei ele de novo, com língua, com fome, deixando o quadril empurrar um pouco contra a mão dele. O barulho do elevador lá fora parou num andar acima e ficou quieto. Ninguém desceu.

Assim que ele apertou a bunda, os dedos dele subiram por trás da saia, puxando o tecido devagar até enrolar na minha cintura. A barra fria da saia roçou na pele do quadril, e a mão dele continuou descendo, quente contra o algodão da calcinha. Ele não esperou. Enfiou os dedos por baixo da beirada e puxou o pano pro lado, deixando minha boceta exposta pro ar gelado do escritório.

— Caralho, Vanessa, sua boceta já tá encharcada pra mim — ele falou contra a minha boca, rouco.

Dois dedos dele deslizaram entre os lábios, se molhando fácil, e foram direto pro clitóris. Ele esfregou devagar, em círculos largos, me olhando fixo, como se quisesse ver cada reação. Meu quadril reagiu sozinho, empurrando contra a mão dele, e um gemido saiu baixo da minha garganta.

— Mete logo, Renan, para de me provocar com essa cabeça do pau — pedi, rouca, a voz falhando um pouco.

Ele não tirou a mão. Continuou esfregando, mais firme agora, o polegar pressionando o ponto que já latejava, enquanto os outros dois desceram e entraram devagar, só até o meio. Apertei a beirada da mesa com mais força, sentindo o vidro frio contra as coxas.

Renan puxou o cinto com a mão livre, o couro rangendo alto na sala silenciosa. O zíper desceu, depois ele afastou a cueca pra baixo, deixando o pau duro sair. Ele se tocou devagar, punho subindo e descendo, a cabeça brilhando por cima da palma. Fiquei olhando sem disfarçar, sentindo a boceta pulsar contra os dedos dele.

— Olha só o que você me faz — ele falou, apertando a própria rola, a voz grave quase um rosnado.

Ele esfregou a cabeça do pau entre os meus lábios molhados, subindo e descendo sem entrar. A mão dele apertou minha coxa, abrindo mais as pernas, e ele parou por um segundo, só pra me olhar pedir. Meu corpo inteiro reagiu, o quadril empurrando pra frente, tentando pegar mais.

O cheiro do papel misturado com o cheiro da excitação dele invadiu tudo. Senti o pau dele pulsar contra mim, quente e pesado, e a vontade de sentir ele dentro ficou tão grande que quase doeu.

Ele puxou o elástico da calcinha devagar, descendo pela minha coxa, depois pela outra, até o tecido ficar preso nos tornozelos. Abri as pernas, sentindo o frio do ar contra a pele quente.

Renan segurou o pau pela base e encostou só a cabeça na entrada da boceta, parando ali, sem empurrar. Ele esfregou devagar, circulando, molhando a cabeça com tudo que eu já estava deixando vazar.

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— Vai, Renan — pedi baixinho, a voz saindo falhada.

Ele só sorriu, continuou mexendo devagar, sem entrar. Meu quadril avançou sozinho, tentando alcançar mais, e ele segurou minha cintura pra me impedir.

— Pede direito, Vanessa.

— Mete, porra… mete logo — falei, rouca, sem conseguir esperar.

Fiquei olhando enquanto ele segurava a base, esfregando devagar com a palma, subindo e descendo, sentindo o peso na mão antes de me meter.

Ele entrou devagar, centímetro por centímetro, até ficar todo dentro. Meu corpo abriu pra ele, apertando ao redor do pau. Quando ele chegou no fundo, soltei um gemido que quase ecoou na sala. Renan segurou meus quadris com as duas mãos grandes, ficando parado, sentindo meu aperto pulsar em volta dele.

O pau dele saiu quase todo e voltou de uma vez, fundo, rápido. A mesa de vidro tremeu debaixo de mim, as coxas escorregando um pouco na borda. Ele puxou meu quadril contra cada estocada, o quadrado dos quadris dele batendo na minha pele.

— Porra… você aperta tão gostoso — ele falou rouco, voz quase sumindo entre os gemidos.

Tentei responder, mas o ar não chegava. Só conseguia segurar a beirada da mesa e empurrar pra trás, sentindo ele me abrir, me preencher, o som molhado ecoando baixo toda vez que ele entrava. O pau dele escorregava fácil agora, latejando dentro de mim.

Ele acelerou, as mãos grandes apertando minha cintura, marcando. Meu peito roçava na mesa a cada puxada, os mamilos duros contra o tecido da blusa que ainda não tinha tirado. Renan soltou um gemido grave, quase um rosnado, e meteu mais fundo ainda.

De repente uma porta bateu lá fora, no corredor, ecoando seco. A gente parou no meio da estocada. Meu coração deu um pulo tão forte que quase doeu. Ele ficou congelado, pau ainda dentro, pulsando, a respiração presa.

Não deu pra ouvir mais nada. Só o ar condicionado zumbindo e o sangue latejando na minha cabeça. Ele apertou minha coxa, quase sem força, como se avisasse pra eu não mexer. Mordi o lábio, sentindo a boceta apertar ao redor dele sem querer.

Passaram uns segundos que pareceram minutos. Nada. Nem passo, nem voz. O silêncio voltou devagar, o tipo de silêncio que a gente só percebe quando o coração começa a baixar.

Renan soltou o ar devagar, quase um riso rouco, e voltou a mexer. Saiu devagar, até a cabeça quase escapar, e entrou de novo, mais controlado agora. Meu corpo reagiu inteiro, a boceta pulsando, úmida demais, escorrendo pela coxa. Ele voltou a segurar meus quadris, puxando forte, o ritmo voltando pouco a pouco.

— Não para — pedi baixo, a voz falhando, quase implorando.

Ele obedeceu. Metia mais fundo, mais pesado, a cada estocada a mesa rangendo baixo. Abri mais as pernas, deixando ele chegar onde queria. A cada puxada sentia o pau dele latejar, preenchendo tudo. Meu quadril empurrava pra trás sozinho, procurando mais.

Renan voltou a estocar com força, o quadril batendo contra mim, e ele inclinou a cabeça pra chupar meu peito por cima da blusa. A boca quente molhando o tecido, a língua apertando o bico duro, e segurei a nuca dele, puxando mais perto, sentindo o calor do pau dele latejando fundo dentro de mim.

— Porra, assim… — falei, rouca, a voz saindo baixa.

Ele chupou mais forte, os dentes roçando de leve, e senti o pau dele pulsar, inchando, quase latejando contra as paredes da boceta. Meu corpo apertou ao redor dele sem querer, e ele soltou um gemido grave contra meu peito, o quadril parando por um segundo.

— Tô gozando… porra… — ele falou rouco, e senti a porra quente jorrar dentro de mim, enchendo tudo, latejando com cada espasmo do pau dele.

Ele continuou enfiando devagar enquanto gozava, empurrando a porra pra dentro, e segurei a beirada da mesa com as duas mãos, sentindo o calor escorrendo pra fora, molhando minha coxa, descendo pela pele. A respiração dele pesou contra meu pescoço, úmida, o peito subindo e descendo rápido.

— Puta que pariu… — ele falou baixo, quase rindo, ainda enterrado em mim.

A gente ficou ali um tempo, o pau dele amolecendo devagar, a porra escorrendo mais, escorrendo pela minha perna agora, pegajosa. Renan encostou a testa no meu ombro, recuperando o ar, e soltei a mesa, sentindo as coxas tremendo um pouco contra o vidro frio.

— Sua boceta apertou tanto quando eu gozei… — ele falou contra a minha pele, rouco, cansado.

Ri baixo, sem força pra responder direito, sentindo a porra dele escorrendo mais, molhando tudo, escorrendo pelo meio da coxa até parar na curva do joelho. Ele saiu devagar, e senti o vazio que ele deixou, a boceta latejando, ainda pulsando, a porra escorrendo livre agora, descendo pela perna, deixando um rastro na pele.

A gente ficou em silêncio um tempo, só o ar condicionado zumbindo e o som do coração dele batendo contra as minhas costas. Passei a mão pelo cabelo dele, suado, e ele ergueu a cabeça, me olhando com os olhos meio vidrados, a barba por fazer roçando no meu queixo.

— A gente… a gente precisava ter cuidado — falei baixo, quase rindo, sentindo a perna molhada, a boceta vazia, latejando, a porra ainda escorrendo devagar.

Ele sorriu, quase sem força, e beijou minha boca uma última vez, lento, a língua preguiçosa, o gosto de suor e excitação misturado. A mão dele apertou minha cintura uma última vez, quente, e fechei os olhos, sentindo o corpo dele contra o meu, exausto, o cheiro de papel velho misturado com o cheiro da gente ainda no ar.

Ele ainda estava dentro de mim quando segurou minha cintura e me virou de barriga pra baixo na mesa. O pau dele escorregou um pouco, molhado de porra e do meu tesão, mas voltou rápido. Minha bunda ficou empinada, as coxas abertas, a saia enrolada na cintura e a calcinha enrolada no tornozelo, atrapalhando um pouco os passos.

— Quero te comer de outro jeito agora — ele falou contra a minha nuca, voz rouca, quase perdida.

Ele puxou meu cabelo devagar, a mão grande prendendo o rabo, inclinando minha cabeça pra trás. A mesa de vidro esfriava o meu peito por cima da blusa, e eu sentia o pau dele ainda latejando, meio duro, escorregando entre as minhas coxas antes de voltar pro lugar. Ele enfiou tudo de uma vez, me abrindo, me preenchendo, a cabeça pesada empurrando fundo.

O cheiro de suor e sexo subia da gente, misturado com o cheiro do ar condicionado. Ele começou a meter devagar, sentindo a boceta apertar em volta, o som molhado ecoando baixo a cada estocada. Eu segurava a beirada da mesa com as duas mãos, sentindo o corpo dele quente contra minhas costas.

Ele acelerou sem aviso, o quadril batendo contra minha bunda, o pau escorregando fácil agora que eu estava toda molhada. A mesa rangeu, a luminária tremeu em cima da gente. Eu gemia baixo, a cada puxada dele, a cada vez que ele voltava fundo, a porra que já tinha gozado escorrendo pela minha coxa, escorrendo entre as pernas.

— Assim… bem fundo, continua metendo assim — falei, rouca, sem conseguir segurar a voz.

Renan segurou meus quadris com as duas mãos grandes, puxando meu corpo contra cada estocada. O pau dele latejava dentro de mim, quente, pesado, e eu sentia cada centímetro entrando, saindo, voltando com força. Meu peito roçava na mesa, a blusa molhada de suor, os bicos duros roçando no tecido. Ele metia mais rápido, mais bruto, e eu sentia o som molhado se misturando com o rangido da cadeira.

Ele parou de repente, ainda enterrado até o fundo. A mão dele desceu devagar, os dedos quentes escorregando entre as minhas pernas, procurando o clitóris. Encontrou fácil, inchado, latejando, e começou a esfregar devagar, em círculos, me fazendo apertar ao redor do pau.

— Não para — pedi baixo, quase sem voz.

Ele obedeceu. Começou a esfregar mais firme, o dedo pressionando o ponto que já latejava, enquanto o pau ficava parado dentro de mim, latejando, esperando. Eu me contorci, tentando empurrar pra trás, sentindo o dedo dele me provocar, a boceta apertando em volta do pau. Ele riu baixo, rouco, e voltou a meter devagar, sentindo meu corpo reagir, sentindo a porra escorrer mais, escorrer pela perna, escorrendo pelo meio das coxas.

Ele parou fundo, o pau pulsando dentro de mim, a respiração dele quente no meu ombro. Tirou os dedos do meu clitóris devagar, os dois brilhando de molhado, e me soltou. Ouvi a cadeira ranger quando ele se afastou, o pau saindo devagar, escorregando entre as minhas coxas. Sentei na beirada da mesa, a saia ainda enrolada na cintura, a calcinha presa num pé.

Ele se sentou na cadeira giratória, as pernas abertas, o pau duro molhado apontando pra cima. Me olhou, puxou meu quadril com as duas mãos grandes.

— Vem aqui.

Subi nele devagar, uma perna de cada lado, os joelhos apoiados na cadeira. Segurei o pau dele com a mão, encaixei a cabeça na entrada, sentindo ele abrir tudo de novo enquanto eu descia. Ele entrou fundo, me enchendo devagar, meu corpo se ajustando ao peso e ao calor.

Ele segurou minha bunda com as duas mãos, me puxando pra baixo até encaixar tudo. Eu fiquei parada um segundo, sentindo o pau pulsar lá dentro, a porra que já tinha gozado escorrendo pelo pau dele e me molhando mais. Ele respirou fundo, a barba roçando no meu pescoço.

Comecei a rebolar devagar, o quadril se mexendo em círculos, sentindo ele sair um pouco e voltar. A cadeira rangia de leve com o movimento. Renan desceu a cabeça, a boca quente procurando meu peito por baixo da blusa aberta. Chupou o bico devagar, a língua pressionando, depois mordeu de leve e soprou. Meu corpo arrepiou inteiro, o bico endurecendo na boca dele, o gemido escapando rouco enquanto eu apertava em volta do pau.

— Puta que pariu — ele falou contra meu peito, a voz rouca, quente.

Ele chupava mais firme agora, os lábios puxando o bico, a barba roçando na pele sensível enquanto eu rebolava mais rápido, subindo e descendo no pau dele. A mão dele desceu entre nós, o dedo encontrando o clitóris inchado, esfregando devagar enquanto eu me movia. Meu corpo inteiro tremia, o suor escorrendo entre meus seios, o cheiro de sexo subindo da gente.

Eu subi e desci mais devagar, sentindo o dedo dele esfregando o clitóris inchado, pressionando de lado, depois em círculo. Meu corpo tremia a cada vez que eu descia até a base, a porra que já escorria me deixando mais escorregadia. Ele apertou meu quadril com a outra mão, me guiando, me fazendo sentir cada centímetro entrando.

A cadeira rangia baixo, o couro rangendo com o movimento. Eu acelerava um pouco, descendo com mais força, sentindo ele me abrir, o pau latejando, quente. Meu peito roçava no rosto dele, o bico ainda molhado da boca dele, a barba fazendo arder de leve.

— Me aperta assim — ele falou contra minha pele, a voz rouca.

Eu desci mais fundo, o dedo dele parou de esfregar e ficou só pressionando, me fazendo apertar em volta do pau. Meu gemido saiu rouco, o corpo inteiro quente, o suor escorrendo pelas costas. Ele soltou meu quadril e subiu a mão, apertando meu peito por baixo da blusa, o polegar roçando o bico.

O bip distante do interfone da portaria quebrou o silêncio por um segundo. A gente parou, os corpos ainda grudados, a respiração pesada. Ninguém subiu. O silêncio voltou, mais pesado, o cheiro de sexo ainda forte no ar.

Eu comecei a subir e descer de novo, mais devagar, o pau dele escorregando fácil, molhado. Meu quadril girava, sentindo ele sair quase todo e voltar, sentindo ele latejar dentro de mim. Ele respirou fundo, a barba roçando no meu pescoço, a mão descendo de novo pra segurar minha bunda.

— Puta que pariu, Vanessa — ele falou baixo, quase sem ar.

Eu rebolei devagar, sentindo o pau dele sair um pouco e voltar, o dedo dele voltando pro clitóris, esfregando mais firme agora. Meu corpo tremia inteiro, o gemido escapando a cada descida, a porra escorrendo entre nós, pingando na cadeira.

Acelerei o movimento, descendo com mais força, sentindo ele latejar contra as paredes da minha boceta. O suor escorria entre meus seios, o pau dele escorregando molhado a cada subida.

— Safada — ele murmurou contra meu peito, a voz falhando.

Meu corpo inteiro tensionou, a boca dele sugando o bico com mais força enquanto eu descia até o fundo, apertando ele sem parar. A cadeira rangia alto agora, o cheiro de porra e suor subindo entre nós. Ele mordeu meu peito de leve, a mão apertando minha bunda, me puxando pra baixo com mais força.

Gozei apertando ele dentro de mim, o gemido saindo rouco, o quadril tremendo enquanto o orgasmo subia e descia. Ele segurou firme, o pau latejando, pulsando, e gozou junto, quente, enchendo de novo. A porra escorreu pra fora, misturada, pingando pela coxa, escorrendo pela cadeira.

Ficamos parados, o pau ainda enterrado, meu corpo mole contra o dele. A respiração dele batia quente no meu ombro, o suor grudando nossa pele. A sala ficou em silêncio, só o som fraco do ar condicionado e o cheiro de sexo impregnado.

— Porra — ele falou baixo, rouco, quase rindo.

Eu ri também, a testa encostada no ombro dele, o corpo largado. Ele me abraçou, as mãos grandes quentes nas minhas costas, me segurando contra o peito enquanto a respiração voltava devagar. A luminária tremia um pouco ainda, o escritório em silêncio, o cheiro de nós dois na sala. A gente ficou ali abraçado na cadeira, respirando junto, o corpo mole e quente, a sala quieta.

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